Entre Abelhas
Média
3,3
588 notas

90 Críticas do usuário

5
13 críticas
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Geovanne R
Geovanne R

81 seguidores 113 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de julho de 2015
Belo filme brasileiro, com uma história bem diferente, dramático e muito cômico Tem cenas realmente de dar boas gargalhadas.
entre abelhas tinha tudo para ser perfeito Mais o final foi uma decepção totalmente mal acabando com um grande ponto de interrogação.
Guilherme D
Guilherme D

51 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de julho de 2016
Entre Abelhas é um bom drama, que mostra de ótima maneira, a agonia de Bruno, personagem de Fábio Porchat,que está muito bem no filme.
O filme não é longo, são menos de 1 hora e meia, mas não é mal desenvolvido, muito pelo contrário.
Irene Ravache atua muito bem como mãe de Bruno. Os alívios cômicos ficam nas personagens de Marcos Veras e Luis Lobianco.
O filme peca apenas em alguns alívios cômicos um tanto exagerados. Possui um final interpretativo, que precisa ser pensado. Um filme que quebra o "preconceito" de que brasileiro só faz comédias ou filmes ruins.
Diego M.
Diego M.

18 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de agosto de 2015
Pra mim foi inevitável fazer uma breve comparação com o filme "Ensaio sobre a cegueira" de Fernando Meirelles, e na comparação o filme estrelado por Porchat ficou equiparado. Ambos trazem como temática principal questões interessantes que nos fazem refletir com elencos pouco consagrados, e em um cenário urbano(um detalhe importante), mas se distinguem justamente na temática que abordam, ainda que seja pouco. Bom, "Entre abelhas' não foi um filme muito badalado, isso por que o público brasileiro de um modo geral ainda carrega um certo preconceito com o cinema nacional, e também prefere filme com mais efeitos especiais e histórias que não remetam tanto à reflexão. Entretanto, o Filme de Ian SBF vem enriquecer mais ainda essa nova geração do cinema nacional que já conta com grandes filmes como "Central do Brasil" e "Tropa de Elite 1 e 2". O longa em si tem um enredo bom, começa com um certo tom de comédia mas com o passar do filme a dramatização toma conta da obra, o que é um dos pontos positivos; outro ponto positivo foi a atuação de Fábio Porchat que ao sair da sua zona de atuação foi muito bem, soube interpretar muito bem o ator, ainda que com um certo caquete de humorista, mas no geral foi muito bem. O elenco no geral também teve uma boa atuação, com a exceção de Marcos Veras que em algumas cenas não foi tão bem, mais um ´ponto positivo para o filme. O ponto negativo se encontra na transmissão da mensagem principal ao longo do filme, como dito acima a ideia principal é muito boa e reflexiva, porém no desenrolar da trama a transmissão dessa ideia pro público fica um pouco confusa, fazendo até com que o desfecho do filme não fosse tão bem aproveitado, ou não fosse tão bom. Enfim, gosto muito desse tipo de filme, e é muito bom ver que o cinema nacional está explorando mais essas outras áreas cinematográficas que a nível nacional tem um público ainda pequeno.
Rafa R.
Rafa R.

15 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de maio de 2015
Pra este que escreve, é uma honra poder ver este filme nas telonas. Ouço sobre o roteiro desde a época em que os dois (Ian e Porchat) trabalhavam juntos no Anões em Chamas.
Erra feio, erra rude, quem for ao cinema esperando ver um Porta dos Fundos versão longa metragem, ou algo parecido com que Porchat já fez. O filme (comédrama, como denominou o ator) está mais pra drama do que comédia ( spoiler: vide a segunda metade, que traz a cena do atropelamento e da morte da personagem de Irene Ravache
), e isso é bom, pois é uma novidade se tratando de Fábio Porchat.
Em algumas cenas fica confuso sobre ver ou não as pessoas, pois ora a câmera mostra as pessoas que Bruno não vê, ora não mostra as pessoas que Bruno não vê, e ficamos nos perguntando se naquela cena a pessoa ali existe para o personagem ou não.
A direção do Ian é fantástica, como já foi dito, uma promessa para o cinema atual no Brasil. Suas câmeras de poucos movimentos (e de inexistência de um movimento travelling) trazem seriedade para o filme que vai evoluindo no drama ao longo da história. Fotografia, trilha sonora, a cidade como plano de fundo, tudo muito bem feito! "Nem parece filme brasileiro com atores da Globo", comentou pra esposa o cara do meu lado.
O lado cômico do filme fica nas mãos de Marcos Veras, que atua brilhantemente e saúda os espectadores com muita risada vivendo seu drama de comedor e quase-pai, e com Luis Bianco em suas cenas na casa do personagem de Porchat.
O roteiro vende bem a ideia da doença do personagem e evolui a cada minuto, nos deixando curiosos para um desfecho, que não acontece. No final parece que a história é amarrada em um saco vazio, com todos os lados sobrando espaço para mais alguma coisa.
João Marcos P.
João Marcos P.

20 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de julho de 2015
Filme retrata o intervalo entre o fim de um relacionamento, até o início de outro. Filmaço
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de abril de 2016
Enredo inteligente e muito original! Realmente gostei muito da proposta do filme que mostra Bruno, um recém-divorciado, que simplesmente começa a deixar de enxergar as pessoas, como se elas desaparecessem somente para ele.
As atuações são naturais e gostei muito do desempenho de Fábio Porchat no drama. O final é aberto para interpretações e tem relação com o tema das abelhas desaparecidas sobre as quais Bruno pesquisa.
Muito bom, um filme nacional de qualidade e diferente do usual. Super recomendo!
Alex K.
Alex K.

9 seguidores 30 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de novembro de 2015
O filme vai se desenrolando bem, com uma boa idéia. O problema é q termina sem alguma explicação, do nada aparecem os créditos e ficamos nos perguntando "acabou?".
Tulio L.
Tulio L.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de maio de 2015
"Toda abelha tem uma função específica dentro da colmeia, elas já nascem sabendo exatamente o que tem que fazer. Tem o zangão, a operária, a rainha... E você ...já sabe que tipo de abelha você é? Eu me sinto meio que uma abelha de outra colmeia, que se perdeu e teve que parar aqui pra não morrer, pra não sumir." - De que colmeia você veio Bruno? "Não sei... Mas eu preciso dar um jeito de voltar pra lá." 
cleston p.
cleston p.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de maio de 2015
que pena q porchat tenha se metido em um filme chaterrimo a ponto de ser obrigado a deixar a sala de cinema para ir dormir em casa q e mais confortavel.
Fabiano R.
Fabiano R.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 8 de maio de 2015
O filme é maravilhoso, sensacional, a trama é super intrigante, me fez refletir em muitas situações da vida cotidiana, agora alguém que viu o filme pode me ajudar a entender o final?
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