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Rafael S.
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5,0
Enviada em 7 de setembro de 2014
o filme é muito bom só deixou a desejar no final e pelo fato de não ter muito terror :D os atores são bons e souberam se expressar muito bem gostei dele pelo fato que ele usa o espelho como meio de assassino as ilusões causadas por ele meche com qualquer um
Título Original – Oculus País de Origem – Estados Unidos Diretor – Mike Flanagan Gênero – Terror Duração – 105 minutos Ano – 2014
Sinopse
A história trata de uma tragédia familiar. Anos após o fato, dois irmãos envolvidos tentam provar que um espelho antigo é o responsável pelos acontecimentos.
Crítica
Responsável pela direção de “Absentia”, filme de 2011, Mike Flanagan reaparece agora com “O Espelho”, uma narrativa densa que traz um clima de muito suspense e mistério. Além da direção, ele também assume as funções de roteirista e editor.
A obra aborda uma tragédia familiar em que um casal é morto de forma misteriosa. Tim e Kaylie são os dois irmãos sobreviventes. Ele passa anos internado em um hospital psiquiátrico enquanto ela tenta refazer sua vida sozinha. Assim que recebe alta no hospital, Tim se reencontra com a irmã e ambos retornam ao antigo lar em que a tragédia aconteceu. O grande objetivo é provar que o espelho é o responsável pela morte dos pais.
A Direção de Arte aliada à Direção de Fotografia fazem um trabalho bem interessante, pois conseguem criar uma casa com um clima sombrio, denso e consequentemente tenso. O espelho em si parece carregar uma aura tétrica e ameaçadora tornando-se praticamente um protagonista da obra e tendo tanta importância quanto os próprios atores.
O roteiro é bom e em boa parte da obra o diretor consegue trabalhar com dois tempos distintos, uma vez que passado e presente se intercalam para fornecer ao público o que, de fato, aconteceu há anos atrás e as consequências disso no presente. É nessa hora, ao usar o espelho como metáfora, que o filme se torna bem construído: os acontecimentos do passado refletem o presente; o caos de ontem representa o desequilíbrio de hoje; a tragédia da infância traz à tona a instabilidade emocional da fase adulta. É a vida e seus atos se refletindo tal qual uma imagem diante do espelho.
Com tudo isso, ainda há alguns problemas na obra de Flanagan. A narrativa foge um pouco aos clichês do gênero, mas de certa forma não possui tanto impacto, visto que o ritmo é extremamente parado e chega até mesmo a ser cansativo. Concretamente falando, muito pouco acontece e a história parece não caminhar.
É fato que pela cabeça do público gira uma grande dúvida: Será o espelho maldito ou tudo é uma loucura dos dois irmãos? Talvez este questionamento é que, efetivamente, segure o público até a conclusão da narrativa.
Se você aprecia um filme de terror com ações frenéticas, intensidade e muitos sustos, não há dúvidas que o “O Espelho” não irá te agradar. O percurso aqui é a busca de uma sugestão de algo sobrenatural aliado a elementos que compõem uma atmosfera obscura do que propriamente o sobrenatural em si, o que resulta em momentos bons e outros nem tanto. Fica para nós a vontade de ver a próxima obra a ser dirigida por Flanagan e aguardar os resultados.
A fase para filmes de terror está triste, é um filme pior que o outro, mas de vez em quando surge uma boa surpresa, esse é o caso de O Espelho, o filme surpreende pela sua forma acelerada e sem enrolações, vai do começo ao fim direto ao ponto e esse é seu grande ponto forte, apesar disso são pouco os sustos, pra falar verdade apenas um de grande impacto, no resto o filme prende pela excelente e sempre presente conexão entre passado e presente que contribuem para um desenvolvimentismo forte do roteiro. O ponto negativo vai para falta de surpresas que o filme apresenta, além de uma falta de explicação mais evidente. Mas para quem curte terror vale muito a pena.
Ótimo filme! A história é envolvente e te prende até o final. Pode parecer apenas mais um filme de terror entre tantos, mas esse com certeza merece seu destaque. Recomendo.
Filme ruim, não explica a causa dos acontecimentos,mesmo esses são raros e ficam mais no campo psicilógico dos protagonistas. O roteiro se prende no vai e vem entre passado e presente, curioso no começo mas se perde do meio pro final. Curiosamente os atores mirins se sobressaem com excelentes atuações. Todavia não vale a pena passar 1h40min em frente à tv......
É muita blablação para pouco terror. Quase uma monografia de psiquiatria. E no fim o óbvio. Pena pois a publicidade dava a entender que seria diferente.
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