A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell: Críticas - Página 3
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
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Fernando L.
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2,0
Enviada em 5 de abril de 2017
Linda estética. Efeitos ok. Vc fica "voando" boa parte do filme, mas dá para ir preenchendo o quebra-cabeças. O tema de fundo é muito interessante, mas o diretor não conseguiu criar um clímax no filme que o tornasse mais interessante. "Vilão" sem graça. Você fica esperando que em algum momento o filme vai decolar, o que não acontece. Bocejei em vários momentos. Fraco.
O grande destaque deste filme é os efeitos visuais ,e a fotografia! muito bem feita , diferente.!!, a protagonista não é cativante.. e o roteiro é pobre..., previsível.,..poderia ser muito melhor trabalhado , pq a ideia é interessante., efeitos especiais bem feitos, boa trilha sonora.
Adaptação live-action de um icônico mangá, “A Vigilante do Amanhã” mergulha no gênero cyberpunk, abordando questões sobre o impacto da tecnologia na existência humana. Com Scarlett Johansson como protagonista, o filme apresenta impressionante estética visual e competentes sequências de ação.
Este filme de ação tem um roteiro fraco e atuações previsíveis, não conhecia a história e fico sem entender o sucesso da personagem depois de ter assistido. Scarlett Johansson tem a mesma expressão de todos os seus filmes e isso faz perder a graça, parece a Viúva Negra em outra situação. O elenco está cheio de figuras conhecidas, mas que não ajudam a melhorar as coisas. É um Matrix com Blade Runner bem piorado.
Efeitos visuais interessante, o ponto abordado pelo filme também cativa quem assiste mas por algum motivo senti que faltou alguma coisa para ser mais, o filme não me prendeu tanto e espero rever em breve para tentar captar melhor tudo, gostei de algumas frases bem encaixadas da conexão entre os personagens de destaque. Vale a experiência!
A inteligência artificial é um tema bastante rotineiro em Hollywood, mas Ghost in the Shell veio para mudar esse panorama no cinema. A adaptação do Mangá, o Anime de Masamune Shirow de 1995 (O Fantasma do Amanhã) é muito presente no filme de Rupert Sanders ( Branca de Neve e o Caçador) é quase um live action por inteiro da obra de Shirow. Em sua sinopse temos a empresa Hanka que visa melhorar humanos a partir de peças robóticas, e começa a fazer experiências para ter um modelo que tenha apenas um cérebro humano e seja 100% robô, assim nasce Major. Usada como uma arma pela equipe de segurança do Setor 9, uma das regiões mais violentas da megalópole. Muitas cenas remetem ao anime de 95, desde o salto de Major (Scarlett Johansson) na cena de abertura, as camuflagens termo-ótica, a filosofia técnica, a semelhança do antagonista Kuze (Michael Pitt) com o vilão Mestre dos Fantoches e o Tanque-aranha. A Vigilante do Amanhã é um filme surpreendente no quesito visual, o design de produção é impecável, desde os hologramas nos arranha-céus até os Neons presente em toda a película, em momentos lembra até um filme de Michael Mann, pura representação do anime, tanto no roteiro de William Wheeler e Ehren Kruger, quanto na estética, belíssimo! A relação da filosofia é iminente quando se trata de corpos aperfeiçoados (Cibernéticos), os próprios questionamentos da Major em relação a sua alma e sua vida passada remetem a isso, será que existe apenas um Fantasma dentro de uma carcaça robótica? O longa bate muito nessa tecla, mas o que é bem mais interessante é a relação da humanidade com a tecnologia que o filme aborda, é algo simbiótico, humanos mecanizados, conexos neurais, Hackeamento cerebral, pensamentos compartilhados em rede que lembra muito Matrix (filme que bebeu de Ghost in the Shell) ou até mesmo Blade Runner. As criações digitais também são bem legais, com destaque para a Gueixa-Aranha que é fantástica! A Vigilante do Amanhã não é só um filme onde a presença de Scarlett Johansson brilha, através de sua interpretação de olhar vazio ante os saltos característicos de Major, mas também um material fiel a obra original.
Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.
Eu particularmente Achei um filme meio cansativo e confuso e Acho sim que como muitas críticas estão falando, acredito que todos os personagens deveriam ser orientais acho que não combinou muito A Escolha dos personagens
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell... um dos blockbusters mais esperados de 2017, o filme se passa no futuro e conta a história da Major Mira Killian (Scarlett Johansson), que teve seu cérebro transplantado para um corpo inteiramente construído pela Hanka Corporation. Major logo é inserida no Section 9, um departamento da polícia local, e ela passa a combater o crime sob o comando de Aramaki (Takeshi Kitano) e tendo Batou (Pilou Asbaek) como parceiro. Só que, em meio à investigação sobre o assassinato de executivos da Hanka, ela começa a perceber certas falhas em sua programação que a fazem ter vislumbres do passado quando era inteiramente humana. A direção é do Rupert Sanders, que dirigiu o aceitável Branca de Neve e o Caçador de 2012, e aqui ele dirige muito bem as cenas de ação acerta em muitos enquadramentos que fazem lembrar a animação original de 1995, mas infelizmente a direção de atores é muito fraca. O roteiro não desenvolve bem os personagens, são todos muito mal escritos, além dos diálogos genéricos e sem inspiração. A interpretação da Scarlett Johansson é apenas ok, pois ela poderia estar bem mais a vontade no papel, assim como o resto do elenco, ninguém ganha um destaque aqui, pois como eu disse, a direção de atores é fraca. Visualmente o filme é impecável, a cinematografia é bonita e colorida, o design de produção é excelente e o figurino é sensacional. A trilha sonora não é nada marcante, diferente da animação de 1995, que tinha uma trilha memorável, aqui é apenas uma música esquecível. Ghost in the Shell é um filme visualmente brilhante e conta com cenas de ação muito boas, mas tem um roteiro problemático e conta com um elenco desperdiçado.
Uma história interessante, porem não gostei. Não é um filme envolvente, não nos deixa empolgados para assistir até o final, não gostei dos efeitos especiais.
Super efeitos visuais e uma discussão sobre o que nos torna humanos. Uma mulher rebelde é morta e seu cérebro é utilizado para animar um androide, mas as suas memórias não foram totalmente apagadas e ela em algum instante vai querer saber da sua origem. Estilo Robocop, com uma grande corporação tentando ter o monopólio da segurança.
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