O Espelho
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3,5
409 notas

74 Críticas do usuário

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Malamém M.
Malamém M.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de julho de 2014
impressionante, arrebatador, nos deixa sem piscar...,,,,,,,,,,,,...........................
Guilherme M.
Guilherme M.

14 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 15 de julho de 2014
Muito bom, gostei muito das mudanças de cenas, deixam vc perdido. e o enredo é bem diferente.
William M.
William M.

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de julho de 2014
Atualmente o cinema do terror busca inovações,novas áreas para explorar e, então,assustar seu público. O espelho não busca isso,porém não quer dizer que usando métodos ja muitos explorados por outros filmes,como um com o titulo quase semelhante, "Espelhos Do Medo" com o Kiefer Sutherland,o filme tem leves referências como reflexos com "vida própria" entre outros.

A Trama não se demora para desenrolar e mostrar qual seu objetivo,os flashbacks ao decorrer do filme não confundem quem o assiste,nisso o diretor Mike Flanagan caprichou bem,fazendo com que esses momentos ao invés de confundir, ajudavam muito mais a entender o que se passava em cada cena no desfecho do filme

Muitos podem achá-lo superficial,com um desenrolar fraco e não cheio de surpresas,mas acho que se Hollywood der mais chances a diretores com visões como de Mike,teremos novos filmes com bons sustos por vir,só espero que com novas fórmulas!
Stefanny L.
Stefanny L.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de julho de 2014
O Espelho não é um documentário e nem foi inspirado em fatos reais. Mike Flanagan é o diretor, mas quem chama atenção é o produtor executivo Jason Blum, famoso por ter se empenhado em Atividade Paranormal e Sobrenatural (Insidious). Por causa disso, é fácil pensar que este filme tem a mesma montagem e a mesma premissa, mas nada disso acontece. Por mais que haja o uso de artifícios que já vimos – como filmar o sobrenatural – o espetáculo fica por conta dos efeitos psicológicos causados pelo espelho nos protagonistas.

A história gira em torno de dois irmãos que nos guia pela trama por serem marcados pelos acontecimentos causados por um acessório comum das nossas casas que é dito como responsável em matar qualquer ser humano durante 200 anos. Logo conhecemos Tim que, depois de 11 anos, sai de uma clínica psiquiátrica. O primeiro e único contato dele é Kaylie, a irmã bem-sucedida que espera ansiosamente a oportunidade de confrontar o antigo inimigo: o tal espelho. Ele não faz ideia que está incluso no plano (contra a sua vontade) e, ao estar diante da probabilidade de reviver uma situação que o marcou profundamente, nada resta a não ser bater de frente com o impasse.

Quando Kaylie nos apresenta o cenário em que a trama se desenrolará, logo somos tragados por cenas que se ramificam entre o presente e o passado desses dois personagens. Esse é o ponto do filme que trabalha bastante com flashbacks, de um jeito que é difícil reconhecê-los logo de cara, mas não impossível. Esse artifício é muito intrínseco da trama, um auxílio para entender o que realmente aconteceu com os irmãos. Inclusive, esses paralelos oportunizam um confronto de falsas memórias que colocam Tim e Kaylie em uma posição cética quanto ao que o outro presenciou especialmente no passado.

O que torna O Espelho interessante é a brincadeira mental que beira à ilusão. No decorrer da trama, os irmãos não sabem o que é real de um jeito que prende quem assiste. Praticamente, o que aconteceu antes começa a se repetir. Em meio aos sussurros, às sombras e ao medo claustrofóbico de não saber o que acontecerá, as cenas do passado começam a colidir com as do presente, e vimos o que de fato aconteceu com a família dos irmãos e como tudo terminou. É esse desenrolar que mexe com o psicológico dos personagens que torna o filme atraente e dá um pouco da vivência do terror.

