Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Luis R.
24.057 seguidores
759 críticas
Seguir usuário
1,5
Enviada em 2 de março de 2016
A ideia de mostrar uma família brasileira de classe media em decadência até que é interessante,o problema que isso é feito de maneira desinteressante e tediosa,tem momentos que a trama do filme não sai do lugar junto com seus personagens.
O filme não é ruim, mas poderia ter um roteiro mais interessante com o mesmo pano de fundo, algumas partes escolheram não esclarecer e o filme fica um pouco desconexo e sem sentido. Começa bem mas perde a força do meio para o final.
Uma obra prima do cinema brasileiro. O filme é bom SIM! O problema é o preconceito com os filmes do Brasil. A pessoa que comparar com os filmes feitos em nos EUA. Não da pra comparar gente! Nos EUA eles tem 100 milhões de dólares pra investir no filme. No Brasil se tiver 1 milhão é muito bom. Temos que viver a nossa realidade. O filme é bom. Nota 7/10
Para tentar agradar a crítica, alguns filmes nacionais vem utilizando um estilo de produção "não-convencional", que "quebra" um pouco o padrão do cinema. Casa Grande utiliza-se disso e aposta em uma narrativa cotidiana, deixando um pouco a premissa de lado. Eu, particularmente, não vejo muito sentido em assistir uma obra de ficção onde a história fica em segundo plano. A atuação do protagonista é fraca, deixando escapar até mesmo risos amadores durante algumas cenas. O desfecho é vago, para não dizer ruim. Não recomendo.
É um ótimo filme pra quem estiver querendo dormir. Só isso. Casa Grande cura qualquer insônia. Como assisti à tarde não consegui dormir, mas fiquei pensando na vida enquanto passava o filme (lucrei mais pensando na vida). Não recomendo a ninguém.
Casa Grande é um filme que começa e se desenvolve despretensiosamente, parecendo querer retratar a partir do ponto de vista do jovem Jean (Thales Cavalcanti), as agruras de um rapaz em sua jornada de amadurecimento, até que esse mote se torna apenas o pano de fundo para a discussão de fatos que são alardeados como "grandes mudanças" ocorridas no Brasil: o aumento da formalização do trabalho, a lei de cotas, a emergência de uma nova classe média e do novo empreendedorismo bancado pelo Estado, sintetizado no império X, de Eike Batista. No entanto, se há virtudes nas tais políticas afirmativas para os mais pobres, isso não parece tão evidente no núcleo familiar que representa a classe mais abastada, representada por Sônia (Susana Pires) e Hugo (Marcelo Novaes), os pais de Jean, um casal que integra uma família nuclear patriarcal cuja decadência é posta em diálogo com a ascensão do modelo de "família comunitária", representada pelos seus próprios serviçais, com larga vantagem para esse novo modelo de família-comunidade. Só isso já torna o filme relevante, ao demonstrar o liquefazimento da família nuclear, seja patriarcal ou matriarcal, e de antigos dogmas (educação de qualidade = sucesso profissional, família rica = estabilidade), e a ascensão da família expandida semelhante às comunidades populares, mas não fica claro como se sustentará esse novo modelo dentro das novas regras líquidas do novo mercado, sintetizado no aventureirismo do império X, ficando claro que todos os empregados, antes vinculados à Casa Grande perdem sua fonte de renda. Não falta a defesa panfletária das "políticas afirmativas" de caráter assistencialista e populista, dos governos Lula-Dilma, defendidas pela personagem Luiza (Bruna Amaya), as quais são debatidas de forma confusa e desajeitada pelos personagens que integram a família de Jean e a escola, o elitizado Colégio São Bento. Fellipe Barbosa, em sua sensibilidade, menos de cineasta ficcional e mais de documentarista, associa o protagonista, pelo menos sincronicamente, em seu filme, a um destino em que as tensões sociais são sublimadas pelo afeto dos serviçais aos patrões. Será assim na vida Real?
fico a pensar. Tem que fazer faculdade para ser roterista ou criador de filme? Porque se tiver eu vou abrir uma faculdade. Porque quando penso que os filmes brasileiros vao melhorar aparece uma aberação como essa. Gente ate documentario do globo reporter e melhor do que os filmes brasileiros. Sera que esse filme tem patrocinio governo, ( pode ser algum politico sem ideia para roubar que resolvel inventar um filme ruim para gastar dinheiro ) ou algum outro cara de uma empresa querendo lavar dinheiro. Ou foi um outro que acordou e falou vou criar o pior filme ja visto. Gente EUA e outros paises fazem filmes ruim mas estamos anos luz na frente deles como os piores. Ja vi filmes bons brasileiros mas a maioria é perca de tempo. Tem alquem que vai no cinema para ver isso?
Retrato interessante da camada media- seu senso comum, seu preconceito, a eterna infantlização dos filhos. Só achei a personagem da mãe muito humanizada. As dondocas não costumam ser assim, sobretudo no trato com os empregados.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade