A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
Média
3,6
781 notas

60 Críticas do usuário

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19 críticas
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Rafael Piros
Rafael Piros

2 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de outubro de 2017
O estilo cyberpunk não é para todos.
The ghost in the shell é um filme com boas imagens gráficas, bons efeitos visuais e sonoros que causam um impacto um pouco diferente. Porém, o enredo não possui muitos motivos reais, tornando a maioria das causas superficiais. Existe sim, como em outras obras de ação, uma certa mensagem e significado simbólico por trás de tudo, mas é no entanto, uma moral já conhecida, porém contada de uma forma mais diferente com putras perspectivas culturais.
Agora, em minha pessoal opinião, gostei do impacto que as cores, os sons e a estética dão ao telespectador; odiei, todavia, o toque americanizado em certas cenas, deixando-as clichês e fugindo da essência oriental.
Um filme não muito comum, com essências culturais alternativas mas uma mal temperada no efeito hollywoodiano.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de outubro de 2017
A bela Scarlet em um filme que não merecia a sua beleza. Filme baseado em um dos jogos dos games mais jogados de todos os tempos, A vigilante do amanhã é visualmente muito bem feito e bonito, mas que não passa a emoção que necessita para dar ação e desenvolvimento que esse gênero necessita. falhas no roteiro que transmite para o filme, uma pena tinha grande potencial que infelizmente não supriu 50%.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Ghost in the Shell (2017), dirigido por Rupert Sanders, é uma adaptação live-action do icônico mangá de Masamune Shirow e do aclamado longa animado de 1995. Com um elenco liderado por Scarlett Johansson, o filme mergulha no gênero cyberpunk, abordando questões sobre identidade, transhumanismo e o impacto da tecnologia na existência humana. No entanto, apesar de sua impressionante estética visual e competentes sequências de ação, a obra recebeu críticas mistas devido a problemas narrativos, desenvolvimento superficial de personagens e polêmicas em torno de sua representação cultural.

A trama segue Major Mira Killian, uma ciborgue com um cérebro humano transplantado, que lidera missões antiterrorismo para a Seção 9. Durante sua investigação sobre um hacker chamado Kuze, ela descobre segredos sobre sua verdadeira identidade e os experimentos ilegais da Hanka Robotics. O enredo adapta elementos do material original, mas simplifica temáticas filosóficas profundas em prol de um arco de origem clichê. Em vez de explorar o conceito do "fantasma" no "casulo", a narrativa se resume a uma história previsível de autodescoberta.

Scarlett Johansson entrega uma performance competente, capturando a frieza e o distanciamento emocional da Major, mas sua atuação carece da complexidade necessária para transmitir os dilemas existenciais da personagem. Pilou Asbæk como Batou é um dos pontos altos do elenco, trazendo carisma e autenticidade ao papel. Takeshi Kitano, interpretando Aramaki, confere uma presença sólida, embora seja subutilizado. Já Michael Pitt, como Kuze, apresenta um vilão com potencial, mas que não é devidamente desenvolvido.

A escrita de Ghost in the Shell é um de seus maiores problemas. A superficialidade da narrativa reduz a complexidade da obra original a um conto convencional de vingança e redenção. O roteiro também falha em desenvolver a Seção 9 como uma unidade coesa, deixando personagens como Togusa e Saito sem destaque. Além disso, a resolução da história é abrupta, encerrando os conflitos de forma apressada e previsível.

Visualmente, o filme é deslumbrante. A direção de arte recria com fidelidade a paisagem cyberpunk de Neo-Tóquio, combinando neon vibrante, hologramas monumentais e uma atmosfera futurista opressora. Muitas cenas são diretamente inspiradas no longa animado de 1995, com composições visuais impressionantes. No entanto, a direção de Rupert Sanders prioriza a estetização em detrimento da profundidade, tornando a experiência visual impactante, mas emocionalmente rasa.

A trilha sonora de Clint Mansell e Lorne Balfe é funcional, mas não memorável. Embora traga elementos eletrônicos que evocam o ambiente cyberpunk, falta a grandiosidade e o misticismo da trilha original de Kenji Kawai. A decisão de não incluir a icônica música Making of a Cyborg na abertura foi uma oportunidade perdida.

O final do filme busca uma resolução catártica ao fazer Mira Killian aceitar sua verdadeira identidade como Motoko Kusanagi. Contudo, essa revelação não tem o impacto esperado, pois a construção emocional da protagonista é superficial. Além disso, a decisão de eliminar Cutter de maneira abrupta enfraquece o climax.

Ghost in the Shell (2017) é um filme visualmente impressionante, mas narrativamente decepcionante. Sua falha em aprofundar os temas filosóficos do material original e o roteiro simplista comprometeram seu potencial. O polêmico casting de Scarlett Johansson gerou um debate sobre whitewashing, o que não apenas prejudicou sua recepção, mas também refletiu uma desconexão com a essência cultural da obra original. Ainda assim, para aqueles que buscam uma experiência visualmente rica e entretenimento leve, Ghost in the Shell pode ser apreciado, desde que não se espere a profundidade da animação de 1995 ou do mangá de Shirow.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de janeiro de 2020
Começo do filme divergem completamente do anime de 1995, principalmente no começo. Mas, mantém a estética visual do anime e é bem mais estiloso a cidade onde passa a trama que foi rodado na cidade Auckland. Diminuiu bastante a cena violenta que era retratado no anime de 1995 que era mais estética e sanguinolenta. Vilão apresentado no começo do filme é um hacker com motivação de acabar com o projeto do governo de criar robôs com implante de cérebro em máquina para ser inserida na corporação policial. Poder do primeiro vilão antes de ter aquela reviravolta é de usar poder da menta para comunicar com outras máquina igual a ele.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de abril de 2017
O design de produção, fotografia, trilha sonora é os pontos legais do filme. Mas infelizmente a história é meio chata, tem duas cenas de ação bacana, uma no início e a outra no final mas dura pouco. Nota 6
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de julho de 2018
O filme é futurista, com muitos efeitos visuais e cenas de ação. Mas isso não impediu o filme de ser monótono, faltou tempero nas cenas. É engraçado como a personagem tem uma elasticidade enorme correndo, saltando, mas pra andar parece está toda assada. Vale a pena dar uma conferida, mas longe de ser uma obra prima.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de setembro de 2018
Fortemente inspirado pelo anime homônimo, A VIGILANTE DO AMANHÃ narra a futurista história protagonizada pela personagem Major (Scarlett Johansson), que é fruto de uma realidade na qual as pessoas se aproveitam da tecnologia que permite "ajustes" corporais para trazer melhorias funcionais ou estéticas. Major é o ápice dessa tecnologia, haja vista a utilização apenas de um cérebro humano em corpo cibernético, elemento este que cria uma narrativa que não só questiona as reais intenções dessa suposta evolução, mas como ela tem efetivamente sido divulgada em seu meio.

Não há dúvidas que como grande produção, o filme realça ricos elementos visuais, que saltam aos olhos pela qualidade soberba que carrega consigo, inclusive ao reproduzir cenas do anime em live action. Vale ressaltar que apesar dessa boa abordagem visual, a narrativa foi alterada para algo menos complexo, levando a crer que os produtores duvidavam das capacidades do expectador em aproveitar o enredo profundo desenvolvido originalmente. Apesar dos pesares o filme não pode ser tido como descartável, vale como passatempo módico e pela atriz principal que sempre entrega uma atuação notável.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de abril de 2017
Um bom filme. Bem dirigido, com ótimos cenários, efeitos especiais de qualidade e atores de primeira linha. Scarlett Johansson, como sempre, perfeita, no papel principal de Major Mira. O enredo é bom e consistente. Muita ação, sem perder as mensagens atuais sobre a interação homem/máquina. As questões filosóficas sobre a evolução da inteligência artificial e o que identifica um humano são muito interessantes. Vale a pena.
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de setembro de 2019
Excelentes cenas de ação e efeitos especiais. A ideia e proposta do filme são ótimas para quem gosta de ficção científica. No entanto, o desenrolar do filme é monótono e confuso diversas vezes. A atriz Scarlett Johansson está muito bem.
Vitor S.
Vitor S.

49 seguidores 64 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de abril de 2017
Gostei bastante do filme, ele trouxe a mensagem de como o trans-humanismo pode prejudicar a humanidade, não só isso, mas, como também vemos que governo tem menos poder que uma empresa e dá o panorama para um futuro próximo.
Achei legal eles colocarem negros e outras etnias ( acho que foi algo do filme já que na versão original não aconteceu algo do tipo )
a mensagem que o filme passa é: Até onde podemos ir com a tecnologia e até que ponto ela nos beneficia ou nos destrói.
Gostei do design da cidade ficou parecida com Tóquio mesmo sendo Hong Kong ( reconheci alguns prédios ) a atuação da Scarlett estava ótima como Major .
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