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João Marcos P.
20 seguidores
5 críticas
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4,0
Enviada em 11 de julho de 2016
Apesar do filme não ter se aprofundado em certos assuntos que foram despertados pelo roteiro, como : - O impacto social da criança com o mundo, e as questões mais psicológicas da mãe... O filme consegue prender bem a partir do segundo ato... Com uma pegada calma e sufocante o filme consegue carregar a história de maneira inteligente até o final...
O melhor filme de 2015 na minha opinião. Esse filme tem tudo, roteiro incrível, fotografia linda, atuações fantásticas que com certeza vão render a Brie o oscar de melhor atriz principal. A atuação do menino Jack também é desconcertante, simplesmente perfeitos. Sobre a história, começa com você um tanto quanto perdido, se perguntando porque estão no quarto, o que aconteceu para estarem em tal ambiente sem poder nunca sair? Quem é o velho Nick? Quando todas as dúvidas são tiradas você leva um chute no estômago e fica chocado, pois você não imaginaria tal coisa. O filme faz com que você entre na pele do pequeno Jack e sinta a sua aflição e dificuldade de lidar com o mundo exterior ao sair de um ambiente que ele considerava seguro mas não fazia ideia do que realmente significa o tal quarto. Esse é o tipo de filme que te faz pensar muito sobre a vida, sobre o quanto essa mulher sofreu e o quão foi forte. É o tipo de filme que acrescentou algo na minha vida e me fez chorar rios e rios. Mais do que perfeito, sem palavras.
Incrivelmente tocante, você consegue sentir a angustia dos personagens, a zona de conforto imaginaria criada por Jack é de tocar o coração. Filme extremamente bem desenvolvido do começo ao fim, mostra durante e depois do drama e as consequências dele na vida de todos que os cercam. Emocionante, te faz refletir e ser grato por apenas poder ver o mundo de fora do nosso quarto.
No decorrer da minha vida, vi pouquíssimos filmes colocar o espectador na pele do personagem, e para mim "O Quarto de Jack" conseguiu tal proeza. Você sente o clima claustrofóbico e angustiante da mãe, e ao mesmo tempo consegue respirar aliviado com o mundo perfeitamente normal fantasiado pelo filho, a divergência de ambos, enfatizando a pureza da criança como "A salvação" de toda aquela situação, fez do filme uma das maiores surpresas que já vi nos últimos anos. Atuação absurda de Jacob Tremblay que não foi indicado ao Oscar, isso denota a credibilidade sempre duvidosa dessas nominações. E Brie Larson dando um show de interpretação. Já faturou o Globo de Ouro, falta só o Oscar, que certamente ela ganhará. Filme recomendadíssimo
Um quarto. Duas pessoas. Uma mãe. Um filho. Um mundo dentro de um pequeno espaço. Muitas emoções. Muitas verdades. Coragem. Redenção. O Quarto de Jack é desses filmes líricos e ao mesmo tempo avassaladores. Ma (Brie Larson) vive com seu filho, o pequeno Jack (Jacob Tremblay) trancados num pequeno quarto, com uma única entrada de luz de uma claraboia. A trama gira na relação dos dois no cativeiro que são mantidos e continua até quando eles são encontrados. Apesar de ter cara de uma história real, não é, mas poderia ser. E se fosse teria a mesma força desta obra. E mesmo com toda a sutileza da direção e do roteiro, que nunca cai no sentimentalismo gratuito, o drama deve seu sucesso aos dois atores principais. A química entre eles é de uma naturalidade impressionante. A força da atriz que dá vida a mãe (uma jovem abusada durante anos), para oferecer uma vida normal para seu filho, e depois sua queda quando se vê livre, com culpa, rancor, frustrada com a vida perdida, é lindo e emocionante. Curiosidade. Indicado a 4 Oscar. Melhor Filme, Melhor Atriz (Brie Larson), Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado. Outra Curiosidade. Em 126º lugar entre os 250 melhores filmes segundo o site IMDB. Nota do público: 8.3 (IMDB) Nota dos críticos: 95%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $12 milhões* Mundo - $19 milhões* * e contando
Imaginemos uma pessoa que nasceu confinada num pequeno espaço e ali vive durante cinco anos. Seu mundo é aquele pequeno espaço e ele não tem ideia sequer do que seja lado de dentro e lado de fora, quanto mais do que seja o mundo, cuja realidade ele conhece de maneira rudimentar através de um velho aparelho de TV que mal funciona. Como seria a mente dessa criança ao se deparar com tantos objetos, enfim, de tudo que existe do lado de fora? Claro que a adaptação ao novo mundo é difícil. Esta foi a ideia de Emma Donoghue, autora do livro no qual o filme se baseia. E este filme é impressionante, num misto de drama e suspense, sob a direção de Lenny Abrahamson, genial ao comandar o trabalho do menino Jacob Tremblay no papel de Jack, pequeno ator que se saiu muito bem. Também temos que elogiar Brie Larson, numa atuação excelente como a mãe de Jack. O filme teve quatro indicações para o Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz (Brie Larson) e Melhor Roteiro Adaptado.
Se vc acha que vai ver um filme com suspense e emoções do início ao fim é melhor procurar outra coisa. As atitudes do sequestrador não combinam nem um pouco com o perfil de um psicopata que mantém pessoas em cativeiro por anos, e essas atitudes são um tanto quanto forçadas para justificar o caminho que o filme vai tomar. Depois de uma certa parte, que não demora muito, o filme vira um "água com áçúcar", que poderia ser tranquilamente passado na Sessão da Tarde e passar desapercebido, com uma ou outra cena de chilique digna de novela da Globo. Parece até que enrolaram de propósito pra completar quase 2 horas de filme.
Jack nasceu no cativeiro, filho de sua mãe aprisionada e abusada pelo sequestrador que a mantém por mais de 5 anos no cativeiro, até que ela simula a morte do filho, que escapa e pede ajuda. A perspectiva do filme é a partir de Jack e portanto, os dramas da mãe e avós, São tratados com superficialidade e de forma descontínua. A fuga parece inverossímil, mas a estória vale a pena.
Excelente. Fortíssimo, inteligente e sensível. Se não fosse hollywoodiano provavelmente seria insuportável, pela força da história. Atuação incrível do menino, diferente da vencedora do Oscar, Brie Larson, apenas ok no papel. Surpreendentemente imperdível.
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