Orgulho e Esperança
Média
4,0
55 notas

7 Críticas do usuário

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ClaraFreesky
ClaraFreesky

65 seguidores 93 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2016
Cheio de atores cultuados e com alguns mais desconhecidos, Pride tem uma história interessante que vai mais além do que só mostrar dois grupos diferentes de pessoas superando as diferenças por uma causa maior; mostra também amizades sendo construídas entre essas pessoas.
Tem alguns personagens que, apesar de caricatos, são carismáticos. Não é nenhuma inovação, mas é legal conhecer um pouco dessa história real. Realmente, o ponto alto para mim são as amizades formadas entre os mineiros e os jovens ativistas gays.
Vale a pena conferir.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de abril de 2015
Nesta semana, começou mais uma novela da rede globo. E, um dos assuntos mais comentados sobre esses primeiros capítulos, com toda certeza foi o beijo entre duas atrizes. Claro, que parece algo não muito bom, mas em relação ao outro beijo gay que teve em outra novela, esse não foi anunciado, não noticiado por vários site e portais de notícias. Ou seja, já começou a ser mostrado com naturalidade, como uma situação banal.

Partindo desta premissa brasileira começo a falar sobre Pride. Este filme baseados em fatos reais, mostra um Inglaterra conturbada, na efervescência de revoltas dos sindicatos e greve, na eletricidade do rock de The Smith e nas descobertas de várias formas de amor que poderia existir.

Pride nos apresenta a tudo isso e um pouco mais. Entendendo que os problemas que vários grupos marginais (as margem da sociedade) confrontam são os mesmos, políticas, preconceitos e direitos, um grupo de gay que busca ser reconhecidos igualmente dentro da sociedade, resolve unir forças com um grupo de mineiro em greve.

Nesta situação, se revelam vários problemas inesperados, pois o preconceito surge dos lados dos mineiros e também do lado dos gays, só que deste lado muito mais suave e implícito. Claro, quando se tem dois grupos totalmente opostos , se tem o conflito certo. Os mineiros se mostram mais rígidos, com relação aos seus preconceitos, são firme, mas com o passar do tempo esses relações começam a se intensificar e modificar o pensamento geral. As identificações se mostram superiores e, aquele punhado de gente trabalhadora, começa a entender que não estão de frente com algo repugnante, e sim de algo totalmente normal.

Os gays se mostram receosos em ajudar, e vários deles se recusam, pois, acreditam que não podem ajudar eles com todo aquele preconceito, mas, a troca é mutua e, se vê uma evolução das duas partes para chegar a um objetivo. Tanto foi que se vê no final do filme que isso se torna a realidade, não somente uma utopia.

Portanto, Pride, nos deixa de frente com os nossos próprios preconceitos, talvez não com toda aquela força em relação ao tempo do filme que é retratado, mas ainda existente, pois, ainda que, um beijo gay provoque uma comoção geral, ainda existe o implícito o nosso preconceito. Mas já vemos evolução, seja ela pequena. Entender que não somos mais diferentes do que 5% em toda nossa composição física e aprender a respeitar nossos semelhantes.
gisleinedias
gisleinedias

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2015
Que filme! Muito legal! Baseado em fatos reais, uma história de luta social, solidariedade e tolerância. Divertido e emocionante. Adorei! Recomendo demais.
Volney P.
Volney P.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2015
Pride é uma comédia dramática emocionante. Baseada em fatos reais, o que torna o filme muito mais tocante e convincente. Muito recomendado para o público GLS e especialmente aos héteros simpatizantes. Infelizmente, aqueles que deveriam realmente assistir, os preconceituosos, os homofóbicos, estes dificilmente o farão e perderão a oportunidade de contemplar uma experiência ímpar de solidariedade e respeito ao próximo. Excelente!
Regis C.
Regis C.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de dezembro de 2015
Não sei porque está difícil encontrar este filme lançado pela Califórnia Filmes.
Enfim, consegui o blu-ray original e o que dizer do filme:
Excelente! atuações primorosas de Imelda Staunton e Bill Nighy, além do cast jovem. Direção primorosa e fiel aos acontecimentos de 1984. Trilha sonora envolvente e de acordo com o que rolou na Inglaterra naquele ano.
O longa tem diversos personagens carismáticos e bem construídos, mas centra-se em Joe Copper (George McKay), um jovem de vinte anos que ainda está começando sua vida fora do armário e adere à luta de Mark Ashton (Ben Schnetzer), o rebelde e temperamental líder do grupo ativista Lesbians and Gays Support the Miners (LGSM).
Rosângela Vieira
Rosângela Vieira

