O Quarto de Jack
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4,6
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234 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Jack nasceu no cativeiro, filho de sua mãe aprisionada e abusada pelo sequestrador que a mantém por mais de 5 anos no cativeiro, até que ela simula a morte do filho, que escapa e pede ajuda. A perspectiva do filme é a partir de Jack e portanto, os dramas da mãe e avós, São tratados com superficialidade e de forma descontínua. A fuga parece inverossímil, mas a estória vale a pena.
Thiago C
Thiago C

172 seguidores 152 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
Sensível, filme surpreende pela boa direção de Lenny Abrahamson e pelas brilhantes atuações de Brie Larson e Jacob Tremblay num elo de amor entre mãe e filho que nem mesmo a perda da inocência é capaz de romper.
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2016
O mundo novo e alcançável de Jack 
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Imagine passar por esta situação em sua vida: uma jovem é sequestrada, há sete anos, quando voltava da escola, e desde então vive isolada em um quarto, enjaulada em um cativeiro já sem esperanças de um dia sair de lá. Ela acaba tendo um filho do sequestrador e, só quando ele completa 5 anos, resolve contar pra ele que existe um mundo cheio de vida do lado de fora das sólidas quatro paredes que os cercam. Até então, o ingênuo menino acreditava (por meio das histórias da protetora mãe) que o mundo real era só aquilo ali. A TV transmitia-se sonhos; fora dali era "apenas" o espaço sideral. A esperança ressurge muito forte quando os dois começam a tramar um plano para enganar o vilão e, enfim, explorar um novo mundo, ter a possibilidade de viver uma nova história em cenários inexplorados. Esse é o mote do filme "O Quarto de Jack", do diretor irlandês Lenny Abrahamson e indicado a quatro categorias do Oscar 2016, incluindo Melhor Filme, um dos longas mais emocionantes das premiações deste ano.

Desde o início, você se vê dentro do filme e acompanha a angústia de Ma (Brie Larson, vencedora do Globo de Ouro, em atuação brilhante) e do pequeno Jack (Jacob Tremblay, em atuação mais surpreendente ainda). Você tem essa percepção de proximidade talvez pela pessoalidade da narração, feita pelo doce menino, ou até mesmo por imaginar a dor de se viver dentro de um pequeno quarto de dez metros quadrados sem nem saber o que tem lá fora. Você se emociona quando Jack fala de Lucky, o seu cachorro imaginário, quando ele dá "bom dia" para os objetos do quarto, quando olha para a janela no teto e vê apenas o azul do céu disfarçado de infinito. Não há mais nada além disso. Mas na cabecinha dele, sim. Há um mundo de sonhos longínquos, como na mente de qualquer criança. Só que, na de Jack, esse mundo é totalmente inalcançável. Até o dia em que ele se vê na obrigação de enfrentar, sozinho, o mundo novo - no plano, ele fugiria sozinho e pediria ajuda para socorrer a mãe.

Se para nós, que vivemos normalmente, sem cativeiros ou traumas, sair da zona de conforto é tão difícil, é tão amedrontador, imagine na cabeça de uma criança de 5 anos que não sabe mesmo o que vai encontrar pela frente. Dentro dessa lógica, não há paralelo melhor do que essa reflexão que um fotógrafo amigo meu, Diego Moreira, fez em uma rede social após ver esse filme. "'O Quarto de Jack' é uma analogia sobre cada um de nós. Vivendo em espaços confortáveis, amedrontados pelo que não conhecemos e, logo depois, surpresos por descobrir que tudo que gera medo, na maioria das vezes, pode ser bonito e surpreendente (...). Uma história sobre a vontade de fugir, a obrigação de ficar, o receio de arriscar, as consequências de escolher e a necessidade de se despedir". Não é perfeito? Se você assistir ao filme, então, vai fazer ainda mais sentido.

Diariamente, somos obrigados pela vida a sermos melhores, a superarmos o que passou e seguirmos em busca de um sonho possível. Você, amedrontado em seu quarto escuro e frio, na sua opressão emocional, não vai a lugar algum. O bonito e o surpreendente, o novo e o admirável, estão logo ali, mas é preciso lutar para se chegar lá. E, às vezes, essa luta nem é tão árdua assim. A nossa cabeça é que borbulha demais... O mapa do tesouro das grandes descobertas da vida está disponível pra download aí na sua caixola na pasta de gratuitos. Com a ajuda da analogia ali atrás, consegui desvendar os códigos desse mapa, e ele diz algo que está estampado na nossa cara: se a "vontade de fugir" é maior que a "obrigação de ficar", não tenha esse "receio de arriscar"; pule as "consequências de escolher", entenda a "necessidade de se despedir" e, assim como o pequeno Jack, abrace a alegria de se viver. É assim nos filmes, com certeza é melhor ainda na vida.
Daniel R.
Daniel R.

