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Anne S
13 seguidores
65 críticas
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3,0
Enviada em 26 de agosto de 2017
"O Quarto de Jack tem a seu favor a badalação quanto à historia, roteiro, narrativa, Brie Larson... Mas não passa de um filme que revela apelação a sentimentalismo barato, feito para encher resenhas e criticas sobre psicanalise, psicologia ( que não são a mesma coisa) e para eleger um rosto novo ao Oscar, Brie Larson. Conseguiu, mas o unico bom fator foi o ator mirim que deveria ser indicado não como coadjuvante, mas como principal. Fator bem alinhavado pela Academia, ou Leo Di Caprio sairia de mãos abanando de novo. Brie Larson sozinha não seria uma boa Joy, o menino lhe serviu de escada. Nada relevante o filme, bem mais do mesmo, muito clichê e sentimentalismo.
Existem filme que ou você ama de vez ou já cria uma antipatia desde o início, desculpe mas toda monotonia do inicio e a falta de clima fez eu não gostar tanto do filme
Um filme sobre sequestro diferente do que estou acostumado assistir. Um drama que não é chato e pegajoso. Destaque para o guri que interpreta o Jack,muito talentoso apesar da pouca idade. Recomendo!
Uma história profunda... Impossível não tocar. Saber que aconteceu e que viveram assim... É realmente triste, a atuação é sim espetacular. Porém o filme em si tornou-se exaustivo.
O filme é baseado em uma obra literária, que com certeza deve ser muito mais envolvente, pois não o li. Aborda a história de mais um cárcere privado nos EUA, quando um homem rapta uma mulher e a deixa vivendo num galpão, como sempre ele a tem como escrava sexual e geram um filho, isso perdura por 7 anos. O filme nos traz o sentimento de proteção da mãe para com o filho, os sacrifícios que ela faz, os ensinamentos básicos de uma pessoa, inclusive o fazendo pensar que o mundo é aquilo que vivem, para que o garoto não se padeça. A obra consegue transparecer a essência de uma alma infantil, a inocência e o ato de conhecer o mundo por parte de uma criança, e isto é o que traz o sentimento de delicadeza e ternura do filme. Tudo isso é demonstrado durante a permanência no spoiler: (e o pós) quarto. O filme foi bem feito e produzido, creio que para o que ele pretendia fora perfeito, ou quase. Com certeza recomendo.
As atuações fazem o filme ser bom. Brie Larson e Jacob Trembley são absolutamente incríveis! Porém, o roteiro é mal-adaptado. Algumas coisas não ficam tão claras para quem não leu o livro e o que era para ser emocionante, torna-se algo confuso.
O QUARTO DE JACK O reconhecimento das coisas começa no berço. A criança começa a ter contato com várias coisas, aprendendo a denominar cada objeto e a entender sua serventia. Aquilo que uma pessoa nunca viu, é como se não existisse. É a forte ligação entre mãe e filho na primeira infância. A criança precisa desse aconchego, porém a mãe não pode esquecer que seu filhou vai se tornar adulto e que deverá se preparar para agir de forma autônoma. Disso decorre a necessidade de que sejam feitos todos os esforços para formar seres humanos de qualidade, autônomos, atentos, com raciocínio lúcido e clareza no pensar, aprendendo vendo e fazendo, com a visão da vida ampliada através de reflexões intuitivas, para que se libertem de tudo que é falso, e tenham uma vida construtiva e beneficiadora. As crianças adquirem grande parte de seu aprendizado na televisão, vendo o que é real e o que é imaginário ou falso, mas nem sempre conseguem distinguir um do outro, como é caso do menino Jack, que até os cinco anos nunca tinha saído do pequeno quarto onde vivia com sua mãe. Quando Jack atravessou a porta, pôde ver o lado concreto da vida. No entanto, viu coisas que não o agradaram. Jack foi sendo introduzido no mundo do consumo. Embora o confinamento em que vivia fosse uma aberração limitadora, ele recebeu boa educação, sua mãe lia estorias para ele. Sabia que vivia na Terra, um planeta azul e verde, porém ninguém lhe dava explicações sobre o significado da vida; sobre a razão de estar neste planeta; de onde viemos e para onde iremos.
A história é boa, a ideia é original. Quanto ao filme, não tem emoção, tudo vai dando certo para os mocinhos ao longo da jornada. Nenhuma tentativa frustrada de fugir, nenhum castigo maldoso por tentar fugir (que eu tanto temia), nenhuma reviravolta depois que sairam do quarto. Nada. Pareceu um documentário, um ótimo relato, mas nada mais que isso.
Joy (Brie Larson) e seu filho Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick (Sean Bridgers), que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local, mas não vê a hora de deixá-lo. Para tanto, elabora um plano em que, com a ajuda do filho, poderá enganar Nick e retornar à realidade. Bom filme, emocianante, uma historia muito interessante, bom elenco, Brie Larson estao otima, mais para mim quem rouba a cena e o Jacob Tremblay na minha opniao merecia uma indicaçao ao oscar de melhor ator, eu acho muito dificil O Quarto de Jack leva o oscar de melhor filme, mais deve leve alguns oscar tecnicos como de melhor atriz, Recomendo. Nota 8,7
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