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Dagoberto M.
262 seguidores
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3,0
Enviada em 14 de maio de 2017
Existem filme que ou você ama de vez ou já cria uma antipatia desde o início, desculpe mas toda monotonia do inicio e a falta de clima fez eu não gostar tanto do filme
Uma história profunda... Impossível não tocar. Saber que aconteceu e que viveram assim... É realmente triste, a atuação é sim espetacular. Porém o filme em si tornou-se exaustivo.
Um filme sobre sequestro diferente do que estou acostumado assistir. Um drama que não é chato e pegajoso. Destaque para o guri que interpreta o Jack,muito talentoso apesar da pouca idade. Recomendo!
Um bom filme, mas não o suficiente para ganhar o Oscar 2016. Um drama social envolvendo uma mãe e um filho que viveram 7 anos em cativeiro. É bem feito e a atuação do ator que fez o papel de Jack é muito boa. Brie Larson, que fez o papel da mãe também fez uma boa atuação, mas não o suficiente para o grande prêmio. O filme é interessante e apresenta algumas curiosidades da da vida em cativeiro, de um adulto e de uma criança. Vale a pena.
A atuação do menino é perfeita. E acredito que o principal foco do filme seja transmitir ao telespectador a visão do mundo com base no olhar da criança, nesse ponto foi impecável. No mais, o filme é simples. Nada muito profundo, acontecimentos rápidos, algumas pontas soltas na história.
O filme é baseado em uma obra literária, que com certeza deve ser muito mais envolvente, pois não o li. Aborda a história de mais um cárcere privado nos EUA, quando um homem rapta uma mulher e a deixa vivendo num galpão, como sempre ele a tem como escrava sexual e geram um filho, isso perdura por 7 anos. O filme nos traz o sentimento de proteção da mãe para com o filho, os sacrifícios que ela faz, os ensinamentos básicos de uma pessoa, inclusive o fazendo pensar que o mundo é aquilo que vivem, para que o garoto não se padeça. A obra consegue transparecer a essência de uma alma infantil, a inocência e o ato de conhecer o mundo por parte de uma criança, e isto é o que traz o sentimento de delicadeza e ternura do filme. Tudo isso é demonstrado durante a permanência no spoiler: (e o pós) quarto. O filme foi bem feito e produzido, creio que para o que ele pretendia fora perfeito, ou quase. Com certeza recomendo.
O tema é agoniante e singular, o que já o torna um filme diferente. Mas não é só isso. O Quarto de Jack contém um roteiro incrível e ótimas atuações, que o elevam a outro patamar. spoiler: O fato de o filme não acabar com a fuga e mostrar os atos posteriores a esse evento traz outra dinâmica a esse filme, mostrando que uma história não acaba após o fim de determinados eventos.
Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade. Bom filme, emocianante, uma historia muito interessante, bom elenco, Brie Larson estao otima, mais para mim quem rouba a cena e o Jacob Tremblay na minha opniao merecia uma indicaçao ao oscar de melhor ator, eu acho muito dificil O Quarto de Jack leva o oscar de melhor filme, mais deve leve alguns oscar tecnicos como de melhor atriz, Recomendo. Nota 8,7
O QUARTO DE JACK O reconhecimento das coisas começa no berço. A criança começa a ter contato com várias coisas, aprendendo a denominar cada objeto e a entender sua serventia. Aquilo que uma pessoa nunca viu, é como se não existisse. É a forte ligação entre mãe e filho na primeira infância. A criança precisa desse aconchego, porém a mãe não pode esquecer que seu filhou vai se tornar adulto e que deverá se preparar para agir de forma autônoma. Disso decorre a necessidade de que sejam feitos todos os esforços para formar seres humanos de qualidade, autônomos, atentos, com raciocínio lúcido e clareza no pensar, aprendendo vendo e fazendo, com a visão da vida ampliada através de reflexões intuitivas, para que se libertem de tudo que é falso, e tenham uma vida construtiva e beneficiadora. As crianças adquirem grande parte de seu aprendizado na televisão, vendo o que é real e o que é imaginário ou falso, mas nem sempre conseguem distinguir um do outro, como é caso do menino Jack, que até os cinco anos nunca tinha saído do pequeno quarto onde vivia com sua mãe. Quando Jack atravessou a porta, pôde ver o lado concreto da vida. No entanto, viu coisas que não o agradaram. Jack foi sendo introduzido no mundo do consumo. Embora o confinamento em que vivia fosse uma aberração limitadora, ele recebeu boa educação, sua mãe lia estorias para ele. Sabia que vivia na Terra, um planeta azul e verde, porém ninguém lhe dava explicações sobre o significado da vida; sobre a razão de estar neste planeta; de onde viemos e para onde iremos.
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