O Espelho
Média
3,5
409 notas

74 Críticas do usuário

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Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de julho de 2014
A história é bem interessante, e a produção acaba as vezes fugindo de alguns típicos clichês do gênero. Mas achei o filme meio cansativo, também repete demais as cenas, o que acabou me incomodando um pouco.
Sidney M.
Sidney M.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de julho de 2014
Esse negócio de espelho possuído por uma entidade maligna não tem novidade alguma.
Sem querer desmerecer,mas até o Cinema brasileiro já realizou um filme que tinha como estrela o famigerado “objeto refletivo do coisa ruim”.
Sendo assim,metade de qualquer graça ou surpresa possíveis,“O Espelho” já perde logo de partida,por ser tão déjà vu naquilo que propõe.
Mas um diretor/roteirista acima da média consegue tirar leite dessa pedra com seu talento inegável,embora pareça não ter se esforçado o bastante,deixando sua obra capenga e redundante.
Aqui,são dois irmãos que tiveram suas vidas desgraçadas por um espelho possuído que tentam se vingar.
Qualquer pessoa razoável resolveria o problema com um bom martelo,não?É só quebrar a coisa e pronto...mas apenas isso não renderia um longa-metragem ou produziria drama e sustos ão,há de se criar uma história,um passado,tudo construído para dar uma tentativa de trama para tal premissa.
O filme até que tem seu charme,sobretudo na maneira de desenrolar sua ação mesclando o atual com o passado de forma muito inventiva e sabe criar um clima de tensão e angústia de forma digna de aspecto de realidade dúbia chega a nos remeter ao clássico “A Hora Do Pesadelo” por nunca sabermos o que é real ou ilusão causada pela influência satânica do objeto de adorno do cão.
Mas seu lamentável final,sem graça e pobre em impacto,nos faz sentir que demos uma volta completa no quarteirão,ou seja,terminamos a jornada exatamente onde a começamos,sem contar que fica evidente que o que se quis mesmo,desde o início,foi criar uma franquia aqui.Só faltou o espelho dizer o bom e velho “I'll be back!” com a voz do capeta antes dos créditos finais
Isso arruína um filme que poderia até ser decente naquilo que propôs.
Stefanny L.
Stefanny L.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de julho de 2014
O Espelho não é um documentário e nem foi inspirado em fatos reais. Mike Flanagan é o diretor, mas quem chama atenção é o produtor executivo Jason Blum, famoso por ter se empenhado em Atividade Paranormal e Sobrenatural (Insidious). Por causa disso, é fácil pensar que este filme tem a mesma montagem e a mesma premissa, mas nada disso acontece. Por mais que haja o uso de artifícios que já vimos – como filmar o sobrenatural – o espetáculo fica por conta dos efeitos psicológicos causados pelo espelho nos protagonistas.

A história gira em torno de dois irmãos que nos guia pela trama por serem marcados pelos acontecimentos causados por um acessório comum das nossas casas que é dito como responsável em matar qualquer ser humano durante 200 anos. Logo conhecemos Tim que, depois de 11 anos, sai de uma clínica psiquiátrica. O primeiro e único contato dele é Kaylie, a irmã bem-sucedida que espera ansiosamente a oportunidade de confrontar o antigo inimigo: o tal espelho. Ele não faz ideia que está incluso no plano (contra a sua vontade) e, ao estar diante da probabilidade de reviver uma situação que o marcou profundamente, nada resta a não ser bater de frente com o impasse.

Quando Kaylie nos apresenta o cenário em que a trama se desenrolará, logo somos tragados por cenas que se ramificam entre o presente e o passado desses dois personagens. Esse é o ponto do filme que trabalha bastante com flashbacks, de um jeito que é difícil reconhecê-los logo de cara, mas não impossível. Esse artifício é muito intrínseco da trama, um auxílio para entender o que realmente aconteceu com os irmãos. Inclusive, esses paralelos oportunizam um confronto de falsas memórias que colocam Tim e Kaylie em uma posição cética quanto ao que o outro presenciou especialmente no passado.

