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Almanaque Virtual
Soturno em sua representação das relações sociais, mas taquicárdico na costura de tiroteios, brigas e perseguições, “O Protetor 2” espelha a maturidade narrativa de Antoine Fuqua como cineasta, numa linha evolutiva pela estrada da autoralidade.
Collider
Ao invés de subverter a fórmula que garantiu o sucesso do primeiro "O Protetor", Fuqua e o roteirista Richard Wenk mantêm a ideia de deixar Washington destruir homens malvados enquanto profere frases de sabedoria e tenta levar uma vida tranquila.
Rubens Ewald
Podemos dizer que o filme é muito bem feito, mas podemos também reclamar que por vezes excede um pouco o gosto da gente.
CineClick
O longa contém alguns momentos incríveis de ação e um baita discurso social relevante. Quando ele não está quebrando a cara de criminosos de colarinho branco, ele salva alguns garotos das drogas e dá lição para outros.
Folha de São Paulo
A presença de Washington é tão forte que faz com que acreditemos, de fato, que não há ninguém melhor que ele para tirar ou salvar vidas. E seus métodos são implacáveis.
O Globo
"O Protetor 2" continua com as mesmas virtudes e defeitos do anterior: cenas de lutas bem coreografadas; suspense na medida certa; Denzel conferindo a credibilidade de sempre ao personagem; e um roteiro preguiçoso na hora de concatenar as ideias.
Observatório do Cinema
Mantendo-se fiel não só à estrutura mas também aos valores do primeiro "O Protetor", Fuqua entrega uma sequência coerente que preserva o altruísmo que torna McCall num herói de ação único.
Omelete
Na falta de conflitos internos, McCall permanece de pé em "O Protetor 2" com o que Denzel Washington pode oferecer: seus trejeitos característicos, o carisma que transpira nos sorrisos e nas broncas, o jeito pastoral de discursar.
The Hollywood Reporter
Mesmo que os impulsos malignos dos vilões pareçam rotineiros e arbitrários, em o “Protetor 2” McCall continua sendo um personagem agradável, uma figura de ação incomum que Washington imprime com calma, graça e inteligência.
The Playlist
Um suspense viril e antiquado que parece sair diretamente dos anos 1990, aumentando a quantidade de clichês. Denzel Washington é um homem dos tempos modernos em um filme datado que se acha subversivo.
Variety
O protetor é um enigma, moralista e homicida. A fim de salvar a vida daqueles que estão à margem, ele está disposto a extinguir aqueles que os colocam em risco. Uma coisa é certa: você nunca mais verá seu motorista da mesma maneira.
Papo de Cinema
"O Protetor 2" é um filme de ação previsível, combalido pela indestrutibilidade mal enjambrada do protagonista. Se o ex-agente escapa facilmente de todas as armadilhas e estratagemas alheios, difícil sentir perigo genuíno.
Plano Crítico
O maior problema é o grande intervalo entre os momentos de ação que são preenchidos por um vazio gritante, que não é capaz de mexer com o espectador à respeito de todas as questões que são propostas.
Screen Rant
"O Protetor 2" é uma sequência igualmente estilosa ao drama de ação de Antoine Fuqua e Denzel Washington, mas desta vez com menos surpresa e menos empolgação.
Cineweb
O pretexto da justiça é mero véu que tenta disfarçar a brutalidade fetichizada em que o filme se apoia. É um espetáculo de sangue e ossos partidos, disfarçado como algo legítimo.
Screen International
Qualquer esperança de um filme de ação mais adulto é logo descartada por tramas óbvias, moralizações simplistas e algumas seqüências genéricas de suspense. [...] A desajeitada tentativa de trazer uma consciência social é ainda mais desapontadora, até mesmo vazia.
The Guardian
Denzel Washington não é capaz salvar a sequência maçante de “O Protetor”. O filme desperdiça o ator premiado com o Oscar com um enredo que parece uma fantasia masculina de meia-idade.
Washington Post
Um dos únicos prazeres de “O Protetor 2” é Denzel Washington como protagonista que, mesmo em material medíocre, brilha. [...] A fórmula do filme não é complicada ou particularmente inteligente, mas cumpre o que promete.