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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
"A Guerra dos Sexos" está sozinha como uma peça de [outro] período finamente sintonizado, uma comédia vibrante, um estudo de personagem eficaz e, sim, um filme esportivo inspirador.
The Hollywood Reporter
"A Guerra dos Sexos" [é] um relato maciço de entretenimento sobre o importante jogo de tênis de 1973 entre Billie Jean King e Bobby Riggs, que também aborda habilmente as inúmeras questões sociais inerentes a competições.
Almanaque Virtual
Para um filme que consegue arrancar risos com a eterna batalha dos sexos, é muito enriquecedor ver a seriedade com que consegue lidar com o romance homoafetivo extremamente bem trabalhado e tridimensionalizado; como poucas vezes visto no cinemão americano.
Boston Globe
"A Guerra dos Sexos" é um filme brilhante e extremamente divertido, uma provocação pop cujo remédio diminui facilmente através de desempenhos envolventes por parte dos protagonistas.
Ccine10
O discurso forte e poderoso do longa se torna tão importante como no momento em que ocorreu, tudo porque vivemos tempos de forte apelo conservador no mundo todo e diversas reivindicações da época ainda estão longe de se tornar realidade.
Cinepop
"A Guerra dos Sexos" corre o “perigo” de toda comédia politicamente correta, afinal pensamos sempre que o gênero que merece prêmios é o drama. Dayton e Faris entregam uma obra divertida e atualíssima, dona de um forte subtexto e alguns momentos bem especiais...
O Globo
O processo de enamoramento entre Billie e a cabeleireira Marilyn (Andrea Riseborough), no salão de beleza, [...] é um dos pontos altos do filme. Graças sobretudo à sensível atuação de Emma Stone, a química entre as duas se estende pelo resto da narrativa...
Screen International
Estrelado por Emma Stone e Steve Carell, "A Guerra dos Sexos" bate uma bola certeira na rede [e no gosto do público].Screen InternationalFionnuala HalliganSep 12, 2017Served up with star turns from Emma Stone and Steve Carell, Battle Of The Sexes slams a crowdpleaser across the net. Read full review
The Playlist
Stone está maravilhosa retratando a carismática figura pública de King, e tem uma impressionante cena pós-jogo que deve despertar atenção das premiações. Além disso, você consegue acreditar que ela foi uma das maiores jogadoras de tênis profissional de todos os tempos.
Washington Post
Aqui reside o subtexto emocionante de "A Guerra dos Sexos", que é quase remediável em sua pontualidade, dado o enfrentamento político do ano passado. Dá ao público um vislumbre de onde fomos, até onde chegamos e, devagar, até que ponto ainda temos de ir - especialmente quando estamos com ela.
Cineweb
Emma Stone – que ganhou um Oscar por "La La Land" – brilha no filme. Sua Billie Jean é feroz em sua luta por igualdade, mas também terna e assustada quando começa a descobrir o seu verdadeiro eu.
New York Times
De vez em quando, uma mulher excepcionalmente capaz deve provar seu valor ao competir contra um palhaço. Esse é uma das obviedades duráveis de "A Guerra dos Sexos", uma volúvel e agradável ficcionalização da partida de tênis da exposição de 1973 entre Billie Jean King e Bobby Riggs.
Observatório do Cinema
Um filme bem sessão da tarde – por mais que mantenha sua aparência indie. A fotografia é feita com película – não com digital – o que dá todo o tom vintage e etc.
Screen Rant
[Os diretores] mergulham nos aspectos pessoais e políticos da batalha entre Riggs e King na quadra de tênis, lidando com os temas de modo sensível e com senso de espetáculo destinado a tornar o conjunto divertido.
Variety
O resultado é amplamente conhecido, mas a história que o precede revela-se extremamente divertida - e incrivelmente bem adaptado ao clima atual, como King estava lutando por seu gênero e explorando sua sexualidade em 1973, quando ocorreu o enfrentamento amplamente divulgado.
Cineplayers
Com a apresentação infindável de questões e de grandes tipos vividos por grandes atores, realmente seria tarefa hercúlea dar conta de tudo. E o que se vê de fato não é um produto coeso, com um sem fim de questionamentos apresentados onde todos ficam na superfície rasa.
Collider
Dayton e Faris não descobriram como fazer um filme inteiro sobre machismo moderno e usaram a vida pessoal de King para preencher a história ao invés de conectá-la com o tema central. Embora seja bastante agradável, mesmo com seus defeiros, o filme parece um gesto fraco.
Omelete
A atuação de Steve Carell dá a Riggs um ar adorável, mesmo quando diz as coisas mais absurdas. Ele acaba sendo o personagem mais completo do longa, que não vende tão bem a sua outra jogadora.
Papo de Cinema
Faltam nuances ao longa-metragem de Jonathan Dayton e Valerie Faris e sobram conversas repletas de frases de efeito, bem como pausas dramáticas milimetricamente calculadas e, por isso, quase artificiais. O bom desempenho do elenco trata de abrandar as debilidades diretivas e de roteiro.
The Guardian
É um filme de tênis decente, solidamente contado e coreografado, mas é na representação do filme do romance homossexual entre King e sua cabeleireira, interpretado lindamente por Andrea Riseborough, onde as coisas realmente ganham vida.
Rubens Ewald
[...] Um projeto interessante com elenco de primeira, mas que não tem o impacto devido, como discussão de problemas, tanto assim que eles não resistem e felizmente colocam um figurinista gay - feito pelo britânico e famoso Alan Cumming...