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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
O filme tem um fotografia belíssima e uma direção muito segura e competente [...] As duas atrizes estão sensacionais, elas conseguem passar só com o olhar o medo que elas estão sentindo, mesmo lá embaixo d'água sem conseguir fazer muitas expressões.
Washington Post
História sangrenta com tubarões é extremamente tensa. [...] Tubarões atacam e personagens morrem. [...] Apesar de não terem muitas mensagens fortes ou modelos aqui, ainda é um filme nota B extremamente eficaz: rápido, bem construído e aterrorizante.
Chicago Sun-Times
Apesar da trama ser um pouco confusa em alguns momentos, o efeito no geral por ter criado uma tensão necessária e momentos de susto, de pula-da-sua-cadeira-de-medo, é bem impactante.
Variety
O thriller quase totalmente submerso do diretor Johannes Roberts é um filme mediano conciso e vigorosamente criado que gera sustos e suspense suficiente para ser qualificado como - bem, não uma surpresa agradável, mas sim uma que razoavelmente entretém.
Cineweb
O filme é sobre a sobrevivência da dupla que, impressionantemente, desperdiça oxigênio com frases patéticos como “O tubarão quase me pegou” e “O ar está acabando” – se não tivesse diálogos seria mais eficiente.
The Hollywood Reporter
O simples cenário conduzido pelo diretor Roberts e seu corroteirista Ernest Riera (eles já trabalharam juntos no filme de terror “Do Outro Lado da Porta”) proporciona a oportunidade para uma tensão genuína, instigada por vários momentos de susto que não são menos eficazes por serem previsíveis.
Veja
Como se nota pela siopse, pouco se cria e muito se copia. Mas o jeito de reciclar o déjà-vu é o que conta em "Medo Profundo". O roteiro, por exemplo, fica todo focado na angústia e no desespero das protagonistas após um acidente. Por isso, as filmagens subaquáticas impressionam pela qualidade...
Boston Globe
Não que todas as várias falhas sejam culpa da Moore. O diretor e co-roteirista britânico Johannes Roberts dá para ela apenas um drama banal para ela trabalhar ao montar essa história com diversas palhaçadas redundantes que distraem, assim que ela chega na água.
New York Times
O mais bobo diálogo que as duas heroínas de "Medo Profundo" falam [...] ameaça transformar esse filme que-quer-ser-terror em uma diversão. Nos intervalos entre as discussões, por outro lado, o diretor, Johannes Roberts, se concentra em criar uma atmosfera consistente de desespero.
Papo de Cinema
Johannes Roberts se mostra hábil em construir essa atmosfera de terror e consegue até surpreender no terceiro ato, apresentando um twist que funcionaria ainda melhor se o filme terminasse no momento em que este é revelado.
Rubens Ewald
[...] os especialistas no assunto dizem que está tudo errado porque na profundidade em que elas estão no máximo sobreviviriam 15 minutos. De qualquer forma, temos que louvar a coragem das moças que mesmo com proteção passaram momentos assustadores, ao menos eu nunca as imitaria em hipótese alguma.
Screen Rant
Embora cumpra o prometido, o filme ainda deixa muito a desejar. "Medo Profundo" é um suspense de sobrevivência decente, mas pouco memorável, que representa pouco mais do que uma diversão descartável de verão.
The Guardian
A premissa desse terror britânico é tão deliciosamente idiota que é destinado a se tornar um clássico filme de sessão da tarde. [...] Um filme para você rir dele, não com ele, mas há um puro prazer de entretenimento para ser encontrado nesse lixo desapontante.
The Playlist
O roteiro não apenas acha que Lisa e Kate são burras, mas ele também trata o público como se tivesse o mesmo nível de inteligência. [...] "Medo Profundo" explica tudo demais, exceto seus buracos na trama.
O Globo
O roteiro enche a narrativa de diálogos submarinos ridículos e dispensáveis entre as irmãs, quebrando a tensão. Além do sadismo do diretor-roteirista Johannes Roberts em relação às personagens, [...] ele telegrafa reiteradamente para o espectador tudo o que poderá acontecer em seguida.
Observatório do Cinema
Prisioneiro de uma trama formulaica, o longa de Johannes Roberts é marcado pela escassez de reações que possibilita. Saímos ilesos pelo uso de elementos comuns e pelo depauperamento de sua narrativa.