9 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2016
Um filme forte, que retrata o amor mais sublime: o amor de mãe e filho.
Esse amor salva os dois em um lugar e situação aparentemente sem esperança. Vale a pena ver! Uma experiência psicológica.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de abril de 2020
Um filme maravilhoso! sem palavras o que me representa esse obra cinematográfica, um roteiro estupendo, atuações fora de serie da ganhadora do óscar Bri Larson e menininho Jacob Tremblay, que com certeza mereceria uma indicação ao óscar, uma pena a academia não ter pelo menos lhe indicado, esse filme mostra a beleza da liberdade em todos os requisitos plausíveis e da relação muito bonita de mãe e filho! esse pra mim é um dos melhores filmes de 2016!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
-Filme assistido em 12 de Fevereiro de 2016
-Nota 9/10

Já vou logo adiantando,"O Quarto de Jack" é um dos mais emocionantes filmes dessa tenporada de premiação.
Novamente, o diretor Lenny Abrahamson faz um filme belo.Depois de "Frank",outro filme com a temática familiar, algo que é visto do começo até o fim nesse seu novo filme.

Na trama,temos a história de Jack - vivido perfeitamente por Jacob Tremblay- um garoto sonhador, recém completado 5 anos de idade,que mora apenas com sua mãe, em quarto de aproximadamente 10 metros quadrados.Ficamos impressionado com a maneira em que ambos vivem dentro de algo tão minúsculo,apenas com uma televisão,livros e sonhos.O problema,é que o garoto a cada dia aumenta sua curiosidade para conhecer o mundo além da porta trancada a sete chaves. Um fato que acaba desgastando sua mãe Joy -também vivida brilhantemente por Brie Larson- que a cada dia tenta bolar um plano para que,pelo menos seu filho saia daquela situação.

As atuações dispensa comentários.Como eu já disse,me impressionei com o pequeno Jacob. O garotão dá uma aula de interpretação. Ele chora, grita,sorri...tudo em um único pacote.Sua "mãe" não fica para trás. Brie vive um drama fortíssimo. Em alguns momentos fica em segundo plano,mas também emociona bastante com sua personagem. Duas indicações merecidas.

Em relação ao filme.Podemos dividir ele em duas partes.O primeiro ato, temos o drama familiar quando mãe e filho são mantidos quase que reféns de um pequeno quarto.Na segunda parte,vivemos uma nova fase,com a dupla já desfrutando da liberdade.Nessa parte,podemos perceber que o garoto Jack nasce novamente.Conhece as cores do mundo real,objetos novos e novas pessoas.Uma virada sensacional.

Pra quem gosta de se emocionar fácil com um longa,essa é uma boa pedida.
Danielle M.
Danielle M.

25 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Que filme mais lindo! Sério. Apaixonada por ele. Apaixonada por esse ator que interpretou Jack. Academia do Oscar, por favor, comece a considerar a premiação pra crianças, pelo amor de Deus! Tem muita criança trabalhando melhor que adulto aí e esse menino é prova disso. Excelente atuação!
A história do filme também é super bacana e mostra o quanto o amor de mãe e filho pode superar todos os obstáculos. É perfeito, assistam!
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2016
Uma absurda atuação infantil. Digna de todos os prêmios que ganhar e de outros que não ganhar. Um filme denso que explora um lado pouco visto... o pós cárcere. Um filme grandioso.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de fevereiro de 2016
Um bom filme, mas não o suficiente para ganhar o Oscar 2016. Um drama social envolvendo uma mãe e um filho que viveram 7 anos em cativeiro. É bem feito e a atuação do ator que fez o papel de Jack é muito boa. Brie Larson, que fez o papel da mãe também fez uma boa atuação, mas não o suficiente para o grande prêmio. O filme é interessante e apresenta algumas curiosidades da da vida em cativeiro, de um adulto e de uma criança. Vale a pena.
Carlotha S.
Carlotha S.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2016
O filme nos surpreende, pois o foco é na família constituída ali no ambiente restrito, há um sufocamento de emoções perceptível através das expressões da atriz (sensacional) Brie Larson. O espectador cria certa expectativa sobre os acontecimentos do filme, mas se contenta com o que o enredo nos mostra, que é o suficiente.
Amor incondicional, superação, canalização da dor e da solidão, dificuldade de relacionamento, são sensações que é possível encontrar neste filme intenso e profundo.
O filme e os artistas são excelentes, Brie Larson merece muitooooooooooo o Oscar. E o filme, se ganhar, será merecido também.
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