Um drama que trás à tona mais um ponto das barbaridades aplicadas pelos nazistas durante a II Guerra Mundial, o roubo das obras de arte das famílias judias. A novidade aqui é mostrar a conivência do governo austríaco com o fato, por medo, admiração ou simples vergonha. Helen Mirren e Rayn Reynolds mostram alguma sintonia na busca pela justiça e pela restituição dos bens que é de direito de Maria Altman. Pelo tema forte, falta mais tensão e drama na história.
O filme se baseia na busca pelo direito de reaver obras artísticas pertencentes a família de uma judia em que fugiu da Áustria pelos nazistas. Mescla entre remakes do passado com o presente, sempre com forte emoção. O jovem advogado da senhora, busca reaver esses quadros, aos quais foram roubados pelos nazistas e agregado ao acervo de um museu de forma ilegal. O reconhecimento de tal direito e as cenas antigas é o que mais emociona. Faltou mais ênfase na forma de buscar, perante a justiça, o direito pelos quadros. Porém, é válido assistir.
É um bom filme,de história verídica. Ótimas atuações. Achei um pouco parado, meio lento. Mas prende a atenção num contexto geral, então não fica aquela coisinha chata. Vale muito a pena ser assistido! Tanto pelo fato histórico quanto pelo filme como um todo.
Muito bom o filme, emocionante além de mostrar uma visão a história do holocausto, tem como foco principal a arte que teve um papel importantíssimo na história. Baseado em fatos reais, mostra que nada é impossível e que se deve ter aquilo que é seu por direto.
O filme mescla cenas de 1998, ano em que se passa o início da história, com cenas antigas, contando a história de Maria e sua família. Essas cenas antigas são boas e contribuem muito para o filme. Elas conseguem fazer você se identificar com a personagem principal e torcer por ela. Helen Mirren está muito bem no papel de Maria.
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