O Quarto de Jack
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Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

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5,0
Enviada em 3 de maio de 2019
Dirigido por Lenny Abrahamson e escrito por Emma Donoghue, baseado em seu livro homônimo. Room ou o Quarto de Jack centra-se em uma mãe Joy “Ma” Newsome (Brie Larson) e seu filho de cinco anos Jack (Jacob Tremblay) vivendo dentro de apenas quatro paredes, e, lentamente, transparecendo que ela foi mantida em cativeiro por sete anos, e teve um filho de seu sequestrador. Joy cria um mundo para Jack dentro de seus limites, sem contar a verdade sobre sua situação e o que está fora até que ele tenha idade suficiente para entender. Depois de tentativas frustradas de fuga no passado, mas agora com a ajuda de seu filho, ela dá outra chance à liberdade. Lindo, comovente, intenso, angustiante, um turbilhão emocional contínuo que nos deixa completamente envolvidos. Indicado ao Oscar como Melhor Filme, Diretor, Atriz e Roteiro Adaptado, levou a estatueta Brie Larson, uma atriz aqui, visceral. Um filme emocionalmente esmagador. O amor de mãe, filho e seus desdobramentos, em uma história atípica e repleta de reflexões.
Jake D.
Jake D.

101 seguidores 109 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
O Quarto de Jack... mais um dos grandes concorrentes ao óscar 2016, e na real, se dependesse de mim, esse filme seria o vencedor na categoria de melhor filme. Conta a história de Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) que vivem isolados em um quarto, mas um dia, Joy elabora um plano para os dois escaparem daquele lugar. Não vou revelar muito sobre a sinopse, pois é um filme que deve ser assistido, e principalmente, ser entendido. Brie Larson está incrível interpretando a mãe, parece até que ela realmente está em uma prisão infernal, ela precisa ganhar o óscar de melhor atriz. Mas com certeza, a melhor atuação é a do Jacob Tremblay atuando como Jack, é um personagem muito difícil de ser interpretado, mas ainda assim, o ator, mesmo sendo criança, consegue passar todas as emoções e sentimentos ao espectador. A direção do Lenny Abrahamson é ótima, ele acerta em praticamente tudo, só não acho que leva o óscar, pois acho que George Miller (Mad Max: Estrada da Fúria) e Tom McCarthy (Spotlight) foram um pouco melhores. Outro ponto positivo, é o roteiro que é extremamente bem escrito, não há nenhum furo e os diálogos são muito bem estruturados. A fotografia é muito boa, são cores sem vida que combinam muito bem com o ambiente. A trilha sonora também é incrível, funciona perfeitamente, tanto nos momentos mais emocionantes, como nos momentos mais tensos. O Quarto de Jack é um lindo filme, é original, comovente e emocionante. Merece o óscar de melhor filme. Recomendo!
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de março de 2016
Uma das maiores sacadas de O Quarto de Jack, filme dirigido por Lenny Abrahamson, é colocar como narrador principal de sua história o pequeno Jack (Jacob Tremblay), de 5 anos. É a sua visão particular e inocente de mundo, construída principalmente pelos valores e conhecimentos que lhe são passados pela mãe (Brie Larson, em performance vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz) que atenuam, em muito, a vida de sofrimento e de isolamento à qual eles estão confinados.

A mãe de Jack, quando era adolescente, foi sequestrada por um homem e, desde então, mantida em cativeiro num quarto que mais parece um bunker preparado para uma grande guerra. Do “relacionamento” mantido entre Ma e seu algoz, o homem a quem conheceremos como Old Nick (Sean Bridgers), nasceu Jack. Além de encontrar no filho uma fonte de amor e uma companhia diante de tanto sofrimento e isolamento, Ma enxerga em Jack a sua tábua de salvação.

Baseado no livro escrito por Emma Donoghue (que também adaptou a história para a grande tela), O Quarto de Jack é um filme que ganha um fôlego extra a partir do momento em que retrata a readaptação de mãe e filho a uma vida normal, já quando eles se encontram livres do quarto. Se, para Ma, a volta ao mundo é o momento em que ela entra num choque de realidade em que ela é obrigada a confrontar tudo aquilo que ela foi obrigada a esconder durante o tempo em que viveu confinada; para Jack, a nova vida é um momento de descobertas, em que fica revelado claramente o que já estava subentendido desde o início do filme: a força de Ma sempre veio do filho. Se ela sobreviveu àquilo, foi porque Jack estava com ela.

Por isso mesmo, é certo dizer que a alma e o coração de O Quarto do Jack é a atuação do pequeno Jacob Tremblay, de 10 anos. O jovem ator, que merecia, sim, ter sido indicado ao Oscar 2016 de Melhor Ator Coadjuvante, demonstra uma maturidade emocional incrível para entender a personalidade de alguém único como Jack. Se Brie Larson foi imbatível durante a temporada de premiações 2015-2016 foi porque ela tinha um parceiro à altura, alguém que elevou a sua atuação a outro nível. Ainda bem que ela demonstrou, nos seus discursos, toda a gratidão a Tremblay.
Matheus D
Matheus D

30 seguidores 31 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2017
A Temporada de Oscar se inicia novamente, e nela nós torcemos para que nossos filmes favoritos entrem na premiação, porém também conhecemos filmes que até então não conhecíamos antes deles aparecerem nela. E foi desse jeito que conheci o maravilhoso “O Quarto De Jack”.
O filme é baseado em um livro escrito por Emma Donoghue que também é a roteirista do filme. Eu não li o livro e nem o conhecia, mais já consegui perceber a qualidade dessa obra só vendo o filme. A história desse filme é forte e muito cativante, você desde o início do filme já se encanta pelo Jack, uma criança de 5 anos que nunca saiu do quarto em que é mantido refém junto com sua mãe chamada Joy que foi sequestrada quando ela era mais jovem e ficou lá desde então até o Jack nascer. O filme já estabelece desde o início a carga de culpa que a Joy sente, mais ainda mostra todo o amor que ela sente pelo Jack, tanto que ela nunca contou sobre o mundo para ele e o garoto acha que todo o mundo é só o quarto. O primeiro ato é todo focado na rotina deles dentro daquele quarto, e é tudo muito claustrofóbico, já o segundo ato foca na volta deles ao mundo, o choque do Jack ao descobrir o mundo e o conflito interno da Joy.
O roteiro desse filme é perfeito, afinal o filme é escrito pela própria autora do filme por tanto ela tem total controle do que ela está fazendo. Ele desenrola seus dois personagens muito bem e de maneira extremamente natural, principalmente o Jack, ele tem alguns diálogos sensacionais onde ele narra tudo que ele vê e pensa sobre as descobertas dele criando uma empatia muito grande por esse garoto, e a Joy mesmo após sair do quarto ela não termina muito feliz, pois ainda sofre pelas consequências do que passou no quarto e de ter mentido ao seu filho todo esse tempo, e mesmo sempre agindo como mãe pra ele ela nunca esquece os problemas que ela passou. O foco do filme é na jornada dos dois e ela é tão forte emocionalmente, que só se você for um robô você não vai ser comovido, esse é um dos filmes mais emocionantes e um dos que mais chorei em toda a minha vida.
Os dois atores principais estão fenomenais, os dois tem uma das melhores químicas de mãe e filho que eu já vi. O Jacob Tremblay é uma surpresa gigantesca pois não há um momento que parece uma interpretação você acha que realmente é uma criança passando por tudo aquilo ele foi super injustiçado no Oscar. E quanto a Brie Larson se ela não ganhar o Oscar de Melhor Atriz (e ela ganhou) não há justiça no mundo, pois é uma das melhores interpretações femininas que eu já vi na minha vida.
A direção do Lenny Abrahamson esta certinha, ele soube trazer o livro do jeito certo pro cinema, e fez um trabalho tecnicamente muito coerente com o filme, especialmente na fotografia, que começa bem morta e de tons escuros para representar toda a claustrofobia do quarto, passando pra algo bem claro e estranho para representar o estranhamento de Jack com o mundo. E a trilha é bem contida e minimalista, e que vai se tornando mais forte e notável com o tempo.
“O Quarto de Jack" um filme muito forte, comovente, incômodo porém extremamente recompensador, com uma história fantástica, ótima direção e atuações centrais brilhantes. Justíssima indicação ao Oscar, e sem dúvida um dos melhores filmes de 2015.
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de outubro de 2018
Merecedor ganhador do Oscar. Um filme forte falando de cativeiro por muitos anos, baseado em fatos reais. A atriz principal e a criança estão esplêndidos. Filme muito bem dirigido e executado. Diferente de outros filmes de Oscar, não é monótono.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2016
‘O Quarto de Jack’ (2015) é com certeza um dos filmes mais emocionantes selecionados para concorrer ao Oscar em 2016. A temática é tão pesada quanto a abordada por ‘12 Anos de Escravidão’ em 2014. No entanto, a forma como o primeiro citado foi construído é até mais angustiante do que foi no segundo longa mencionado. Não que a realidade seja mais terrível em um do que em outro, porém o ambiente claustrofóbico em que se passa ‘Room’ (no original) e o fato de um dos personagens principais se tratar de uma criança, deixa a atmosfera narrativa ainda mais tensa.
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O enredo já coloca o público dentro do drama dos personagens logo de início. O espectador se sente desconfortável nas primeiras cenas ao notar o quão pequeno é o quarto em que os dois vivem, principalmente as pessoas que tiverem maiores níveis de claustrofobia. Ainda que o foco narrativo seja pela perspectiva do menino Jack (Jacob Tremblay), que nos conta tudo de uma forma “doce”, com sua voz “suave”, nos fazendo esquecer da realidade terrível em que se encontram, em alguns momentos. O que começa quase lúdico, em seguida vai para o trágico quando temos certeza de que ele e a mãe Joy (Brie Larson) são reféns e que o garoto é filho de uma jovem sequestrada que já vem sofrendo abusos há sete anos.
