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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cineweb
Mundruczó, que assina o roteiro com Viktória Petrányi e Kata Wéber, retrata uma sociedade em tensão racial e de classes, prestes a eclodir a violência que, até então, foi sufocada. A parábola representa a Europa contemporânea...
The Guardian
"White God" funciona com uma sátira ambígua sobre as relações de poder em geral: eventualmente, aqueles que pertencem às classes mais baixas vão realizar uma inssurreição. Este filme tem uma força e uma "mordida" que os filmes anteriores do diretor não possuem.
The Hollywood Reporter
A verdade é que nas cenas de combate do cão doméstico, que deveriam ter sido grotescas - sem trocadilhos - faltam mordidas[...] mas estas não são falhas fatais em uma [...]história emocionante.
The Playlist
Uma potente alegoria racial e étnica que começa a funcionar melhor como filme quando a direção assume seu tom sombrio, próximo do terror. "White God" [...] é certamente um dos filmes mais ambiciosos e originais que já passaram na mostra "Um Certo Olhar" [do festival de Cannes].
Télérama
O comportamento imprevisível dos atores com quatro patas obrigou o diretor, um herdeiro dos grandes estetas húngaros, a tornar sua direção mais dinâmica: seu cinema, com um formalismo às vezes pesado demais, encontra nesta história um novo e bem-vindo fôlego.
Variety
[...] um filme emocionamente, tecnicamente magistral, que é um desafio de marketing para distribuidores, mas que deve continuar a acumular boca a boca de espectadores atônitos em todo o mundo.
Cinemascope
A música funciona como elemento crucial para o desenrolar da história, que tramita entre gêneros como drama, ação e terror [...] Acima de tudo, "White God" representa uma jornada de redenção através do amor entre Lili e o cão Hagen.
Boston Globe
O que salva o filme [apesar das mudanças de tonalidade que arriscam a perda de foco no final do filme] são as incríveis sequências do bando de cães causando uma verdadeira rebelião em Budapeste...
Collider
Os cachorros roubam as cenas, e se você for louco por cachorros, então o filme vai te fazer torcer por sua vitória e ficar triste quando são feridos. Mas cada vez que a história abandona os animais, a história fica apenas com um adolescente chato.
Estado de São Paulo
Se Mandruczo não alivia durante quase todo o decorrer da história, depois propõe algo como uma saída, um raio de sol. A redenção pela arte. A beleza que salva e pode transformar o nosso mundo.
Rubens Ewald
Seria na verdade uma declaração de solidariedade para as pessoas marginalizadas e oprimidas. Que curiosamente a força das imagens faz o espectador embarcar nessa. Experimentem.
Washington Post
Mesmo aqueles que terminarem o filme não completamente convencidos pela parábola criada pelo diretor ficarão impressionados pelas cenas com o bando de cães, estruturadas de maneira ambiciosa, repletas de talento e uma visão genuinamente original.
Critikat.com
O profundo erro do filme é tentar encarnar em um dos cachorros [...] uma inteligência e uma sensibilidade humanas, com efeitos de montagem cujo tom melodramático lembra os piores telefilmes com animais.
Folha de São Paulo
"White God" não introduz nada de novo na representação de opressores versus oprimidos. [...] E não deixa de ser contraditório "White God" fazer uso exacerbado da violência para pregar que devemos nos tornar criaturas mais sensíveis.
Papo de Cinema
O roteiro reserva novas sequências fortes, mas sai flertando com vários gêneros, como aventura, suspense, infantil, terror, faroeste (Sergio Leone) e até mesmo trash movies. [...] Mas quando a ração é muita, o que sobra na tigela pode ir para lixo.