Não recomendado para menos de 12 anos
Sara (Irene Ravache) é uma médica que passou anos da sua vida militando pela causa revolucionária em Moçambique, mas por fim se tornou uma mulher solitária e marginalizada, distante do rumo que tomou o local onde vive. Quando a neta morre, sua filha Rita (Beatriz Batarda) retorna ao país para investigar a história real de uma guerrilheira e ativista política amiga da mãe, de nome Yvone Kane, morta sob circunstâncias suspeitas encobertas pelo governo.
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2,0
Fraco
Yvone Kane
A revolução que nunca acabou
por Taiani Mendes
Drama dirigido e roteirizado por Margarida Cardoso, Yvone Kane apresenta um amargo retrato da sociedade moçambicana contemporânea. Adotando o ponto de vista de mulheres brancas ligadas ao Partido Socialista, a cineasta conduz a trama difusa em ritmo vagaroso que entedia rapidamente, apesar da interessante proposta de reflexão sobre desilusão política e fim de utopias.Se recuperando da dor de perder a filha pequena, Rita (Beatriz Batarda) começa uma investigação sobre os últimos dias de Yvone Kane (Mina Andala), famosa militante do movimento revolucionário moçambicano. A pesquisa a leva de volta ao país lusófono em que nasceu, terra onde ainda vive sua mãe, a médica Sara (Irene Ravache), companheira de luta e amiga pessoal de Kane. Através das familiares (mais Jaime, órfão negro adotado por Sara após a destruição de sua tribo), é discutido o não pertencimento.
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1:29

Nacionalidades
Portugal,
Moçambique,
Brasil
Distribuidor
Bretz Filmes
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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