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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
Ação ao invés de palavras, senão isso, silêncio. Essa fita corajosa que se protege de qualquer crítica usando a simplicidade e falando carinhosamente sobre a fé, é um trabalho impactante, marcante. "Últimos Dias no Deserto" é um livro aberto sobre a reflexão que precisameos ter sobre nossas vidas...
Collider
Funciona como uma grande parábola, marcada por diálogos humanos e interpessoais. Este é Jesus em sua representação mais humana, vivendo um drama familiar que o leva em direção à divindade.
O Globo
Agradável surpresa é o menino escocês de “Trainspotting - Sem limites” e “Moulin Rouge: Amor em Vermelho”, Ewan McGregor, espelhando Jesus (silencioso, introspectivo e observador) e o Diabo (duro, incisivo e irônico).
The Guardian
"Últimos Dias no Deserto" [...] é uma meditação inteligente e bela sobre pai e filhos (e sobre o Pai e o Filho) que se desenvolve de maneira lenta, mas nunca entendiante.
The Playlist
"Os Últimos Dias no Deserto" é um filme contemplativo, concentrando-se na vida interior dos personagens. Enquanto eles falam, talvez a maior forma de comunicação seja o silêncio entre as conversas, com as reações e respostas a cada palavra.
Variety
Rodrigo Garcia criou uma obra inquietante e verdadeira, e isso faz com que esta seja, muito provavelmente, a obra mais singular e bela de toda a sua carreira.
Washington Post
Rodrigo Garcia realizou algo extraordinário com "Últimos Dias no Deserto", infundindo em uma das mais famosas histórias no mundo uma forte dose de inovação.
Cineweb
"Últimos Dias no Deserto" é um filme sobre um fluxo de vida, sobre o cotidiano, sobre o tempo que nos consome ao o consumirmos – algo bastante humano, aliás. [...] García transforma a jornada espacial do seu protagonista numa jornada espiritual, e os movimentos da câmera fazem parte desse caminho.
Screen International
"Últimos Dias no Deserto" não é transcendental ou nada parecido com uma experiência religiosa. No entanto, é um filme profundamente emocionante, instigante e forte, o que por si só é uma benção.
The Hollywood Reporter
[...] a abordagem de Rodrigo Garcia, ainda que visualmente bela, é intelectualmente opaca e cautelosamente criativa, deixando o espectador, seja ele um crente ou não, com muitas lacunas para preencher...
Veja
Esqueça a pompa grandiosa dos dramas bíblicos mais típicos: o escocês Ewan McGregor interpreta um Jesus Cristo introspectivo, em conflito silencioso com as próprias incertezas, no sereno "Últimos Dias no Deserto".
Zero Hora
Apesar do bom trabalho dos atores, García perde o foco com a dramaturgia mais dinâmica que se forma diante de um impasse doméstico tão contemporâneo. A intensidade do potente drama intimista desenhado no começo, centrado no metafórico conflito do homem com seus demônios, acaba sendo pouco aproveitada.
Preview
São confrontos complexos e instigantes, mas o diretor tem dificuldade em costurar as duas situações e em gerar a empatia do espectador. A impressão é que seu filme poderia ser muito mais contundente e ousado se ele tirasse a tal família de cena e mergulhasse no clássico conflito entre Deus e o Diabo.
Rubens Ewald
Já encontramos aquele que seria Jesus no fim da sua temporada de meditação e sofrimento no deserto, com muito menos impacto do que outros sobre o mesmo tema. [...] Nada de muito concreto ou bonito, ou chocante ou importante vem a acontecer.