Homem Irracional
Média
3,8
261 notas

29 Críticas do usuário

5
6 críticas
4
11 críticas
3
8 críticas
2
4 críticas
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Elvira S.
Elvira S.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2015
O filme é trata de uma questão muito pertinente, a relação entre a reflexão, a filosofia e a prática. É sensível quanto ao mau uso das ideias filosóficas, basicamente da ética do ponto de vista de diferentes filósofos. A questão proposta aos alunos, logo no início, tem uma natureza inteiramente distinta da decisão de eliminar o juiz que supostamente prejudicava a mãe com relação à guarda dos filhos. E o professor, em sua ânsia por encontrar um sentido para a própria vida desconsidera esta diferença. Canguilhem afirma "Ação é irmã do sonho e filha do rigor". Acho que essa é a moral do filme, se é que há alguma moral. Gostei muito.
Yuri Menezes
Yuri Menezes

1 seguidor 19 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de maio de 2024
Senti que a história te leva por diferentes caminhos, te fazendo questionar as ações dos personagens e como tudo vai se desenrolar.

Mesmo tendo uma ideia do que iria acontecer no final, a jornada é tão interessante que me prendeu no sofá.

É impossível não reconhecer a assinatura de Woody Allen no filme. O humor ácido, os diálogos inteligentes e a reflexão sobre a vida humana estão presentes em cada cena.
Rafael V.
Rafael V.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Três nomes enormes se juntam em um dos filmes mais simples que já vi. O primeiro deles é Woody Allen, que sempre trabalhou com filmes subjetivos. Ainda temos Emma Stone e Joaquin Phoenix. Com tamanha grandeza, Homem Irracional se mostra um filme bastante simples em todos os quesitos. O enredo, por exemplo, tem como parte mais complexa alguns pensamentos de Kant e outros filósofos. A fotografia não cria novos estilos e nem usa CGI, usando apenas algumas praias como as melhores cenas. Em resumo, todos os quesitos são os mais simples e baratos possíveis.
O filme apresenta Abe Lucas, um professor de filosofia em meia idade que se muda para uma cidade do interior. Uma de suas alunas acaba “se encantando” por ele, e cria o ponto mais fraco do filme: um romance forçado que se mantém até o final. Uma da professoras também passa a ter o mesmo sentimento, e acaba tentando o mesmo que a aluna. Ambos interesses não abalam Abe no primeiro momento, que mantém sua postura de alcoólatra desiludido, muito bem retratado por Joaquin (assim como em Vício Inerente). Jill, a aluna, parece ter perdido para a professora, e mesmo estando em um relacionamento não considerado sério por ela mesma, continua tentando conquistar o professor.
A partir de alguns encontros, Lucas passa a admirá-la até que em uma cafeteria escuta uma mulher reclamar de seu ex-marido, o juiz da cidade, que iria arruinar a vida dela e ainda levaria a guarda das crianças. Desde então, o professor desperta de seu estado de infelicidade e passa a planejar a morte do desconhecido. Ele começa a se sentir mais disposto e chega a passar uma noite com Rita, a professora. Posteriormente, ele começa a se interessar por Jill, até o primeiro beijo roubado por ela. O romance, já previsto, acaba acontecendo e Jill é obrigada a se separar do namorado. spoiler: Abe Lucas decide dar continuidade ao assassinato e envenena Spangler. Sendo um total desconhecido do juiz, ele a nenhum momento foi considerado suspeito. O problema é que sua nova namorada e ele comentaram “querer matar” o desconhecido durante a conversa da viúva, e, isso sem motivo aparente, deixa a aluna desconfiada.

O momento mais alto do filme ocorre num jantar na casa de Emma Stone, quando o sogro do professor decide conversar sobre o assassinato e ele se depara com a necessidade de falar sobre seu feito. O ator age de uma forma extremamente natural e ainda leva a todos a criar sua própria linha de raciocínio. Phoenix parece ser qualquer um no caso em uma conversa tranquila com a família da namorada e passa despercebido até por ele mesmo.
Surgindo uma louca teoria da professora abandonada, Jill, por um motivo não muito aparente (outro ponto fraco do enredo), decide ir atrás do caso e acaba constatando que foi ele mesmo o assassino tendo como justificativa apenas a tentativa de fazer o mundo melhor sem o juiz Spangler . Depois de descoberto, o professor decide ir para a Europa e opta por matar a namorada-aluna. O problema que numa falsa conversa, ele arma um esquema que falhou e a briga se encerra quando ele escorrega em uma lanterna que ele mesmo deu a amada e cai no foço do elevador. O filme se encerra com Jill na mesma posição de Abe, refletindo sobre a posição que se encontra, mais uma vez tendo Kant como base do pensamento.
[spoiler]
Lucas T
Lucas T

5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de novembro de 2019
A historia de um homem desmotivado que reencontra de um jeito peculiar a vontade de vive. Um bom filme filme para entretenimento com drama ,suspense e romance ,ao estilo do diretor.
Thiago B.
Thiago B.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2015
Final realista e bem surpreendente! Como é de se esperar dos filmes do grande Woody Allen! Muito bom!
Ivo B
Ivo B

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de agosto de 2019
Bom filme.
Mas tudo me fez lembrar Hitchcock.
A escada do elevador, a queda, lembra "Um corpo que cai".
A crise existencialista do professor e a descoberta da razão de viver, muito
bem elaborada.
As mulheres foram inocentadas nesse roteiro, se bem que não..
O tom filosófico é excelente.
Rogerio d.
Rogerio d.

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de setembro de 2015
Filme sem graça, classificado como comédia pela sala de cinema Ítaú, não dei nenhuma risada . uma atriz com cara de smigol. um professor seu Barriga. O seu woody allen esta cada vez mais ruim.
Alexandre R.
Alexandre R.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de setembro de 2015
Woddy Allen até pode ser um distinto sacana, o que não anula a verdade de que é um dos melhores cineastas vivos.

Prova disso é o seu último trabalho, "O Homem Irracional", uma história simplicíssima (porém densa) onde cabe filosofia, Dostoiévski e alguns dos mais desafiantes dilemas morais da vida.

O filme é delicioso e imperdível especialmente para quem viva no meio académico, parodiado com excelência por Allen. Há momentos de gozo impagável, como explica a protagonista, um docente em crise existencial:

"A filosofia é a masturbação do verbo"
Giorgia Leona Rodrigues
Giorgia Leona Rodrigues

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de junho de 2021
Intrigante do início ao fim. Dinâmica bem trabalhada, sem clichês! Os atores estavam muito bem, super recomendo.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa