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Leslie de Oliveira Heringer
26 críticas
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1,5
Enviada em 29 de março de 2026
Filme chato, monótono, com cenas e diálogos sem contexto algum. Quem gostou quer parecer intelectual, que "acha" alguma mensagem subliminar. Pois achei uma chatice total. Coisa de quem quer se achar adepto de papo cabeça. Pensa ver atores tão bons em algo tão ruim.
Essa capa não faz jus ao filme, ele é mais profundo e emblemático que a Miss universo nua numa piscina observada por dois idosos, embora seja reflexivo e poético, não estou numa fase intimista e emocional, portanto me pareceu menos conceitual do que deveria ter sido para mim... Triste, melancólico, ao mesmo tempo que nos dá esperança, exala toda finitude da nossa existência, lindo, intenso e apaixonante…
A juventude é um drama/musical italiano que contou com a direção e roteiro de Paolo Sorrentino. O filme recebeu 1 indicação ao Oscar de 2016: melhor canção. Na trama, acompanhamos Fred Ballinger (Michel Caine) um maestro aposentado que está aproveitando as suas férias/aposentadoria hospedado em um hotel de luxo na Suíça junto com a sua filha Lena (Rachel Weisz) e o seu melhor amigo Mick (Harvey Keitel). Enquanto Mick que é um roteirista busca terminar de escrever o seu último filme, Ballinger em um tédio profundo, recebe um convite da rainha Elizabeth II para se apresentar no aniversário do Príncipe Philip. A proposta de Sorrentino é bastante prática e filosófica ao contemplar a questão da terceira idade e o existencialismo contido nela. Com um tema essencial, mas esquecido no cinema, o diretor busca ampliar sua visão com diálogos profundo e longos principalmente entre os 3 principais atores no filme (elenco de peso por sinal). O contraponto entre a juventude e a velhice é mostrado em algumas cenas. A narrativa busca um espalho também em seus personagens secundários que são todos bem aproveitados dentro da trama e outros que servem de alivio cômico como o caso do Maradona. O filme talvez tenha se perdido um pouco no final do seu segundo ato quando se afasta do protagonismo de Ballinger e foca mais em Mick (embora isso aconteça por uma razão que é logo explicado na abertura do terceiro ato). No geral, é um filme que não tem medo de sua narrativa.
Um grande elenco , um filme contemplativo , uma história um tanto triste , um roteiro melancólico que fala sobre a velhice.., mas de uma qualidade de fotografia maravilhosa!!!! diálogos muito bons! Existe uma personificação de Maradona e Hitler como uma sátira do que são.., Trilha sonora muito boa! , muita musica clássica .., o filme nos mostra a forma de enxergar a velhice de uma forma nostálgica e lirica, sem sonhos..,mas que ainda assim , tem seus encantos , ainda assim existe surpresas.
Magistral. Um dos melhores filmes da atualidade. Grandes atores com cenários, fotografia e musicas espetaculares. É uma obra imperdível. Nos permite reflexões sobre o Passado, o amadurecimento, a velhice com muita realidade, de maneira sutil, belissimo!
Totalmente filmado em um lindo hotel luxuoso em um lugar magnífico nos Alpes suíços, o filme traz uma discussão bem humorada e recheada de closes e cenas estranhas, às vezes psicodélicas, todas com nus artísticos de excelente ângulo, aproximação e fotografia, para discutir o legado de cada pessoa nessa passagem curta pela vida. O filme possui um elenco composto por dois atores septuagenários e alguns jovens de primeira qualidade e todos consagrados. Os jovens se perguntam a todo instante qual a melhor maneira, ou o que fazer, para conduzir sua existência ao presenciar nos velhos o espelho de suas próprias decisões e, por óbvio, desilusões. O dilema que perpassa as histórias de cada um dos hóspedes se resume no tradicional viver as emoções ou buscar resultados, a conclusão é que todos devem se pautar por uma rotina diária de fazer o bem, altruísta, isso o que importa. O Diretor que venceu o Oscar de melhor filme estrangeiro por A grande Beleza em 2013, não economiza em cenas com as lindas paisagens de montanha, com muita neve sempre, e, o melhor, lindas mulheres em trajes sumários. Direção e elenco profissionais. Vale muito a pena assistir.
Belíssimo filme. Trajetoria humana, jornada interior em pura essencia. O humano real desnudo. Com trilha sonora absolutamente belissima e "encaixada" em cada cena; todas as musicas, mas com destaqie para just...David Lang. Absolutamente imperdivel como obra de arte .
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