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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Veja
...a trama é capaz de agradar até aos certinhos, pois o tratamento dado a Evan pode ser encarado como uma lição moral àqueles que traem. Contudo, Roth incomoda e diverte o espectador o máximo que pode, sem se deixar levar para o lado da pura e simples apelação.
Critikat.com
Eli Roth mostra, em raros momentos do filme, uma interessante reflexão satírica sobre o fim da virilidade [...] Mas, por não abordar assumidamente a comédia, o projeto enfrenta problemas, usando as regras do suspense como quem usa uma embalagem a vácuo.
New York Times
"Bata Antes de Entrar" termina num ponto não inteiramente satisfatório, mas dá um golpe bastante significativo no gênero até chegar lá (com quase zero de gore). Para não citar algumas surpresas, sendo a mais agradável delas o destino final do cão de Evan.
O Globo
Roth [...] acerta em adotar um tom de paródia, satirizando produções do gênero como “Violência gratuita”, de Michael Haneke. Com essa pegada irônica, ele investe mais no lado psicológico e na manipulação sexual, demonstrando que também pode ser elegante.
Omelete
Embora sempre deixe a impressão de ser não um cineasta rigoroso mas um cultor de imagens fáceis de impacto, Eli Roth consegue em "Bata Antes de Entrar" criar de fato uma atmosfera muito bem controlada de desconforto...
Pipoca Moderna
O fato de Keanu Reeves estar exageradamente canastrão – como se ele não estivesse levando a sério o filme – contribui para que a sensação de suspensão da descrença seja abalada. Reeves é um ator limitado, mas já demonstrou ser mais funcional em outras ocasiões.
Screen International
Apesar de divertido — de uma forma doentia, sadomasoquista — fãs da obra de horror de Roth não devem se empolgar muito com "Bata Antes de Entrar", um filme relativamente brando se comparada às suas incussões anteriores [...]. O gore é reduzido ao mínimo, com a tortura menos física e mais psicológica.
The Guardian
"Violência Gratuita" encontra "Atração Fatal" numa reunião ambiciosa nesse thriller erótico contemporâneo de Eli Roth, com duas estranhas gostosas e uma reviravolta altamente inflamada.
The Playlist
"Bata Antes de Entrar" pelo menos oferece uma atuação deliciosamente ridícula de Keanu Reeves e algumas piadas engraçadas com a burguesia americana. O tom desigual e as reviravoltas ridículas não ajudam, mas o filme é tão ansioso para agradar que é difícil não se divertir com a depravação...
Télérama
Fetichista do cinema B como seu amigo Quentin Tarantino, Eli Roth oferece uma brincadeira repleta de sadismo imprevisível. Uma espécie de "Funny Games" com molho barbecue.
Variety
O lamentoso monólogo de Keanu Reeves comparando um ato de infidelidade a "pizza grátis" é um momento que parece destinado à canonização cult em "Bata Antes de Entrar", releitura polida e razoavelmente divertida de Eli Roth para o filme de exploitation de 1977 "Death Game", de Peter Traynor.
Chicago Sun-Times
Desta vez, o diretor de longa data de filmes de horror [Eli Roth] não vai pelo gore como nos seus primeiros filmes (""Cabana do Inferno", "O Albergue"). Em vez disso, ele pretende nos perturbar num nível mais profundo: Ele quer bater onde vivemos. Literalmente.
Cinema com Rapadura
Em meio à terra semi-arrasada, o que sobra é uma proposta relativamente interessante e que poderia render um bom filme de suspense psicológico, desperdiçada por atores medíocres e um texto fraco e sem criatividade alguma.
Chronic'art.com
O problema é que nunca se sabe muito bem o que o diretor e suas vingadoras pretendem com este "Funny Games" feminino - além de provar aos homens que, apesar das aparências de uma vida familiar sadia, eles não passam de seres asquerosos.
The Hollywood Reporter
A presença do ator [Keanu Reeves] ajudará o filme a ir além do público usual de aficionados, mas muitos na plateia ficarão insatisfeitos com um filme que flerta, flerta com explicações para sua ação jamais corresponder.
CineClick
O problema é que o filme se perde demais no clima adolescente e exagera nas cenas imaturas, que dominam o longa do começo ao fim e acabam com a credibilidade e tensão. Outro aspecto que não ajuda são as atuações exageradas.
Cinepop
Afirmar como forma de minimizar os defeitos que é uma produção voltada para a diversão de adolescentes, perdoe a franqueza, é subestimar tremendamente o critério de qualidade da faixa etária. Tudo, da direção de arte nada sutil, passando pela montagem, até a trilha sonora, é, sendo gentil, tolo e dispensável.
Cineweb
Se não há toda a sanguinolência de outras produções de Roth, o terror aqui é psicológico. Mas sua visão machista de um pobre homem maltratado por essas jovens malvadas é enfadonha, e não se sustenta por muito tempo.
Folha de São Paulo
Depois que abandona a tortura psicológica e passa para a ação física, o diretor coloca o filme no piloto automático e se preocupa apenas em provocar sustinhos.
Revista Interlúdio
Roth, inebriado pelo desequilíbrio, o castigo e a raiva, subverte o que seria um conto moral – um homem feliz e casado não deve trair a esposa com duas ninfetas que tocam a campainha e pedem para tomar banho em sua casa no sábado à noite – em um jogo cínico de troca de empatia.
Rubens Ewald
O problema maior é que Roth é mau diretor e Keanu precisa de alguém o controlando ou orientando, já que não é um talento natural. Resultado: é uma tristeza vê-lo tão perdido.