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Hugo D.
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4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2016
Temos aqui a história de um pai que cria seus filhos isolados da sociedade, porém com muito estudo, conhecimento e livres do consumismo capitalista. Todos vivem bem felizes com a situação, não sentem falta da sociedade, mas também não há conhecem. Essa filosofia de vida vai entrar em cheque quando eles decidem ir ao funeral de sua mãe e assim terem contato com parentes e principalmente com a vida social que eles não conhecem. Viggo Mortensen está perfeito no papel de Bem Cash, pai das crianças, numa atuação muito convincente e segura que horas te faz torcer por ele e outras horas querer dar um soco em sua cara. Mas este é um filme que fará você refletir sobre como vivemos hoje em nossa sociedade, como nos vestimos, alimentamos e compramos muito mais coisas do que precisamos.
Uma experiência que é aos poucos cada vez mais envolvente, nos deixando cientes de que já fazemos parte da família -interpretada brilhantemente pelo elenco encabeçado por Viggo Mortensen– quando já é hora de dizer adeus. Denso e complexo, Capitão Fantástico demonstra as incertezas da vida de maneira a parecer simples, mas sendo, no fundo, cru e desafiador, gratificante por sua honestidade.
O filme conta a história de uma família que, buscando se afastar da sociedade capitalista moderna, encontra refugio em uma floresta. Nessa floresta, o nosso Capitão fantástico (Viggo Mortensen) cria os seus seis filhos ensinando-lhes técnicas de sobrevivência, noções de direitos civis, física e biologia. Entretanto, tudo muda quando um infortúnio acontece, fazendo-os regressar à sociedade. Aos amantes de roadmovies, ou daqueles filmes que trazem alguma reflexão sobre a vida, Captain Fantastic é um prato cheio. O filme aborda temas filosóficos e sociológicos expondo-os de forma primordial e compreensível. O longa trata da importância da saúde mental e física, além do poder que a educação e o conhecimento têm na vida das pessoas. O que mais chama a atenção, é a forma como o nosso Capitão Fantástico se relaciona com os seus filhos, tratando-os com amor e igualdade, estimulando-os a questionar tudo e a criarem suas próprias linhas de pensamento. A fotografia é um dos pontos altos do filme. As atuações convencem e conquistam (Zaja é encantadora e Viggo foi indicado ao Oscar de melhor ator). O roteiro de fecha muito bem e a direção esta de parabéns. O momento musical ao som de Sweet Child O'Mine, assim como toda a trilha sonora, é incrível. Capitão Fantástico é um filme que se intercala entre a comédia e o drama, mas, independente do gênero, é uma preciosidade que se comunica com o espectador.
Uma história fantástica de um pai que tenta criar seus filhos a sua maneira, com suas ideologias, lutando contra os que não aceitam suas idéias. Espetacular atuação de Viggo, digna de um Óscar.
Sobre estado mental, sobre o que é evoluir, as doenças físicas e mentais que criamos... um filme que inspira, embora exija boa suspensão de descrença em vários momentos.
Ben (Viggo Mortensen) é um homem de meia idade, pai de seis filhos, que vive com sua prole de forma isolada na floresta. Eles caçam, escalam, praticam atividades físicas e leem. Leem muito! Como as crianças não vão à escola, tudo que elas aprendem vêm dos livros e da forma bem direta que o patriarca da família tira todas suas dúvidas sobre os questionamentos da vida. A partir de um momento difícil que abala a todos, eles têm que voltar à civilização e rever parentes distantes o que aflora vários questionamentos em relação à maneira como esses seis jovens são criados. O filme começa meio desinteressante, mas a maneira como ele cresce é fenomenal. Depois que nos familiarizamos com os personagens, vemos uma narrativa muito bem desenvolvida, com dilemas muito bem construídos e tratados. O elenco é muito bom. Viggo Mortensen tem aqui, acredito eu, o melhor personagem de sua carreira, e o interpreta de forma excepcional. Ainda temos Frank Langella e Steve Zahn, atores mais conhecidos do grande público. A história é extremamente cativante, e o roteiro é incrível. Muito bem escrito e dirigido por Matt Ross, ele passa a ser um cara que deve começar a chamar atenção por seu trabalho. Algumas cenas são hilárias, outras extremamente emocionantes. Trata-se de um filme que tem tudo para agradar ao grande público, e ainda faz refletir sobre o conceito de família. O filme tem falhas em relação ao roteiro no que concerne alguns personagens, mas isso meio que passa batido, pois a ambientação e carisma dos personagens conseguem apagar esses pequenos deslizes. Uma obra leve, divertida, despretensiosa e que se mostra muito bem realizada. Super recomendado.
Um roteiro totalmente original que nos apresenta um amor parternal tão valorizado quanto habitualmente vemos com o lado materno. É sobre amor, sobre escolhas, sobre o que realmente importa na vida. É lindo, emocionante e divertido.
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