Sobre estado mental, sobre o que é evoluir, as doenças físicas e mentais que criamos... um filme que inspira, embora exija boa suspensão de descrença em vários momentos.
Ben (Viggo Mortensen) é um homem de meia idade, pai de seis filhos, que vive com sua prole de forma isolada na floresta. Eles caçam, escalam, praticam atividades físicas e leem. Leem muito! Como as crianças não vão à escola, tudo que elas aprendem vêm dos livros e da forma bem direta que o patriarca da família tira todas suas dúvidas sobre os questionamentos da vida. A partir de um momento difícil que abala a todos, eles têm que voltar à civilização e rever parentes distantes o que aflora vários questionamentos em relação à maneira como esses seis jovens são criados. O filme começa meio desinteressante, mas a maneira como ele cresce é fenomenal. Depois que nos familiarizamos com os personagens, vemos uma narrativa muito bem desenvolvida, com dilemas muito bem construídos e tratados. O elenco é muito bom. Viggo Mortensen tem aqui, acredito eu, o melhor personagem de sua carreira, e o interpreta de forma excepcional. Ainda temos Frank Langella e Steve Zahn, atores mais conhecidos do grande público. A história é extremamente cativante, e o roteiro é incrível. Muito bem escrito e dirigido por Matt Ross, ele passa a ser um cara que deve começar a chamar atenção por seu trabalho. Algumas cenas são hilárias, outras extremamente emocionantes. Trata-se de um filme que tem tudo para agradar ao grande público, e ainda faz refletir sobre o conceito de família. O filme tem falhas em relação ao roteiro no que concerne alguns personagens, mas isso meio que passa batido, pois a ambientação e carisma dos personagens conseguem apagar esses pequenos deslizes. Uma obra leve, divertida, despretensiosa e que se mostra muito bem realizada. Super recomendado.
Ben (Mortensen), que cria seus filhos isolados da sociedade em uma região selvagem do Canadá, e sob uma rigorosa disciplina intelectual e física, fica sabendo do suicídio da ex-mulher. Após certa pressão dos filhos, decide ir aos funerais dela com eles. O mais velho, Bo (MacKay), sonha em ir para uma das diversas universidades renomadas que teve carta de aceite. Já Rellian (Hamilton), é revoltado contra o pai.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/07/filme-do-dia-capitao-fantastico-2016.html
Capitão Fantastico tem belas cenas, tem um enredo envolvente e muito bem produzido. No geral possui pouquíssimos defeitos, além de trazer reflexões.
Apesar de todos pontos positivos não achei um grande filme como muitos dizem, apenas um bom filme, obviamente esse é meu gosto pessoal, é totalmente compreensível que outros podem vê-lo como uma obra-prima.
Simplesmente fantástico! Uma dos filmes que mais me tocou emocionalmente falando. Levanta questões a se analisar enquanto pais, enquanto educadores e enquanto sociedade.
Um roteiro totalmente original que nos apresenta um amor parternal tão valorizado quanto habitualmente vemos com o lado materno. É sobre amor, sobre escolhas, sobre o que realmente importa na vida. É lindo, emocionante e divertido.
Um bom filme de drama/ficção. O filme é bem feito, bem dirigido, com boa fotografia e roteiro. Viggo Mortensen, como o personagem central da trama, Bem, mereceu a indicação para o Oscar, fez um trabalho brilhante. Uma história de uma família que, hipoteticamente, vivem em contato direto com a natureza e afastada de centros urbanos, por decisão própria, colocando em prática filosofias hippie/socialistas, onde a verdade está acima de tudo. Na verdade é mais um conto de fadas, surgido da cabeça de pessoas radicais, que acreditam que são donos da verdade. O conto de fadas se desfaz ao longo do filme, quando descobrem que fatos acontecidos na família foram escondidos, propositalmente, levando o idealizador da aventura a mudança de planos e aderindo ao convívio urbano. Vale a pena.
Além de ter qualidades técnicas, Capitão Fantástico deixa mensagens. Deixa críticas ao modelo de vida consumista, mas ao mesmo tempo critica o modelo de vida exageradamente simples. Ele ainda fala sobre a responsabilidade dos pais na criação dos filhos.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade