Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
Média
4,1
1350 notas

85 Críticas do usuário

5
21 críticas
4
22 críticas
3
17 críticas
2
14 críticas
1
4 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
CLARA ALVES Y.
CLARA ALVES Y.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de dezembro de 2018
Adorei o filme. Muito ligado á série de filmes do Harry Potter e nele você descobre coisas sobre alguns dos personagens do filme. Aconselho a ver os filmes do Harry Potter e o primeiro: Animais Fantásticos e Onde Habitam.
Assim você terá uma ideia melhor do que acontece no filme.
Nicholas
Nicholas

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de dezembro de 2018
É um filme visualmente muito bonito, tem alguns erros de continuação, a história é um pouco fraca mas que causa muita emoção para a maioria dos fãs desse universo.
Daniel Corrêa d
Daniel Corrêa d

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de janeiro de 2019
J. K. Rowling entrega a segunda fatia da história em franquia que antecede em décadas a história do nosso conhecido Harry Potter. A vererito é verdadeiro: o filme é uma das melhores produções do universo bruxo. Mas há um porém: para que o espectador chegue a essa conclusão, é necessário que ele assista ao filme mais de uma vez. Isso não chega a ser um dissabor para esse universo cinematográfico tão espetaculoso criado pela Warner, uma vez que discussões sobre o plot e sobre a história são de extrema valia para o andamento da franquia. Porém, há quem assista ao filme uma só vez e saia com aquele famoso “ranço”, sem querer assistir à produção novamente. Tal situação é explicável: o roteiro de Os Crimes de Grindelwald é muito complexo até mesmo para os fãs de carteirinha, então imagine alguém que assista aos filmes da franquia bruxa por mera simpatia ser envolvido por situações complexas o bastante para embaralhar a cabeça dos potterheads... o resultado só pode ser desastroso (mas friso, isso quando se assiste ao filme uma única vez).
Quando o espectador se depara uma segunda vez com o filme, as coisas ficam extremamente mais claras. A primeira experiência no cinema parece não ser suficiente e agradável para explicar algumas das complexas histórias de uma subtrama que acabam virando o foco principal da franquia. Porém, a ojeriza que a experiência na sala de cinema possa ter gerado em alguns é facilmente solucionada com a reprodução da trama na sala de estar. Ali, você sabe mais ou menos as histórias de menos valia, passando a focar nas histórias que não havia compreendido bem na primeira audiência. E aí que o filme mostra sua grande beleza: a história é muito maior do que o primeiro e o segundo filme juntos, se mostrando pronta para brotar verdadeiramente nos três filmes que ainda virão.
Animais Fantásticos e Onde Habitam serviu para dizer ao mundo que há um novo rumo do universo bruxo entre nós, e apenas para isso. Os Crimes de Grindelwald vem para delimitar a história que será contada no que podemos chamar de “trilogia de fato” da história principal. O que isso quer dizer? Os animais extraordinários e personagens que não interessam à Guerra Bruxa e à história de Grindelwald e sua busca pelo poder e pela dominação bruxa global serão extintos da franquia, para que haja o aparecimento da trama principal que, como sabemos, termina com o tão aguardado embate de Dumbledore com o obreptício bruxo das trevas que reinou antes de Voldemort.
Enfim, pode-se afirmar que o papel de Os Crimes de Grindelwald nessa confusão ajeitada é o de realmente filtrar a história apresentada no primeiro filme e delimitar o foco da trilogia de fato que está por vir. E isso não tira o brilhantismo da história, que trabalha esplendorosamente a fotografia e sabe ajeitar os personagens principais de uma maneira natural, além de apresentar personagens-chave para o andamento dos trabalhos. Nem tudo é perfeito, e de quando em quando há um desperdício de personagem ( spoiler: como se deu com a trama de Leta Lestrange, que acaba morrendo sem um contexto completo definido
) e de história ( spoiler: como se deu com o trágico romance entre Scamander e Tina
).
Em síntese, trata-se de um filme que conta com toda a magia do universo bruxo criado pela fantástica J. K. Rowling, e que tem potencial para gerar bons ânimos para a vindoura trilogia real.
IsaLestrangeOlsen
IsaLestrangeOlsen

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de dezembro de 2018
O filme é muito divertido, porém, é mais voltado aos fãs do que as pessoas que querem começar a assistir a franquia, a conexão entre os personagens é muito bem feita, a cena final é empolgante, e você sai da sala se perguntado "como tal coisa foi acontecer?" Vale apena assistir no cinema, o 3D é incrível!
Leonardo S
Leonardo S

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de novembro de 2018
Achei muito bom! Entendo as críticas, de fato a metade do filme pode ser um pouco massante e muitas partes podem soarem cansativas e(ou) confusas para quem não acompanha a franquia, mas como fã achei incrível em geral. É um filme visualmente é lindo, os personagens são muito bons e o Grindelwald me convenceu... Acho que esse filme deve ser avaliado como ele é, um segundo filme de uma franquia de 5 filmes, apesar do título equivocado, em nenhum momento foi dito que tudo se resolveria nesse filme como muitos esperavam.
G. Marins
G. Marins

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de novembro de 2018
Animais fantásticos e onde habitam 2: É bom?
Newt Scamander reencontra os queridos amigos Tina Goldstein, Queenie Goldstein e Jacob Kowalski. Ele é recrutado pelo seu antigo professor em Hogwarts, Alvo Dumbledore, para enfrentar o terrível bruxo das trevas Gellert Grindelwald, que escapou da custódia da Macusa (Congresso Mágico dos EUA) e reúne seguidores, dividindo o mundo entre seres de magos sangue puro e seres não-mágicos.
Mais um enredo escrito pela amada J.K. chega aos cinemas de todo o mundo, pelas mãos do diretor David Yates, que comandou o primeiro filme da série de Animais Fantásticos e os últimos quatro filmes da franquia Harry Potter. Com um elenco de peso, o longa que fez sua estréia dia 15 de novembro, com o elenco principal praticamente intacto, Newt Scamander (Eddie Redmayne), Queenie Goldstein (Alison Sudol), Jacob Kowalski (Dan Fogler), Tina (Katherine Waterson) e Gellert Grindewald (Johnny Depp), somando mais alguns grandes nomes como Jude Law, interpretando o professor Alvo Dumbledore, também temos a ligeira participação de Maggie Smith que desempenha o papel da Professora Minerva McGonagall.
A história que é contagiante e envolvente, já começa com tudo, logo no inicio temos a fuga de Grindewald do MACUSA (Congresso Mágico dos USA), e é graças a isso que chegamos a principal trama do enredo. Após escapar da prisão, Grindwald começa a reunir bruxos para se unir a ele e também a espera para que o obscurial Credence (Ezra Miller) apareça e que aceite juntar forças. Mas para convence-lo Grindwald oferece a oportunidade do jovem descobrir sua verdadeira identidade, algo que ele tenta entender desde o primeiro filme.
spoiler: Confesso que alguns personagens me surpreenderam muito quando tiveram que fazer a escolha de se unir ou não a Grindwald, sem dúvidas Queenie foi a maior delas, a telepata que fez parte do time dos bonzinhos no primeiro filme, não hesitou quando teve oportunidade de se unir ao vilão.

O que muitos fãs esperavam ansiosos era a aparição de Dumbledore, com uma aparência bem jovial o professor surge como uma peça importante para o decorrer da trama por ser um grande bruxo e por ter um forte elo com Grindwald. Mas, parte do público pode ter se decepcionado com seu desempenho, já que havia a esperança de uma possível batalha dos dois grandes bruxos ainda nesse filme.
Newt, mesmo discreto, continua sendo a personagem principal do enredo, com todos os problemas do último filme surgem imprevistos que parecem que vão atrapalhar o herói, mas o Magozoologista supera as circunstâncias e ainda revela uma grande paixão por olhos de salamandra.
No geral, Animais Fantásticos e Onde Habitam: Crimes de Grindwald surpreende. Assisti ao primeiro filme horas antes de ver sua continuação e senti com clareza que a história ganhou mais corpo e vem com força para as próximas produções da sequência!.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme.
Há, obviamente, boas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira, com o coração na boca e talvez boquiaberto. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um ótimo suspense entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas. Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists.
Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Algumas, obviamente, exigiram muita criatividade dos roteiristas e designers. Outras eles pegaram emprestadas de antigas lendas do Extremo Oriente. No entanto, entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018.
Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Como nos filmes baseados na obra literária da autora há, de um lado, um onda autoritário emergindo, que representa uma minoria privilegiada que quer mais poder – e quer conquistá-lo a qualquer custo. Do outro lado um grupo mais diverso se apresenta para lutar pelo bem tanto da maioria quanto das minorias – mesmo que isso implique algum sacrifício pessoal. Por enquanto só posso dizer: saudades do Lord Voldemort e da Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda?
Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto o de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um ótimo filme. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas.
Claro que se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços. E, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
Dan B.
Dan B.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de novembro de 2018
Um ótima sequência, fiquei muito feliz em rever a escola de Hogwarts e o grande vo Percival Wulfrico Brian Dumbledore kk e o depp fez um ótimo papel de vilã
Aruom F
Aruom F

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
Achei o filme incrível, a atuação do Eddie e do Ezra estavam ótimas na minha opinião e adorei ver um pouco mais do universo magico.

https://leiturasdearuom.blogspot.com/2018/11/7-motivos-para-assistir-animais.html
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 20 de novembro de 2018
“Animais Fantásticos e os Crimes de Grindelwald” – oitavo longa da carreira do britânico David Yates, sendo o sexto relativo à franquia Harry Potter – começa com uma cena de ação eletrizante que enche os olhos dos espectadores. Com um pontapé inicial cheio de adrenalina, “Os Crimes de Grindelwald” quase decepciona em alguns momentos que se seguem. Não pela falta de qualidade, apenas pela falta de cenas de ação que superem os primeiros minutos do filme.
Há, obviamente, boas cenas de luta ao longo das quase duas horas que se seguem. Mas nada que vá te deixar congelado na cadeira, com o coração na boca e talvez boquiaberto. Se as cenas de ação não são assim tão recompensadoras, o roteiro trás um ótimo suspense entorno da origem do misterioso Creedence (Ezra Miller). Também há romance no ar (não aquele que muitos estávamos esperando), e corações partidos na mesma proporção. São garantidas algumas boas risadas graças, especialmente, ao “trouxa” Jacob Kowalski (Dan Fogler), mais uma vez o alívio cômico da história. Pessoalmente, creio que os roteiristas tentaram trabalhar muitos enredos num filme de apenas duas horas. Em alguns momentos tive a impressão de que poderiam se perder e estragar a história. Porém, no fim das contas, o círculo se fecha de uma forma correta e com ótimos plot twists.
Quanto às criaturas extraordinárias que o título menciona são bem interessantes. Algumas, obviamente, exigiram muita criatividade dos roteiristas e designers. Outras eles pegaram emprestadas de antigas lendas do Extremo Oriente. No entanto, entre a meia dúzia de novos seres mágicos introduzidos neste filme os holofotes são roubados por dois velhos conhecidos do público: o astuto Tronquilho e fofíssimo Pelúcio. Este, que mais parece um ornitorrinco, merece o prêmio Ladrão de Cena 2018.
Contando com um elenco coeso, que trás performances consistentes a maior parte do tempo, vale a pena chamar a atenção para sua diversidade. Bebendo da mesma fonte que os dois últimos episódios da franquia Star Wars – que por sua vez atendeu a demanda de parte considerável do público que sentia necessidade de se ver representado nas telonas – nesta obra de David Yates temos pluralidade étnica. Personagens de certo destaque que podem ganhar ainda mais espaço nos próximos capítulos da franquia. Além disso, nos deparamos com um vilão ardiloso. O que fica claro assim que Johnny Depp, seu interprete controverso, dá as caras. Grindelwald com seu discurso populista, de fácil adesão por aqueles que temem perder sua posição de poder, dá uma tonalidade política ao longa. Mas isso não é exatamente uma novidade aos fãs de Rowling. Como nos filmes baseados na obra literária da autora há, de um lado, um onda autoritário emergindo, que representa uma minoria privilegiada que quer mais poder – e quer conquistá-lo a qualquer custo. Do outro lado um grupo mais diverso se apresenta para lutar pelo bem tanto da maioria quanto das minorias – mesmo que isso implique algum sacrifício pessoal. Por enquanto só posso dizer: saudades do Lord Voldemort e da Bellatrix Lestrange, pois Grindelwald não é um vilão que põe medo tão pouco é aquele que amamos odiar. Ou seria isso proposital? Para que não esperemos muito dele e no futuro o personagem nos surpreenda?
Na parte técnica veremos efeitos especiais excelentes, uma trilha sonora certeira para cada situação e figurinos incríveis (será este cheiro que sinto de outro Oscar a caminho?); “Os Crimes de Grindelwald” é sem dúvida um ótimo filme. Mesmo que você não seja um fã dos personagens criados por J. K. Rowling e nunca tenha assistido nenhum dos outros filmes que trazem a história do bruxinho mais amado de todos os tempos, a saga Animais Fantásticos funciona sozinha. E tem tudo para ser a porta de entrada para toda uma nova geração de fãs. Sejam os millennials, seja o pessoal de vinte e poucos ou trinta e tantos anos que provavelmente estava exilado em alguma caverna nas últimas duas décadas.
Claro que se você for um potterhead será muito mais fácil entender algumas referências, reconhecer alguns feitiços. E, claro, ter ótimas surpresas, momentos de nostalgia e quem sabe sentir uma lágrima escorrendo no canto do olho.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa