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Fabio B.
1 crítica
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1,0
Enviada em 1 de dezembro de 2016
Gente que filme ruim que doi. Um filme parado sem ação do inicio ao fim. Uma historia chata que tem um final muito doido para a personagem principal. Tudo bem que a essência do filme traz uma versão Deus ufo que quer trazer uma mensagem bacana para a humanidade, mas o desenrolar é muito chato. Filme nesta linha de mensagem oculta fantástico foi o mistério da libélula, quem não viu veja e depois compara com este aqui. Afff perdi meu dinheiro e meu tempo. Um dos piores filmes que já vi e olha que sou viciado em cinema e em filmes de ação e ficção.
A chegada (Arrival) é uma ficção que narra a chegada de seres alienígenas em nossa terra. Com intuito de descobrir a real intenção dos novos visitantes a Dra. Louise Banks (Amy Adams) é convocada para ajudar na comunicação. Dra. Banks é uma especialista em linguística e conta com a ajuda do matemático Ian Donnelly (Jeremy Renner). O diretor Denis Villeneuve não poupou esforços para entregar um trabalho bem feito e muito competente. A chegada é um filme bastante complicado de se intender e compreender os reais motivos e decisões que são tomadas. Se você não prestar muita atenção com certeza vai se perder em algum ponto do filme. Os seres extraterrestres pousam suas naves em diferentes pontos espalhados por nosso planeta e com línguas diferentes em cada pontos. Quando a Dra. Banks consegue distinguir a linguagem dos Heptapodos ela consegue fazer o general chinês mudar de idéia e a guerra não acontece. Pelo o que eu intendi no filme o tempo para os alienígenas não é linear, é circular e até por isso a Dra. Banks consegue ter visões do que provavelmente aconteceria no futuro, isso explica as constantes visões com sua filha. Villeneuve com uma inteligência incrível conseguiu transformar uma história um tanto confusa em algo que você se interesse em acompanhar até o final. O roteiro de Eric Heisserer esta bastante abrangente, a fotografia esta impecável, os efeitos visuais são muito bons. Jeremy Renner tem uma participação fundamental na trama, ele esta muito envolvido e consegue segurar muito bem seu personagem. Realmente o Renner tem crescido muito e a cada filme que ele trabalha ele mostra cada vez mais maturidade. Agora vamos falar de Amy Adams. Ela tem um bela atuação e consegue levar o filme praticamente todo nas costas. Amy esta forte, muito bem envolvida em seu personagem e trabalha o lado emocional com muita garra. Sua personagem começa morna de inicio e ela consegue crescer e quando achávamos que ficaria só naquelas cenas confusas e sem sentido, ela mostra o ápice de sua atuação na trama. Queria deixar aqui minha indignação com a academia por a não indicação ao Oscar para Amy, vamos concordar que ela merecia se nesse ano até a Emma stone com La La Land conseguiu. A chegada é um dos 9 indicados ao Oscar de melhor filme e melhor Diretor para Denis Villeneuve, o filme ainda concorre em várias categoria do Oscar 2017.
Doze espaçonaves gigantescas aportam na terra. Uma delas nos Estados Unidos. A linguista Louise Banks (Adams) é inquirida a tentar decifrar os símbolos deixados pelos alienígenas, conseguindo traduzir seu pensamento.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2023/09/filme-do-dia-chegada-2016-denis.html
Exige atenção. O ritmo não entusiasma, mas é filme típico de quem gosta do tema em si e não de mero entretenimento para as sensações. A não linearidade do tempo como abordada no enredo, apesar de expressa, pede que o expectador acompanhe a personagem central na aparente confusão. Se todos entendemos que o passado interfere no futuro, devemos pensar que o futuro interfere no passado.
"É realmente uma pena, no entanto, que parte do roteiro de A Chegada não acompanhe a confiança que seu diretor possui no espectador. Pois, enquanto um não se sustenta por si só, outro constrói exatamente nessa união com o público, aqui de percepções, o que a deliciosa ingenuidade intelectual de Ted Chiang, autor do conto no qual o filme é baseado, tanto almejara."
A chegada foi indicado ao oscar de 2017 como: melhor filme, melhor roteiro adaptado,melhor direção, melhor mixagem de som, melhor fotografia, melhor montagem, melhor direção de arte e melhor som ( vencendo apenas esse último). Prova que embora o filme não levando tantas estatuetas, foi bastante lembrado. O filme foi dirigido por Denis Villenueve e teve o roteiro de Eric Heisserer. A chegada conta a história de 12 naves alienígenas que chegam na Terra em diferentes pontos (EUA, Venezuela, China, Rússia etc) e no caso específico dos EUA, a professora pesquisadora da área linguística, Dr. Louise ( Amy Adams) é contratada pelo exército norte-americano, aqui representado por Coronel Weber( Forest Whitaker) como responsável por tentar contactar e traduzir o que os alienígenas querem. Além dela, temos o cientista físico, Ian Donnelly ( Jeremy Renner) que auxilia a Dr. nessa missão. A problemática do filme se encontra em tentar descobrir o que os aliens querem e ao mesmo tempo como o governo dos demais países estão fazendo isso. Porém, no decorrer do segundo ato, já é possível perceber que o filme vai muito mais além disso, inclusive somo até alertado na primeira cena da trama: o tempo. De acordo com as figuras de linguagem que os Aliens vão demonstrando, a Dr. Consegue fazer uma importante descoberta: que o tempo passa diferente para esses, isto é não de forma linear e sim circular. Podendo ir ao passado e ao futuro ao mesmo tempo. O filme tem um importante plost já no terceiro ato que é determinante para o seu final, e tem a ver com os "flasback" que a Dr. tem durante o filme inteiro ( com sua filha ). Tal reviravolta nos faz até mesmo reinterpretar tudo o que vimos do filme até o momento. O roteiro do filme também se encaminha numa visão humanista das relações geopolíticas, de união entre os países. É um filme de ficção científica rico em reflexões filosóficas como a liberdade da escolha. Pelo fato de podermos ( no filme) vivermos simultaneamente o presente, passado e o futuro e tomarmos nossas decisões.
O filme vai além de uma ficção científica, fala sobre a importância da comunicação, sobre como linguagem e cultura influenciam nas sociedades. Causa uma reflexão sobre o tempo e as expectativas que criamos sobre nosso futuro.
A pontuação do filme é exagerada.Como é que uma raça astronomicamente avançada teria dificuldade em se comunicar com outra tão atrasada como a nossa se eles teriam condições de mapear nosso cérebro, enviando imagens ou comunicando-se telepaticamente? Levou-se horas aprendendo com uma terráquea? Que tipo de evolução tiveram? São capazes de transmutar espaçonaves pelo cosmos, utilizando de elementos comuns no universo e não são capazes de comunicação? Este roteiro é um pecado, no mais o filme é interessante e não é mais do mesmo, mas se for acompanhar em termos de evolução, não é nada plausível.
Talvez pelo fato de os conceitos terem sido mal explicados na execução do texto do filme, o mesmo fica reduzido ao entendimento de menos pessoas. Isso prejudica o filme.
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