Jeffrey, professor ateu ao dizer em sala de aula que Deus está morto, se defronta com a reação de seu aluno Josh. O filme apresenta as dificuldades dos jovens para compreenderem a Criação e seu Criador. Josh contradiz os argumentos dos ateus com informações científicas, mas se baseia principalmente na Bíblia e suas falhas de transmissão dos ensinamentos de Jesus. Josh desconhece que o processo da evolução, que levou milhões de anos, foi desenvolvido e controlado pelas leis naturais da Criação que expressam a Vontade de Deus.Aqueles que buscam a compreensão da Criação têm disponíveis os esclarecimentos contidos no livro Mensagem do Graal Na Luz da Verdade, escrito entre 1923 e 1937 pelo Mestre Abdruschin, (Oskar Ernest Bernhardt). Em 1938 Abdruschin foi aprisionado pela Gestapo, e teve os seus bens confiscados, tendo falecido em 1941, em reclusão domiciliar, privado de falar em público e de ter contato com seus amigos. "A venda cai, e a crença se torna convicção. Somente na convicção residem libertação e salvação!”
De fato, é um bom filme, embora seja meio paradão com atores meio fraquinhos, excetuando-se os dois protagonistas. A história é muito boa, onde ocorre um belo debate intelectual. Tem cunho cristão, mas nada impede que os não cristãos assistam também, por que não!?
Apesar de ser um tanto quanto manipulador, o filme traz uma ideia interessante, que talvez em seu decorrer se perca um pouco, mas não deixa de ser encantador. Deixando de lado as discussões religiosas (política e religião são discussões intermináveis e vale enfatizar que NEM TODOS TÊM A MESMA OPINIÃO), a ideia central do filme é ótima: fé. A fé vêm se perdendo com muita força nos dias de hoje e com o filme repensamos coisas que estão sendo, infelizmente, deixadas de lado. Poderia, sim, ser infinitamente melhor se não fosse tendencioso e manipulador, mas, como já dito, a ideia central é excelente.
Logo quando se vê o título (Deus Não Está Morto), percebe-se que é um filme destinado a favor do cristianismo. O filme tem ótimos momentos e bons personagens, e claro, a questão dos debates são interessantes e continua até mesmo depois do filme. Só que ao decorrer do filme, dava pra ver que muitos personagens poderiam ser facilmente descartados. E também podemos dizer que Deus Não Está Morto não teve um final digno. Os personagens ficaram sem fins, exceto o professor que morreu. Faltou mais.
Vejam , filosofia não é impor uma idéia. mas é antes um exercício de reflexão e especulação. O filme mostra um exemplo a não ser seguido, ou seja, a imposição. No mais o fita agrada pela trilha , pelo bom ritmo e pelos atores... enfim, bom pra sessão da tarde!
Sou espirita Kardecista, e assistir o filme com uma ótica, que é independente de religião, crença , ou algo que nem seja, não faço criticas a religião ou a falta de crença , o que importa é amor, o bem que temos e isso esta em cada um de nós e não é religião. Achei o filme com a ótica gospel claro porque esta é a linha seguida mais se procurarmos ver de uma forma para passar a frente um filme que mostra a capacidade da fé de cada pessoa seja ela de que forma seja.
"Mas, pior ainda, é acompanhar o suposto debate científico onde questões como o criacionismo são defendidas a partir uma tese absurda, comparando bananas com maçãs. Pior do que dourar a pílula, é justificá-la a partir de mentiras." Com base em que, exatamente, o crítico fez esse comentário?
O filme mostra a essência de Deus e a perseverança do ator em defender o que acredita... Mas a historia foi fraca tinha muito a mostrar mas acabou faltando uma historia mais empolgante.
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