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de abril de 2020
Baseados em fatos reais, Pride (Orgulho e esperança) retrata a proximidade de dois grupos distintos e marginalizados durante o Governo de Margaret Thatcher. De um lado, grevistas mineiros do interior e do outro, ativistas gays da capital. Nas diferenças, a necessidade da luta contra a austeridade da Dama de Ferro, projeto liberal, conservador e autoritário, dá espaço para a solidariedade. O enredo é sutil, engajado e trás o bom humor britânico em belíssima fotografia.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

26 seguidores 952 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de setembro de 2026
Pride: orgulho e esperança é um filme britânico de drama/comédia, que contou com a direção de Matthew Warchus e roteiro de Stephen Beresford. A trama é ambientada em Londre de 1984, na qual acompanhamos um pequeno grupo de ativistas homossexuais, que decidem arrecadar dinheiro para ajudar os mineiros de uma pequena cidade do Países de Gales, que estão em greve. Embora exista uma resistência por parte do sindicato dos mineiros e de alguns deles, os gays e lésbicas seguem focados em ajudar os mineiros, estando dispostos a eliminar o preconceito existente. O filme é longe de ser um obra-prima, mas toca em tantos pontos interessantes e de uma forma muito boa. Inicialmente vemos logo todo o contexto dos fechamentos das minas feito pelo governo neoliberal de Margaret Tatcher, o que provocou uma onda de desemprego e consequentemente uma greve pelos mineiros de diversas cidades. Aqui percebemos 2 movimentos sociais, mas com objetivos e estruturas distintas: os mineiros com caráter de melhorias econômicas e políticas e os gays e lésbicas em uma busca de um reconhecimento e pelo fim de uma dominação cultural que o mata e persegue. Diante disso, houve indivíduos dos 2 lados ( gays e mineiros) que nao aceitavam ajuda ( ou ajudar), uma vez que seria impossível tal associação. Para além disso, o filme nao foca em um único personagem protagonista sendo ele o centro de tudo, apesar de sabemos que Joe (George Mackay), é um jovem de 20 anos ainda indeciso diante de sua sexualidade, escondendo dos pais e participando dos movimentos gays escondido. Mas tal fragmentação dos personagens fez o público ver várias facetas: entre elas de Getthin (Andrew Scott), que fala com a sua mãe a muito tempo devido ao preconceito dela, que por sua vez é casado com o extravagante Jonathan (Dominic West), que mais tarde descobrimos ser soro positivo; além da liderança do grupo feito pelo sempre agitado Mark (Ben Schnetzer). Vemos tbm a busca pela identidade das lésbicas com Steph (Faye Marsay). E aqui cabe a crítica sobre os movimentos femininos que acabam sendo sempre deixado pra depois diante dos demais. Ainda sobre o feminismo, temos a crítica em cima da interessante e carismatica Siân ( Jessica Gunnig), que era um jovem esposa ckm filhos, na qual recebeu conselhos de Jhonata para estudar, se capacitar, fazer o que ela quer, e nao der apenas dona de casa. Lógico que parecem conselhos óbvios ( mas que muitos e muitas ainda nao seguem), mas estamos falando de uma sociedade da década de 1980. De fato, a melhor parte do filme é quando finalmente existe o contato inicialmente dos gays com os mineiros, indo visitar em Gales e depois dos mineiros (especialmente as esposas deles) indo a Londres visitar os gays. É interessante perceber aqui, que aprendemos mais com o outro, o outro que me escapa, que nao posso compreender. Tiramos como exemplo quando Jhonata passou a ensinar alguns mineiros a dançar. De fato, o filme toca com maestria, na dose certa todos esse pontos. Considero o desfecho sendo o ápice, pois é quando se percebe que ambos os grupo ( mineiros e gays), precisam do mesmo "remédio": a descontração de valores culturais dominante e de reconhecimento políticos e social. No mais, temos atuações muito carismáticas destaco Jessica Gunning, Dominic West e Menna Trussler, a senhorinha que recebeu bem os gays e simpatizou muito com as lésbicas desde o primeiro momento. Trilha sonora marcante e embalante com o som de Smalltown Boy da banda britânica Bronski Beat.
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