Porém, isso não faz O Espelho um filme que chamaria de terror. Ele é um suspense que, infelizmente, não oferece respostas suficientes para o que acontece, mas conquista por causa do apelo psicológico. É isso que o torna muito bacana. Não tem como não ficar vidrado. A trama não linear o tornou interessante e o salvou da ruína total. A montagem do filme é o que o sustenta, bem como os cortes e os rodopios da câmera, e a ausência de um ponto de vista fixo. Os irmãos são tudo o que o espelho tem para destruir. Não é à toa que só os dois ficam no foco da trama.

A parte negativa é o roteiro raso, o que deixou o filme sem profundidade. Mesmo com tanta riqueza de detalhes e com tensão suficiente para nos tragar, a trama se esqueceu do crucial. E isso é uma pena, pois, já que não tem terror escancarado, a mitologia do espelho foi ignorada. Mesmo com um final arrebatador, as perguntas do por que e como continuam amargas quando os créditos sobem. O Espelho seria 100% se respondesse essas questões, o que pode dar aval para uma continuação, o que não é uma boa pedida.

O bacana é que, por mais que não haja certas conclusões, o filme foi bem recebido, detalhe que me surpreendeu bastante. Vale dizer que Karen Gillan, a queridinha Amy Pond da série Doctor Who, consegue convencer, especialmente sobre a gravidade do espelho. No mais, este é aquele tipo de filme que intriga por brincar com quem assiste.
William di Souzah
William di Souzah

59 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de julho de 2014
Quando li os primeiros comentários de "O Espelho"("Não foi tão assustador", "não é sangrento o suficiente", "isto já foi feito antes") fiquei com baixas expectativas em relação ao filme. Mesmo que ele não seja tão sangrento e assustador quanto se espera, ele ainda consegue assustar e principalmente criar um clima de tensão que dá nos nervos.

Brilhantemente executado, o filme é criativo, com uma história bem elaborada e imprevisível. A ideia de um espelho assombrado, já é um pouco assustador, especialmente pelas brincadeiras de infância como a 'loira do banheiro' e coisas dessa natureza.

'O Espelho' começa quando Tim(Brenton Thwaites)sai de um hospital psiquiátrico, após anos internado, e reencontra sua irmã Kaylie(Karen Gillan). Kaylie está obcecada em provar que uma força sobrenatural que vive dentro do espelho, que acompanha a família há séculos, é responsável pelo assassinato de sua família.

A trama se desenvolve maravilhosamente entre os eventos do passado e presente com um uso exemplar de flashbacks. Depois de um tempo, você não tem certeza se o que você está vendo é um flashback do passado, ou algo acontecendo no presente Nem tem certeza se o que parece estar acontecendo com a "jovem" Kaylie, está realmente acontecendo com ela ou para a Kaylie adulta. Nem tem certeza se isso está acontecendo de verdade ou se é apenas mais uma alucinação criada pelo espelho.

Eu penso que o desconhecido é mais assustador do que algo que é totalmente mostrado com uma explicação. Você realmente não precisa saber o que a senhora no espelho é ou o por que dela estar assombrando. Não seria terrível estar numa realidade em que você não pode confiar em qualquer coisa que você veja, ouça ou sinta?

O verdadeiro poder do filme encontra-se nesta incapacidade de distinguir a realidade da alucinação.

Vale mencionar também as excelentes performances dos atores. Você se importa com eles. A relação do elenco como personagens acrescenta sentimento em toda a história. Com esse terror psicológico ao estilo "O Iluminado", o filme é como um drama com momentos de horror, porque não joga sustos e sangue desnecessários na tela do cinema forçando ataques na platéia, mas em vez disso, o enredo foca na história por trás do espelho e do efeito causado nas pessoas que o rodeiam. Há alguns momentos inesperados de sustos que realmente me pegaram de surpresa e que são muito bem feitos.