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E se já estávamos angustiados, nos imaginando dentro do quarto com eles, quando o garoto tem que se trancar dentro de um pequeno guarda-roupas, enquanto a sua “Ma” (como o pequeno Jack chama sua mãe) é mais algumas vezes abusada, nós entramos em desespero. Mesmo que saibamos que ele não tem noção do que está acontecendo, isso não diminui nosso sofrimento. E a cada interação do menino com o “pai/sequestrador” nós voltamos a ficar tensos. E o ápice deste turbilhão de angústias que passamos é quando as vítimas arquitetam sua fuga e temos quase certeza de que tudo vai sair errado.
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Dirigido por Lenny Abrahamson, conhecido por ‘Frank’ (2014), que tinha no elenco Michael Fassbender, Domhnall Gleeson e Maggie Gyllenhaal. Em seu trabalho anterior Abrahamson já nos fazia lidar com sentimentos opostos ao nos apresentar um personagem líder de uma banda, que nunca tirava uma grande “cabeça/máscara”. Nós simpatizávamos com o cantor Frank, mas no decorrer da narrativa o estranhamento nos levava a sentir pena dele. A diferença entre os dois filmes é que em ‘Frank’ tínhamos o personagem de Gleeson (Jon Burroughs), que nos guiava pela curiosa experiência. Já em ‘O Quarto de Jack’ o roteiro e os movimentos de câmera do diretor nos colocam dentro do quarto, nós somos as testemunhas diretas sem intermediário, fazendo com que nos sintamos tão presos e aflitos quanto os personagens cativos.
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Dentro do quarto o ponto de vista do menino é representado sempre por planos fechados e closes dos rostos ou de objetos do ambiente, representando sua perspectiva minimalista. Os enquadramentos só são mais abertos, a medida do possível, quando estão na mãe, que apesar de trancafiada tem uma percepção maior do mundo. As cenas externas ao quarto são de ambientes maiores, a câmera vai ampliando os enquadramentos representando o que é a sensação de liberdade fora daquele cativeiro. Conforme passa o tempo e o menino vai aprendendo mais sobre o mundo, a câmera vai se afastando mais dele, refletindo o aumento de seus horizontes.
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As atuações de Brie Larson e do pequeno Jacob Tremblay são impecáveis. Larson encarna perfeitamente a mãe jovem forçada, abatida pelos anos no cativeiro e que tem na sua relação com a criança uma forma de não enlouquecer e se entregar a depressão. Tremblay é cativante, com suas reflexões de criança que não sabe que seu mundo é muito pequeno, até por que desconhece que existe um maior lá fora, quase como “O Pequeno Príncipe” em seu planetinha, pois a mãe o manteve num mundo particular por não saber se um dia eles sairiam. Seus sentimentos são como o de qualquer criança, ele fica feliz com as brincadeiras simples que tem com a mãe e se irrita quando é contrariado. Suas percepções se alteram drasticamente, quando Joy resolve lhe contar a verdade de suas condições de prisioneiros, com a intenção de que ele colabore com as suas fugas.
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As metáforas visuais são muito bem utilizadas, como quando o menino consegue sair da pequena prisão e ver a imensidão do céu, que antes enxergava por uma pequena claraboia, quase como se fosse seu segundo nascimento. Seu próximo ambiente fechado depois do quartinho é um amplo e envidraçado quarto, o que contrasta totalmente com sua morada anterior. E descobrimos que a liberdade e um ambiente maior e desconhecido a ser explorado, também pode causar medo. Quando os dois interagem com outras pessoas, somos levados a refletir sobre as relações familiares e de maternidade, pois nem todos lidam facilmente com uma criança gerada num estupro.
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Apesar de a nossa sensação de tensão diminuir quando os dois saem da condição de cativos, a crise emocional não é menor. A mãe, que era apenas uma adolescente de 17 anos ao ser sequestrada, tem que lidar com um lapso de sete anos em sua vida, onde todos a sua volta seguiram a diante construindo uma vida sem ela. O menino tem que lidar com uma gama muito grande de novas experiências, que em um ambiente normal ele teria mais tempo para se ambientar durante seus 5 anos de idade, recém completados. Por sorte a mãe conseguiu manter o menino saudável com uma capacidade cognitiva imensamente melhor que a de “Kaspar Hauser”. Entretanto Joy não é poupada do julgamento moral, quando resolve encarar a mídia, que quer explorar sua experiência trágica, levando-a a se questionar sobre o tratamento que deu ao filho durante os anos no cativeiro.
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‘O Quarto de Jack’ já desponta como um dos melhores dramas de 2015/2016, provavelmente é um dos mais eficazes dos últimos anos, em proporcionar sentimentos fortes em quem o assiste. Por mais insensível que um espectador possa ser, dificilmente ficará indiferente durante e ao final do filme. Certamente é uma experiência que não poupa o público de sentimentos conflitantes e contraditórios, que vão da tristeza a extrema euforia, porém assistir a obra é uma jornada inegavelmente gratificante no final. Indicado aos Oscar de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz e Melhor Roteiro Adaptado, dificilmente sairá sem ganhar algum, com grandes chances para Brie Larson, apesar de ter a difícil missão de vencer Cate Blanchett, Saoirse Ronan, Charlotte Rampling e Jennifer Lawrence.
Barboza Wagner
Barboza Wagner

