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Filme muito bom , emocionante . O filme tem uma interpretação muito boa da atriz de ganhou o Oscar de 2015!
Excelente. Atuação magnífica de Julianne Moore, da qual sou fã. Está linda, seus olhos e sorriso roubam as cenas. Final sem costura nao surpreende pelo tipo de drama.
Um filme pesado para conhecer uma doença tão séria e de as vezes até pouco conhecimento, o filme tem grande sensibilidade, com a atuação, ganhadora de Oscar, de Juliane Moore, se perde em alguns problemas de roteiro, mas é um filme digno de se ver e falar bem.
"Para sempre Alice" é um filme melancólico, um pouco cansativo e bastante delicado. Melancólico porque trata do Mal de Alzheimer de uma forma agressiva: a protagonista é diagnosticada aos 50 anos e a doença a ataca de uma forma avassaladora. Isto é, impressiona o quão cedo a doença aparece, e a velocidade que deteriora a mente da pessoa. Um sofrimento que cresce exponencialmente, gerando a citada melancolia. Trata-se, pois, de um drama comovente. Mas é cansativo, pois a situação tende a apenas piorar. Por outro lado, é delicado, pois o tema é tratado de uma forma bastante humana e sensível.
O grande mérito, porém, é de Julianne Moore, que faz a protagonista e - como a maioria dos grandes vencedores do Oscar na categoria de atuação - carrega o filme nas costas. Ela ganhou mais de 30 prêmios (isso mesmo, MAIS DE TRINTA), incluindo o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA. O trabalho de Moore é impecável, em especial ao representar bem a deterioração da personagem.
Mas Julianne Moore não está bem cercada. O experiente Alec Baldwin é engolido pela colega, restando aparecer muito pouco - participação também do roteiro, que não desenvolve a personagem. Os filhos do casal também são discretos, exceto, infelizmente, Kristen Stewart, que, como sempre, se mostra tão expressiva quanto uma pedra. É com base no nome que a pedra, digo, Stewart, recebe um papel de maior relevo (talvez a coadjuvante de maior importância). Roteiro e direção não colaboram para enriquecer, apostaram em Julianne Moore. Ela correspondeu e talvez tenha até superado as expectativas, foi brilhante. Mas apenas ela.
O grande mérito, porém, é de Julianne Moore, que faz a protagonista e - como a maioria dos grandes vencedores do Oscar na categoria de atuação - carrega o filme nas costas. Ela ganhou mais de 30 prêmios (isso mesmo, MAIS DE TRINTA), incluindo o Oscar, o Globo de Ouro e o BAFTA. O trabalho de Moore é impecável, em especial ao representar bem a deterioração da personagem.
Mas Julianne Moore não está bem cercada. O experiente Alec Baldwin é engolido pela colega, restando aparecer muito pouco - participação também do roteiro, que não desenvolve a personagem. Os filhos do casal também são discretos, exceto, infelizmente, Kristen Stewart, que, como sempre, se mostra tão expressiva quanto uma pedra. É com base no nome que a pedra, digo, Stewart, recebe um papel de maior relevo (talvez a coadjuvante de maior importância). Roteiro e direção não colaboram para enriquecer, apostaram em Julianne Moore. Ela correspondeu e talvez tenha até superado as expectativas, foi brilhante. Mas apenas ela.
Drama familiar imbuído de mensagem para o espectador, honesto e emocionante, embora com estrutura óbvia e comum (vide as cenas iniciais que mostram que a protagonista é bem sucedida no amor e no trabalho, que serão abalados com o Alzheimer; o esquecimento numa palestra importante, a indicar que algo está errado; o jogo com palavras com a filha, que previsivelmente será o parâmetro da evolução da doença; a relação conturbada com a caçula, que procura se reaproximar e cuidar da mãe). De qualquer forma, vale pela interpretação marcante de Juliane Moore, cuja personagem vive a angústia de se descobrir cada vez mais desconectada em relação a si mesma, seu passado, suas memórias e a tudo o que já foi um dia. É um filme sobre a inexorabilidade das perdas e a necessidade de se conformar com os vazios que decorrem delas.
Adorei o filme do é triste mas não é apelativo. Aborda a doença com humanidade e nos dá uma visão do ponto de vista do doente. Realmente a interpretação de Julianne é impecável . O filme nos traz uma reflexão sobre o que somos, o que temos, como lidemos com as perdas. Muito bom!
Alem da interpretacao magistral de Julianne Moore, o filme é fantastico na conscientizacao de uma doenca silenciosa e terrivel. Voce ja imaginou virar um vegetal? Pela cura do Alzheimer!!!
Triste e real história. Com atuação esplêndida de Julianne Moore.
O filme em si não surpreende e é previsível, mas não é ruim. Ele é bem trabalhado, não é longo e nem cansativo.
Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Assistindo ao filme Para Sempre Alice eu me deparei com, uma curiosidade do oscar de atriz da Julianne Moore por Para Sempre Alice .Foi o Alec Baldwin vivendo consecutivamente maridos das atrizes o ano passado Cate Blanchett em Blue Jasmine e este ano Julianne Moore por Para Sempre Alice e ambas premiadas com Oscar.Esse é Pe de Coelho.
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