A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Críticas
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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Ricardo L.
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3,0
Enviada em 2 de outubro de 2017
A bela Scarlet em um filme que não merecia a sua beleza. Filme baseado em um dos jogos dos games mais jogados de todos os tempos, A vigilante do amanhã é visualmente muito bem feito e bonito, mas que não passa a emoção que necessita para dar ação e desenvolvimento que esse gênero necessita. falhas no roteiro que transmite para o filme, uma pena tinha grande potencial que infelizmente não supriu 50%.
Super efeitos visuais e uma discussão sobre o que nos torna humanos. Uma mulher rebelde é morta e seu cérebro é utilizado para animar um androide, mas as suas memórias não foram totalmente apagadas e ela em algum instante vai querer saber da sua origem. Estilo Robocop, com uma grande corporação tentando ter o monopólio da segurança.
Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.
Eu particularmente Achei um filme meio cansativo e confuso e Acho sim que como muitas críticas estão falando, acredito que todos os personagens deveriam ser orientais acho que não combinou muito A Escolha dos personagens
O design de produção, fotografia, trilha sonora é os pontos legais do filme. Mas infelizmente a história é meio chata, tem duas cenas de ação bacana, uma no início e a outra no final mas dura pouco. Nota 6
Scarlett Johansson possui uma beleza natural que encanta tanto pela beleza quanto pelo natural. E nem ela parece conseguir trazer algo de novo ao remake ocidental live-action de um dos trabalhos filosoficamente mais ambiciosos dos últimos tempos. E se nem ela consegue, não serão efeitos digitais nem diálogos em inglês que o farão.
Tecnicamente quando se diz em visual, fotografia, efeitos e ambientação, o filme funciona muito bem, mas a história esta truncada e soturna, cenas de ação muito espaçadas, não deve agradar o grande público, já que a protagonista não é carismática, mas esta muito bem adaptado do anime, lá também a personagem não esbanja carisma.
Baseado no mangá que inclusive teve uma adaptação em um anime no ano de 1995,Ghost in The Shell é uma história fictícia que se passa em um mundo pós 2029 onde os humanos são aprimorados pela tecnologia e a policial Major Mira Killian é vista como o futuro da tecnologia,pois ela é um caso raro de uma mulher que teve trasplantada o cérebro para um corpo 100% artificial,mas ao perceber problemas no seu sistema ela começa a ter visões do passado de quando ainda era uma humana.O flime tem a direção do Rupert Sanders que anteriormente havia dirigido o fraco Branca de Neve e o Caçador e aqui o trabalho dele é razoável,mas a culpa por grande parte se dá ao roteiro problemático.Vamos começar,o roteiro aborda de forma muito superficial o lado pensativo e a crise existencial da personagem principal que fica nas crises existenciais genéricas e sem identidade,assim como grande parte do elenco que tem pouco para trabalhar,inclusive o Michael Pitt que tem algo a dizer mas é mal aproveitado além do visual muito bacana,inclusive a criação de universo e caracterizações são boas assim como grandes cenas belas da cidade oriental.As cenas de ação quebram o galho mas o diretor exagera um pouco no uso de Slow-Motions.No elenco a maioria não tem boas atuações principalmente o Takeshi Kitano que tem atuação horrível e tem expressões tanto quanto uma pedra,e a Scarlett Johansson tem atuação genérica.
O filme é futurista, com muitos efeitos visuais e cenas de ação. Mas isso não impediu o filme de ser monótono, faltou tempero nas cenas. É engraçado como a personagem tem uma elasticidade enorme correndo, saltando, mas pra andar parece está toda assada. Vale a pena dar uma conferida, mas longe de ser uma obra prima.
Fortemente inspirado pelo anime homônimo, A VIGILANTE DO AMANHÃ narra a futurista história protagonizada pela personagem Major (Scarlett Johansson), que é fruto de uma realidade na qual as pessoas se aproveitam da tecnologia que permite "ajustes" corporais para trazer melhorias funcionais ou estéticas. Major é o ápice dessa tecnologia, haja vista a utilização apenas de um cérebro humano em corpo cibernético, elemento este que cria uma narrativa que não só questiona as reais intenções dessa suposta evolução, mas como ela tem efetivamente sido divulgada em seu meio.
Não há dúvidas que como grande produção, o filme realça ricos elementos visuais, que saltam aos olhos pela qualidade soberba que carrega consigo, inclusive ao reproduzir cenas do anime em live action. Vale ressaltar que apesar dessa boa abordagem visual, a narrativa foi alterada para algo menos complexo, levando a crer que os produtores duvidavam das capacidades do expectador em aproveitar o enredo profundo desenvolvido originalmente. Apesar dos pesares o filme não pode ser tido como descartável, vale como passatempo módico e pela atriz principal que sempre entrega uma atuação notável.
Não emplaca. O roteiro, por mais interessante que seja, não tem originalidade e a protagonista não possui o poder icônico para cativar. É uma mistura coerente de "Minority Report - A Nova Lei" com "Repo Men - O Resgate de Órgãos" que não arrasa multidões e se não posse pela atriz, provavelmente iria passar despercebido.
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