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Alvaro S.
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349 críticas
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5,0
Enviada em 11 de outubro de 2015
Tá loco, esse filme é muito perverso!
Não sou fã do gênero de terror psicológico por motivos óbvios, o medo gerado pelo inconsciente. Mas vez ou outra surge um filme que me chama a atenção. Seja pela bilheteria dele nos cinemas americanos, vide a Invocação do Mal, ou pela repercussão quase unânime da crítica.
É o caso deste filme, uma produção independente da Nova Zelândia, que virou sensação nos circuitos dos festivais internacionais. Imagina uma mãe viúva com um filho problemático e irritante, mais um livro infantil “3D” onde o terror nasce da leitura e quanto mais se nega a existência do monstro Babadook, mais ele se fortalece e aterroriza. Assisti com as mãos sobre o rosto.
Resultado final... dormi de luz acessa ontem e hoje não será diferente. E por mais que eu nunca mais vá vê-lo, (nunca mesmo), reconheço que o filme é muito bom. Consequência, não paro de recomendá-lo para as pessoas.
Curiosidade. Lançaram a versão do livro. Foram produzidas 6.200 cópias e já estão esgotadas! Particularmente não compraria ou teria esse livro nem por milhões de dólares.
Nota do público: 6.9 (IMDB) Nota dos críticos: 98% (Rotten Tomatoes)
É impressionante como tudo funciona em _Babadook_, e mais impressionante ainda sendo pertencente a um dos gêneros mais maltratados do Cinema atual no Ocidente: o Terror. Para tornar exponencial a minha surpresa, notei que a estrutura do filme é estupidamente simples e enxuta, se resumindo em pegar sua ótima premissa e desenvolvê-la ao máximo. Ainda é de brinde uma aula de Cinema.
Não é à toa que Stephen King, O melhor escritor de suspense e terror da nossa era, após conferir este filme correu para seu twitter e escreveu: " Profundamente perturbador e altamente recomendado. Você não somente assistirá, mas irá experimentá-lo". Os filmes de terror, para assustar e prender a atenção do telespectador, utilizam de clareza, ação, sangue, violência barata e pouca estória, mas nem por isto deixam também de ser atrativos, mas "O Senhor Babadook", é profundamente aterrorizante. Com atuações soberbas de Essie Davis and Noah Wiseman ( mãe e filho na obra, Essie atriz Australiana e Noah é novato!) nos leva ao verdadeiro horror ao fazer uma releitura de nossos medos profundos sobre, por exemplo, " bicho papão" que vive embaixo de nossas camas, dentro de armários e que será realidade se deixarmos ele " entrar", é psicologicamente grandioso, pois trafega entre os medos, distúrbios da mente e loucura coletiva. A fotografia do filme é magnífica, trilha sonora e enredo impecáveis e pasmem: é o primeiro filme de Jennifer Kent ! Este filme foi produzido com muito carinho. A gente percebe cada esforço e não ficamos tranquilos no final, aliás, para dormir será muito, mas muito difícil. Excelente e altamente indicado.
mais terrível do que o monstro é esse nosso monstro interno que faz-nos dizer coisas que não gostaríamos que fosse dito para magoar nossos entres queridos. O fato da ameaça verbal virar ameaça física é apenas um detalhe. Muitas vezes o estrago inicial é muito mais duradouro. Esse medo de magoar as pessoas, e consequentemente a si mesmo, talvez seja o pior do filme e o que nos deixa verdadeiramente com medo, por um simples motivo: sabemos que ele é real e que pode vir à tona em nossos piores momentos.
Perfeição define esse filme! A fotografia e a trilha sonora são maravilhosa! Os atores conseguem passar a aflição e agonia para o telespectador, principalmente o garoto! Para um bom entendedor o final do filme é espetacular! O filme é sim tudo isso que tá sendo aclamado pela crítica. Com certeza é o melhor filme do gênero de 2014/2015. Super recomendo!!
Muito bom esse filme. Excelente pra quem gosta de filmes que te fazem pensar um pouco mais, além do que é mostrado nas cenas. As metáforas foram muito bem construídas, e pra mim, é sem dúvidas o melhor filme de terror que eu vi nos últimos dois anos.
Excelente filme de terror psicológico. Foge totalmente às "regras" do terror: sem assassino, sem mortes, sem sangue.spoiler: E o monstro nada mais é do que uma metáfora para a depressão. Vale a pena conferir.
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