O que torna O Espelho interessante é a brincadeira mental que beira à ilusão. No decorrer da trama, os irmãos não sabem o que é real de um jeito que prende quem assiste. Praticamente, o que aconteceu antes começa a se repetir. Em meio aos sussurros, às sombras e ao medo claustrofóbico de não saber o que acontecerá, as cenas do passado começam a colidir com as do presente, e vimos o que de fato aconteceu com a família dos irmãos e como tudo terminou. É esse desenrolar que mexe com o psicológico dos personagens que torna o filme atraente e dá um pouco da vivência do terror.

Porém, isso não faz O Espelho um filme que chamaria de terror. Ele é um suspense que, infelizmente, não oferece respostas suficientes para o que acontece, mas conquista por causa do apelo psicológico. É isso que o torna muito bacana. Não tem como não ficar vidrado. A trama não linear o tornou interessante e o salvou da ruína total. A montagem do filme é o que o sustenta, bem como os cortes e os rodopios da câmera, e a ausência de um ponto de vista fixo. Os irmãos são tudo o que o espelho tem para destruir. Não é à toa que só os dois ficam no foco da trama.

A parte negativa é o roteiro raso, o que deixou o filme sem profundidade. Mesmo com tanta riqueza de detalhes e com tensão suficiente para nos tragar, a trama se esqueceu do crucial. E isso é uma pena, pois, já que não tem terror escancarado, a mitologia do espelho foi ignorada. Mesmo com um final arrebatador, as perguntas do por que e como continuam amargas quando os créditos sobem. O Espelho seria 100% se respondesse essas questões, o que pode dar aval para uma continuação, o que não é uma boa pedida.

O bacana é que, por mais que não haja certas conclusões, o filme foi bem recebido, detalhe que me surpreendeu bastante. Vale dizer que Karen Gillan, a queridinha Amy Pond da série Doctor Who, consegue convencer, especialmente sobre a gravidade do espelho. No mais, este é aquele tipo de filme que intriga por brincar com quem assiste.
Jefferson Coutinho
Jefferson Coutinho

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de julho de 2014
Filme interessante, até mesmo assustador em alguns termos.O filme tenta fazer uma comparação entre o racional e o obscuro, a trama prende sua atenção e rende alguns bons momentos porem fica a dever em função de um final previsível, e alguns aspectos não explicados o um bom filme a se assistir, pra quem tem medo então é uma ótima opção, entretanto a nível critico deixou um pouco a desejar.
Mayara S.
Mayara S.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de julho de 2014
O filme foi bem dirigido, mas o roteiro é ruim, os personagens são rasos e a história também. Te deixando confuso com um final sem graça e previsível, mas não completamente esclarecido. O vai e vem de passado e presente deixam o filme chato, pois você acaba não acompanhando nenhuma das historias por inteiro tem metade de ambas que não satisfazem. Talvez se tivessem escolhido melhor a forma do "COMO" contar a historia dos dois tivessem obtido um resultado melhor.
Robson O.
Robson O.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de julho de 2014
O filme é muito bem feito, que a gente se perde na história por traz desta brincadeira de realidade e ilusão.
Os momento de sustos são bem poucos, só que isso é muito bem compensado com os jogos de que esse espelho pode fazer.
O filme me envolveu tanto que nem percebi que tinha passado tão rápido.
Espero que tenha um próximo.
William di Souzah
William di Souzah

59 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de julho de 2014
Quando li os primeiros comentários de "O Espelho"("Não foi tão assustador", "não é sangrento o suficiente", "isto já foi feito antes") fiquei com baixas expectativas em relação ao filme. Mesmo que ele não seja tão sangrento e assustador quanto se espera, ele ainda consegue assustar e principalmente criar um clima de tensão que dá nos nervos.

Brilhantemente executado, o filme é criativo, com uma história bem elaborada e imprevisível. A ideia de um espelho assombrado, já é um pouco assustador, especialmente pelas brincadeiras de infância como a 'loira do banheiro' e coisas dessa natureza.