Seria uma boa ideia fazer uma franquia por causa de quão extenso seu universo pode ser. Bem como o número de diferentes histórias e personagens que poderiam incorporar e continuar assombrando. Mesmo com um final um pouco melodramático, ele é conclusivo e estranhamente comovente. No geral, é um filme muito bom, um drama-horror que vai mais longe do que você poderia imaginar e pensar.
Zulmira Maria B.
Zulmira Maria B.

4 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de julho de 2014
Por mais que achemos ser mais um filme de terror com espelhos, gostei da mudança das cenas conforme as épocas, pois isso ajuda muito para o entendimento da história. O suspense e os sustos estão bem sincronizados , nos levando a uma tensão muito grande, tipo o ultimo jogo do Brasil...rsrs
No desenrolar da história existe uma confusão de realidade e ilusão colocada principalmente para atrapalhar o nosso raciocínio, e mexer com os nervos .Ao final da história não gostei tanto porque gosto de finais que acabem bem, mas claro isso nem sempre acontece até mesmo na vida real!
Os atores trabalharam bem , gostei muito da atuação das crianças e da mãe!
Agora me respondam, porque todo filme americano a amante é latina?? por isso a maioria dos americanos não gostam dos latinos...hahaha brincadeira mas MARISOL é forte heim?? rsrss
Gabriel França S.
Gabriel França S.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de julho de 2014
Pois bem, a respeito do filme "O Espelho" eu estava realmente contando as horas para poder entrar no cinema para enfim assistir ao filme. Contudo tenho que afirma que nas horas em que o filme começou pude perceber que como todo filme de terror "bom" sempre começa daquele geito "manso" - "calmo" e tetando dar a pessoa que o assiste algumas "pistas" sobre o que virá a seguir na tela. Já assistir alguns outros filmes semelhantes que contudo aparecem "espelhos" como fator principal, mais este aqui se você observar alguns detalhes possui matériais diferentes. Para mim e do tipo de filme que não "entedia" você por alguns minutos, o filme já começa preenchendo um mistério logo no começo, alguns atos de suspense pelo qual eu já sou apaixonado. A Medida que o filme segue as pistas vãos encaixando como um quebra-cabeça, o terror e os sustos lhe pegam de surpressa, quase semelhante ao filme "Invocação do Mal". Mais quando eu falo sobre terror não se engane sobre o terror que estamos apriximadante acostumados, onde acontecem dos mais variados tipos como "sangue" - "matança" etc. Este tipo de terror que acontece no filme, posso descrever exatamente como um "horror psicológico" onde o diretor claramente tentou levar há pessoa que assiste uma visão diferente mais ainda sim clara sobre uma história de terror. Hoje a cada dia, os diretores desde tipo exploram ainda mais as "Famílias" para participarem desdas obras. Porém não pude notar que no filme acontecem fatores que podem nós confudir plenamente, mais acho que o próprio diretor quis criar esta visão onde no final ou em algumas cenas e quase possível encontrar as respostas. Para encerrar considero o filme na minha nota como "muito bom", porém infelismente não posso dar uma nota maior, os meus elogios a produção do filme vão para os seguintes termos, "conseguiram prender por alguns minutos minha tensão" - "história bem elaborada e criada, porém confusa como dita acima" - "como um filme que se trata sobre terror psicológico, acho que houve um certo exagero desse temperamento onde durante o filme ficávamos confusos sobre o que é real e o que apenas imaginação" - "poucos personagens para mim diminuem ainda mais o calor do filme em prender ou aumentar a história, acho que houve uma falha nesse ponto" - "Para um filme cujo e descrito como nós gêneros de terror e suspense acho que ficaria mais como suspense, o terror eu consideraria como sustos rápidos mais bem útil" - "Um começo misterioso cujo já começa o suspense e algumas dozes de terror é um final que acho que são poucas as pessoas que não gostaram, eu pelo menos gostei". Assim termino minha crítica sobre este filme.
AMORIM
AMORIM

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de junho de 2014
O filme é legal, vale a pena conferir. Brinca com o passado e o presente para contar a história e joga com o que é real e não é.
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