Média
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O filme mescla cenas de 1998, ano em que se passa o início da história, com cenas antigas, contando a história de Maria e sua família. Essas cenas antigas são boas e contribuem muito para o filme. Elas conseguem fazer você se identificar com a personagem principal e torcer por ela. Helen Mirren está muito bem no papel de Maria.
Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
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Filme incrível e atuações impecáveis! Uma ótima história a ser retratada, e de fato bem retratada. Gostei muito da fotografia e da tensão que se cria ao decorrer do filme. Creio que a parte "tribunal" do filme poderia ter sido melhor trabalhada, de modo que parecesse mais difícil ou impossível do objetivo principal ser alcançado. Destaque para a personalidade forte da Maria, e a relação entre ela e o jovem Randol. Figurino excepcional e trilha sonora envolvente! Recomendo, e assistiria de novo com certeza!
Filme espetacular. Uma senhora judia tenta reaver as obras que foram roubadas de sua família pelos nazistas.
Com uma bela história esse filme tinha potencial para muito mais. O final é previsível, mesmo assim vale a pena. Gostei das atuações, principalmente da Helen Mirren.
Uma sobrevivente austríaca e de família judia tentando recuperar o que lhe é direito. Desta premissa surge um belo exemplar de um drama reflexivo sobre a busca por justiça de uma maneira que não me parece tão corriqueira. Enquanto os inúmeros filmes que retratam as mazelas e profundas desgraças acarretadas pela Segunda Grande Guerra quase que exclusivamente são focados nos horrores vividos pelos judeus de maneira bem explícita e dramática, aqui o ponto principal é um tanto mais ameno, mas não deixa de ser absurdo. A família de Maria Altmann (Helen Mirren) teve todos seus bens confiscados pelos nazistas. Joias, instrumentos musicais e pinturas de valor foram simplesmente roubados e com o passar dos anos não foram devolvidos aos verdadeiros herdeiros de tamanho patrimônio. No caso específico de Altmann, o objeto de maior valor é um retrato de sua tia Adele, a Dama Dourada do título, pintada por um dos maiores artistas austríacos, Gustav Klimt, que no filme chega a ser referido como a Mona Lisa da Áustria, e que estava em exibição numa grandiosa galeria de arte. Para recuperar o que lhe é de direito, Maria tem o auxílio do jovem e inexperiente advogado Randy (Ryan Reynolds), que também tem descendência austríaca. O filme tem cenas bastante intensas e é muito bonito tanto visualmente como em seu conteúdo narrativo. As personalidades dos protagonistas são muito bem delineadas e as interpretações de Mirren e Reynolds são espetaculares. Não poderíamos esperar menos de Dame Mirren, mas nunca vi Ryan Reynolds tão bem em cena, afinal, ele sempre me pareceu bastante limitado a fazer caretas, principalmente em comédias histriônicas. O filme não chega a ser perfeito. Há um péssimo aproveitamento do elenco de apoio que conta com nomes bem conhecidos como Daniel Brühl, Katie Holmes e Jonathan Pryce. O ritmo começa lento e enfadonho, mas depois de certo tempo cativa, principalmente pela presença avassaladora de Helen Mirren. Ao final da exibição, fica a sensação de dever bem cumprido dos realizadores. Se não chega a ser um filmaço, é ao menos um filme muito bem feito e que levanta questões bem pertinentes. Muito interessante.
O filme se baseia na busca pelo direito de reaver obras artísticas pertencentes a família de uma judia em que fugiu da Áustria pelos nazistas. Mescla entre remakes do passado com o presente, sempre com forte emoção. O jovem advogado da senhora, busca reaver esses quadros, aos quais foram roubados pelos nazistas e agregado ao acervo de um museu de forma ilegal.
O reconhecimento de tal direito e as cenas antigas é o que mais emociona. Faltou mais ênfase na forma de buscar, perante a justiça, o direito pelos quadros. Porém, é válido assistir.
O reconhecimento de tal direito e as cenas antigas é o que mais emociona. Faltou mais ênfase na forma de buscar, perante a justiça, o direito pelos quadros. Porém, é válido assistir.
Um drama que trás à tona mais um ponto das barbaridades aplicadas pelos nazistas durante a II Guerra Mundial, o roubo das obras de arte das famílias judias. A novidade aqui é mostrar a conivência do governo austríaco com o fato, por medo, admiração ou simples vergonha. Helen Mirren e Rayn Reynolds mostram alguma sintonia na busca pela justiça e pela restituição dos bens que é de direito de Maria Altman. Pelo tema forte, falta mais tensão e drama na história.
Gostei muito do filme , acho que ficou bem legal o presente e o passado caminharem juntos em flashbacks.
Temática lenta, mas interessante de assistir, boa atuação de Helen Mirren.
É um bom filme,de história verídica. Ótimas atuações. Achei um pouco parado, meio lento. Mas prende a atenção num contexto geral, então não fica aquela coisinha chata. Vale muito a pena ser assistido! Tanto pelo fato histórico quanto pelo filme como um todo.
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