Média
3,2
718 notas
5
17 críticas
4
13 críticas
3
25 críticas
2
12 críticas
1
9 críticas
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Filme medíocre, estória completamente sem nexo, atores/atrizes ruins, enfim, perda de tempo e paciência!
Desculpe-me Bruno Carmelo, mas esse filme que você tanto elogiou é uma porcaria!
Desculpe-me Bruno Carmelo, mas esse filme que você tanto elogiou é uma porcaria!
Nos quesitos fotografia e trilha sonora eu diria ótimo, do inicio até o meio o filme prende o espectador, deixa algumas coisas no ar, no entanto o enredo e a continuidade deixam muito a desejar, muitas coisas sem qualquer lógica e explicação.
Não se trata de um terror bobo e sim um terror psicologico,não há violencia e sim consciencia,devo fazer mal só porque a pessoa me fez mal?É um filme de questionamentos e muito suspense.
Sinceramente... Perdi o meu tempo vendo esse filme. Muito monótono e pouquíssimo suspense. Fiquei com vontade de que a personagem principal morresse logo nos primeiros 30min de filme. Muito furo de roteiro. Péssimo!!!
Filme péssimo, não entendo por que a crítica o elogiou. Realmente não tem nada de bom, uma perda de tempo lamentável.
Bacana. Um bom filme de terror e horror. Até que leve, com boa trama e elenco juvenil que deu conta do recado.
Não é o terror comum, é psicológico. Corrente do Mal é um filme de recursos simples, sem grandes efeitos. Seu terror se sustenta na ambientação, na trilha sonora e na atuação das personagens; todos esses elementos contribuem para seu clima de tensão constante, deixando o espectador sempre a espera de que algo o surpreenda. Só que não surpreende.
O filme apresenta em seu enredo inúmeras críticas à sociedade moderna, à juventude atual e muitas outras; aliás, o AdoroCinema fez um ótimo trabalho ao identificar cada uma dessas pérolas (vide a crítica do AC para entender o que digo). No entanto, devo admitir que assisti ao filme esperando sentir medo, algo que não se encontra em filme algum de terror hoje em dia (para isso, prefiro recorrer a jogos eletrônicos do gênero, que nunca me decepcionam).
O longa foca muito na tensão e nas críticas contemporâneas, e acaba deixando enredo e terror de escanteio. Do início ao fim esperamos algum tipo de resolução ou explicação dos acontecimentos, mas pelo ritmo do filme já é de se esperar que ele acabe sem nenhum tipo de conclusão concreta. É um final em aberto.
A tensão em si é razoável; as aparições vistas por Jay até davam um aperto no coração (principalmente o cara grandão de camiseta branca), e eu particularmente ficava preocupada por Jay, pensando se ela se salvaria, se o problema seria resolvido. Mas, no geral, o filme não chegou a me prender totalmente, a me imergir em sua trama.
Enfim, se você espera um filme de sustos, não acho que este seja o ideal; se você quer algo mais reflexivo, abstrato e minimalista, já encontrou. Infelizmente, não era isso que eu procurava, mas dou muitos pontos altos para a criatividade da premissa.
O que fiquei pensando depois de assistir e ler a crítica do AC é que todo filme é classificado em um gênero principal, mas nem sempre o gênero é o suficiente para classifica-lo. É terror psicológico simplesmente porque sim, mas para mim não foi exatamente isso. Filmes, seja qual for o gênero, são bem mais complexos do que se imagina, e às vezes nem mesmo o mundo do cinema, com suas classificações e regras, consegue desvendar por completo suas camadas.
O filme apresenta em seu enredo inúmeras críticas à sociedade moderna, à juventude atual e muitas outras; aliás, o AdoroCinema fez um ótimo trabalho ao identificar cada uma dessas pérolas (vide a crítica do AC para entender o que digo). No entanto, devo admitir que assisti ao filme esperando sentir medo, algo que não se encontra em filme algum de terror hoje em dia (para isso, prefiro recorrer a jogos eletrônicos do gênero, que nunca me decepcionam).
O longa foca muito na tensão e nas críticas contemporâneas, e acaba deixando enredo e terror de escanteio. Do início ao fim esperamos algum tipo de resolução ou explicação dos acontecimentos, mas pelo ritmo do filme já é de se esperar que ele acabe sem nenhum tipo de conclusão concreta. É um final em aberto.
A tensão em si é razoável; as aparições vistas por Jay até davam um aperto no coração (principalmente o cara grandão de camiseta branca), e eu particularmente ficava preocupada por Jay, pensando se ela se salvaria, se o problema seria resolvido. Mas, no geral, o filme não chegou a me prender totalmente, a me imergir em sua trama.
Enfim, se você espera um filme de sustos, não acho que este seja o ideal; se você quer algo mais reflexivo, abstrato e minimalista, já encontrou. Infelizmente, não era isso que eu procurava, mas dou muitos pontos altos para a criatividade da premissa.
O que fiquei pensando depois de assistir e ler a crítica do AC é que todo filme é classificado em um gênero principal, mas nem sempre o gênero é o suficiente para classifica-lo. É terror psicológico simplesmente porque sim, mas para mim não foi exatamente isso. Filmes, seja qual for o gênero, são bem mais complexos do que se imagina, e às vezes nem mesmo o mundo do cinema, com suas classificações e regras, consegue desvendar por completo suas camadas.
Não é um porno do terror, sem gritos, sem sangue jorrando, sem caretas e principalmente, sem atitudes idiotas da vítima. Perfeito!
Filme original e revolucionário para o gênero. A ideia de uma DST sobrenatural nunca deu tão certo. Além de trazer como protagonista Maika Monroe uma atriz com um óbvio futuro promissor nas telas.
Filme bacana gera um grande suspense, acredito que poderia explorar mais a historia que é bacana, saiu do cliché.
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