Média
2,9
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Animação surreal, mas bem feita, história totalmente non-sense, tira boas risadas e expressões do tipo "que porcaria é essa", se ficasse mais tempo nisso, seria melhor ainda.
Gostei do filme ^^
Mas fiquei chateado dele exibirem o filme com as cenas removidas ( spoiler: Como a cena do Drogado receber e toma do os sais de banho e a cena final com a orgia dos alimentos
)
Eles deviam lançar o filme em DVD com a versão sem cortes no Brasil.
#FestaDaSalsichaSemCortes
#FestaDaSalsichaDVDSemCortesDoBrasil
Mas fiquei chateado dele exibirem o filme com as cenas removidas ( spoiler: Como a cena do Drogado receber e toma do os sais de banho e a cena final com a orgia dos alimentos
)
Eles deviam lançar o filme em DVD com a versão sem cortes no Brasil.
#FestaDaSalsichaSemCortes
#FestaDaSalsichaDVDSemCortesDoBrasil
Resumo do filme: Propaganda ateísta!
O hilário é ver certos críticos escreverem que quem for com "a cabeça aberta" pode se divertir. Mal sabem a origem dessa expressão, mas a usam até como uma característica "desejável". Mas eis aqui vos dou: essa era a forma como se referiam às pessoas que passavam por uma lobotomia na Idade Média. Como eu estou fora dessa definição, achei o filme fraco tanto na crítica quanto no humor que ele prometia entregar.
Ao final, os alimentos descobrem que não existem "deuses", mas se esquecem que eles só existem porque foram CRIADOS, inclusive a própria salsicha julga a atitude humana como imoral, mas ignora que só veio à vida pq outro animal teve de morrer primeiro. Não recomendo este filme a ninguém. Mas quem assistir vai ver qual o desejo dessa nossa sociedade secularizada: homossexualismo, libertinagem e fim dos valores.
O hilário é ver certos críticos escreverem que quem for com "a cabeça aberta" pode se divertir. Mal sabem a origem dessa expressão, mas a usam até como uma característica "desejável". Mas eis aqui vos dou: essa era a forma como se referiam às pessoas que passavam por uma lobotomia na Idade Média. Como eu estou fora dessa definição, achei o filme fraco tanto na crítica quanto no humor que ele prometia entregar.
Ao final, os alimentos descobrem que não existem "deuses", mas se esquecem que eles só existem porque foram CRIADOS, inclusive a própria salsicha julga a atitude humana como imoral, mas ignora que só veio à vida pq outro animal teve de morrer primeiro. Não recomendo este filme a ninguém. Mas quem assistir vai ver qual o desejo dessa nossa sociedade secularizada: homossexualismo, libertinagem e fim dos valores.
Filme mal demais, não sei como foi possivel o adoro cinema dar 4 estrelas pra esse filme fraco e chato.
Com palavrões e liberdade de expressão 'Festa da Salsicha' faz crítica a sociedade
Assim como tem conflitos ideológicos, a animação se preocupa com a inclusão de minorias, adicionando uma rosquinha muçulmana, um pão árabe e um taco mexicano à sua história. Através destes personagens podemos ver as diferenças ideológicas por causa de suas crenças, além do fato de que alguns serem homossexuais e bissexuais. A missão da salsicha Frank (voz de Seth Rogen na dublagem original e de Guilherme Briggs no Brasil) é fazer com que todos os alimentos do hipermercado acreditem que ao invés de irem para o paraíso, eles irão para o inferno - depois de serem levados pelos "deuses".
Assim como tem conflitos ideológicos, a animação se preocupa com a inclusão de minorias, adicionando uma rosquinha muçulmana, um pão árabe e um taco mexicano à sua história. Através destes personagens podemos ver as diferenças ideológicas por causa de suas crenças, além do fato de que alguns serem homossexuais e bissexuais. A missão da salsicha Frank (voz de Seth Rogen na dublagem original e de Guilherme Briggs no Brasil) é fazer com que todos os alimentos do hipermercado acreditem que ao invés de irem para o paraíso, eles irão para o inferno - depois de serem levados pelos "deuses".
Festa da Salsicha é uma animação que não tem o mínimo pudor, se diverte o quanto pode com o escatológico e faz do obsceno sua fonte primária de funcionamento. Ao mesmo tempo constrangedor e completamente hilário, apesar do quanto se arrisca, não deixa a desejar quando é necessário fazer rir, mas às vezes seus exageros saem de seu próprio controle e vão no embalo natural de seu ritmo. O que caracteriza pontuais deslizes na animação, quando demonstra que, por mais que seja consciente de si própria, não se levar a sério também precisa de limites, mas não quando se satiriza de maneira tão irreverente um certo conservadorismo religioso.
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