47 seguidores 58 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2016
Um filme belo e tocante. Surpreendente.

Conta a historia de Jack e sua mão Joy que esta presa por ter sido sequestrada a 7 anos em um quarto. Jack, fruto desse relacionamento, nunca esteve fora do quarto, tendo noção do que é mundo pelo que ele vê na tv e nos desenhos, mas, ainda sim, não tem a ideia da imensidão do universo.

A atuação de Brie Larson e Jacob Tremblay estão perfeitas.
O roteiro a direção estão impecáveis, arrisco dizer que uma das melhores adaptações que já vi no cinema.

O filme é extremamente emocionante, lindo, audaz. Todos devem conferir.
Anderson A
Anderson A

28 seguidores 87 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de junho de 2016
O que mais dizer dessa bela adaptação? Já disseram quase tudo, mas não podemos deixar de afirmar que é um dos melhores dramas claustrofóbicos já feitos. Interpretação impecável desses dois atores centrais "mãe e filho", você assiste e sai para abraçar sua família e beijar aqueles que ama, FENOMENAL!
Danielle M.
Danielle M.

25 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Que filme mais lindo! Sério. Apaixonada por ele. Apaixonada por esse ator que interpretou Jack. Academia do Oscar, por favor, comece a considerar a premiação pra crianças, pelo amor de Deus! Tem muita criança trabalhando melhor que adulto aí e esse menino é prova disso. Excelente atuação!
A história do filme também é super bacana e mostra o quanto o amor de mãe e filho pode superar todos os obstáculos. É perfeito, assistam!
Ricardo L.
Ricardo L.

63.286 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de abril de 2020
Um filme maravilhoso! sem palavras o que me representa esse obra cinematográfica, um roteiro estupendo, atuações fora de serie da ganhadora do óscar Bri Larson e menininho Jacob Tremblay, que com certeza mereceria uma indicação ao óscar, uma pena a academia não ter pelo menos lhe indicado, esse filme mostra a beleza da liberdade em todos os requisitos plausíveis e da relação muito bonita de mãe e filho! esse pra mim é um dos melhores filmes de 2016!
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