'O Espelho' começa quando Tim(Brenton Thwaites)sai de um hospital psiquiátrico, após anos internado, e reencontra sua irmã Kaylie(Karen Gillan). Kaylie está obcecada em provar que uma força sobrenatural que vive dentro do espelho, que acompanha a família há séculos, é responsável pelo assassinato de sua família.

A trama se desenvolve maravilhosamente entre os eventos do passado e presente com um uso exemplar de flashbacks. Depois de um tempo, você não tem certeza se o que você está vendo é um flashback do passado, ou algo acontecendo no presente Nem tem certeza se o que parece estar acontecendo com a "jovem" Kaylie, está realmente acontecendo com ela ou para a Kaylie adulta. Nem tem certeza se isso está acontecendo de verdade ou se é apenas mais uma alucinação criada pelo espelho.

Eu penso que o desconhecido é mais assustador do que algo que é totalmente mostrado com uma explicação. Você realmente não precisa saber o que a senhora no espelho é ou o por que dela estar assombrando. Não seria terrível estar numa realidade em que você não pode confiar em qualquer coisa que você veja, ouça ou sinta?

O verdadeiro poder do filme encontra-se nesta incapacidade de distinguir a realidade da alucinação.

Vale mencionar também as excelentes performances dos atores. Você se importa com eles. A relação do elenco como personagens acrescenta sentimento em toda a história. Com esse terror psicológico ao estilo "O Iluminado", o filme é como um drama com momentos de horror, porque não joga sustos e sangue desnecessários na tela do cinema forçando ataques na platéia, mas em vez disso, o enredo foca na história por trás do espelho e do efeito causado nas pessoas que o rodeiam. Há alguns momentos inesperados de sustos que realmente me pegaram de surpresa e que são muito bem feitos.

Seria uma boa ideia fazer uma franquia por causa de quão extenso seu universo pode ser. Bem como o número de diferentes histórias e personagens que poderiam incorporar e continuar assombrando. Mesmo com um final um pouco melodramático, ele é conclusivo e estranhamente comovente. No geral, é um filme muito bom, um drama-horror que vai mais longe do que você poderia imaginar e pensar.
apprix
apprix

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2014
Um bom suspense, o que me chamou a atenção foi o fato de ser um daqueles filmes que parecem óbvios, mas ao contrário, tem uma narrativa boa que prende sua atenção até o fim, muito bom !
Alessandro S.
Alessandro S.

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de julho de 2014
A narrativa do filme se passa em duas linhas:passado e presente, e acaba se perdendo nos flashbacks pois quebram o ritmo do filme, os desfechos são previsíveis, é um suspense morno pois os sustos ficam em escanteio.
Eldes F.
Eldes F.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2014
"O espelho" chega aos cinemas brasileiro com animadora premissa de ter sido premiado pelo público do Festival de Toronto 2013. Normalmente, um bom indicativo para um filme de suspense. Ultimamente, este gênero têm mostrado mais do que deveria e criado expectativas de menos. "O espelho" foge um pouco a essa regra. Mas não o suficiente para torná-lo impactante. Aliás, este é seu maior defeito.

Salvo o didatismo do diretor Mike Flanagan e os exaustivos flashbacks, o filme tem um excelente começo e bem ambíguo - a insanidade dos irmãos Tim (Brenton Thwaites) e Kaylie (Karen Gillan) é tão evidente quanto contraditória. Na infância, ambos são terrivelmente marcados pela trágica morte da mãe e divergem quanto a sua causa. Há uma legítima tensão entre eles e sobre a participação de um espelho antigo. Mérito dos autores e nem tanto da direção e edição.

Na segunda parte do filme, o enredo desanda e a direção, idem. Os atores não conseguem mais levar o filme sozinhos. Qualquer expectativa mais ambiciosa que filme sugeria em sua primeira hora naufraga no excesso de explicações. Nada, absolutamente nada deixa de ser explicado e até exemplificado. O suspense se desfaz sem deixar nenhum saldo. Só negativo, infelizmente.
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