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Carlos A.
10 seguidores
4 críticas
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4,5
Enviada em 1 de dezembro de 2015
Filme incrível e atuações impecáveis! Uma ótima história a ser retratada, e de fato bem retratada. Gostei muito da fotografia e da tensão que se cria ao decorrer do filme. Creio que a parte "tribunal" do filme poderia ter sido melhor trabalhada, de modo que parecesse mais difícil ou impossível do objetivo principal ser alcançado. Destaque para a personalidade forte da Maria, e a relação entre ela e o jovem Randol. Figurino excepcional e trilha sonora envolvente! Recomendo, e assistiria de novo com certeza!
Envolvente e emocionante, ao adentrar na vida de Maria pude sentir como ela e ver seus temores mas também sua coragem... Ver suas fragilidades mas também sua força, um paradoxo de emoções que me deixou sem falas e com o coração acelerado...
Uma história fascinante e excepcional que nas mãos de um diretor mais talentoso, seria uma obra de arte. Baseado numa história real, o enredo conta a história da judia Maria Altman, sobrevivente do holocausto, que após a morte da sua irmã descobre documentos que a levam a revindicar na Áustria atual, obras de arte roubadas de sua família por nazistas, entre a elas a famosa tela “Adele” de Gustav Klimt. Helen Mirren dá vida a sobrinha é tem um desempenho forte e torna o filme obrigatório. Ryan Reynolds interpreta seu advogado, descendente austríaco, porém inexperiente. Entre várias tentativas, conseguem o impossível. É agradável, porém meio irregular! Quando emociona não soa genuíno, uma pena porque o material é incrível, mais nunca explorado no seu potencial. Curiosidade. As locações são todas autênticas. No local de seu acontecimento original. Nota do público: 7.4 (IMDB) Nota dos críticos: 52%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $33 milhões Mundo - $66 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
O filme e espetacular! Nos leva a viajar no tempo e viver intensamente cada pedaco do filme. Os atores sao excelentes e assistiria mais vezes , com certeza.
Isto se chama restituição e trazer o passado para presente como exemplo para futuras gerações, pois um pouco de história e cultura constroem um futuro dignificante.
Uma sobrevivente austríaca e de família judia tentando recuperar o que lhe é direito. Desta premissa surge um belo exemplar de um drama reflexivo sobre a busca por justiça de uma maneira que não me parece tão corriqueira. Enquanto os inúmeros filmes que retratam as mazelas e profundas desgraças acarretadas pela Segunda Grande Guerra quase que exclusivamente são focados nos horrores vividos pelos judeus de maneira bem explícita e dramática, aqui o ponto principal é um tanto mais ameno, mas não deixa de ser absurdo. A família de Maria Altmann (Helen Mirren) teve todos seus bens confiscados pelos nazistas. Joias, instrumentos musicais e pinturas de valor foram simplesmente roubados e com o passar dos anos não foram devolvidos aos verdadeiros herdeiros de tamanho patrimônio. No caso específico de Altmann, o objeto de maior valor é um retrato de sua tia Adele, a Dama Dourada do título, pintada por um dos maiores artistas austríacos, Gustav Klimt, que no filme chega a ser referido como a Mona Lisa da Áustria, e que estava em exibição numa grandiosa galeria de arte. Para recuperar o que lhe é de direito, Maria tem o auxílio do jovem e inexperiente advogado Randy (Ryan Reynolds), que também tem descendência austríaca. O filme tem cenas bastante intensas e é muito bonito tanto visualmente como em seu conteúdo narrativo. As personalidades dos protagonistas são muito bem delineadas e as interpretações de Mirren e Reynolds são espetaculares. Não poderíamos esperar menos de Dame Mirren, mas nunca vi Ryan Reynolds tão bem em cena, afinal, ele sempre me pareceu bastante limitado a fazer caretas, principalmente em comédias histriônicas. O filme não chega a ser perfeito. Há um péssimo aproveitamento do elenco de apoio que conta com nomes bem conhecidos como Daniel Brühl, Katie Holmes e Jonathan Pryce. O ritmo começa lento e enfadonho, mas depois de certo tempo cativa, principalmente pela presença avassaladora de Helen Mirren. Ao final da exibição, fica a sensação de dever bem cumprido dos realizadores. Se não chega a ser um filmaço, é ao menos um filme muito bem feito e que levanta questões bem pertinentes. Muito interessante.
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