Filme muito ruim, um dos piores que eu já vi. Baixei ele esperando ver bons argumentos sobre a existência ou não de um Deus, e o mais perto que chegou disso foi uma citação de Hawking(boa, feita pelo professor ateu). O filme não tem sentido nenhum, não tem uma conexão boa, não tem lógica. Enfim...odiei.
Nietzsche havia alertado aos pensadores mais livres já no século XVII: deus está morto. Hoje, de uma maneira irônica, um movimento encabeçado por cristãos anuncia aos quatro ventos: foda-se a lógica!
Antes de tudo quero deixar claro que sou cristão. Bem, o filme é bem tendencioso à existência de Deus e todos aqueles que discordam dessa afirmativa, os ateus, são mostrados no filme como pessoas ruins, arrogantes. Isso não é verdade, conheço inúmeros ateus que são pessoas benevolentes e pregam uma vida mais justa para todos. Ateísmo não é sinônimo de maldade, arrogância,... Deve ser tratado como uma escolha, um posicionamento, uma opinião.
Nietzsche havia alertado aos pensadores mais livres já no século XVII: deus está morto. Hoje, de uma maneira irônica, um movimento encabeçado por cristãos anuncia aos quatro ventos: foda-se a lógica!
O filme “Deus Não Está Morto”, dirigido por Harold Cronk, parte da seguinte premissa: um professor de Filosofia (Kevin Sorbo), na primeira aula de sua disciplina, desafia os seus alunos a preencher um papel em que eles escreverão a seguinte frase: “Deus Está Morto”. Simples assim, sem questionamentos! Entretanto, um de seus alunos (Shane Harper) se recusa a assinar o papel. A partir desse confronto, o professor desafia o seu aluno a provar para os seus alunos a existência de Deus.
O filme se apoia nesse contraponto, no confronto entre duas visões completamente diferentes. Em paralelo à cruzada do aluno para provar a existência de Deus, acompanhamos várias histórias paralelas que nos mostram a relação de diversos personagens com Deus e com a fé cristã.
É importante analisar “Deus Não Está Morto” de duas maneiras: como filme, a obra é muito fraca, especialmente do ponto de vista estético; entretanto, a mensagem que eles nos quer passar, a reflexão que a obra faz é importante, especialmente ao nos mostrar que a fé é algo muito pessoal e parte do princípio de cada experiência humana, dentro das particularidades de cada um de nós.
Se você espera ver esse filme como forma de contemplar uma obra que aborde todas as vertentes sobre Deus e suas religiões, você está muito enganado. O filme é claramente maniqueísta onde apenas os cristãos são pessoas boas e o resto são pessoas más. Dentre estas pessoas más, estão os muçulmanos, os orientais, os bem sucedidos e especialmente, os ateus.
O ateísmo, representado por um professor arrogante de filosofia é o grande foco de bombardeios, no qual representa a personificação do mal neste filme.
O enredo é fraco e o que era pra ser um filme de drama se transforma numa tentativa desesperada de mostrar que a ciência e consequentemente os ateus, estão errados e por isto Deus existe.
Partindo dessa premissa, a imagem de que Jesus Cristo é o único salvador prevalece e o filme deixa a desejar neste aspecto por não abordar o que Deus representa nas outras religiões, como se apenas o cristianismo fosse o certo.
Este cristianismo é tão certo e perfeito que consegue "converter" até mesmo uma muçulmana, um oriental e um ateu. Apenas o bem sucedido não foi convertido pois spoiler: todo o seu esforço e sucesso não foi devido a sua dedicação e desempenho no trabalho e sim devido ao diabo conceder isso pra ele, apenas para afastar o bem sucedido de deus.
Desta maneira, está é uma obra onde se você aceitar Jesus Cristo "Deus não está morto" para você mas se você negar ele ou ter outras convicções "Deus está morto" para você.
Achei o filme ate bom assisti com meu irmão na netflix, mas fiquei decepcionado com algumas interpretações que eu observei, as interpretações dos personagens foram estranhas mais parecia que queriam fazer o professor de vilão e o rapaz de mocinho, e no final eu já esperava que aconteceria o que aconteceu com o professor spoiler: porque o "vilão" da historia tem que ter um final digno de um "vilão" mas fazer obrigar o professor nos seus últimos segundos a adorar algo que ele repudiava só pela promessa de que vai ficar tudo bem antes de sua morte, esse foi o ponto mais baixo do filme junto com a moça que teve câncer, quer dizer que se eu sou ateu vou morrer só porque não acredito em deus?
como meu irmão disse ou você ama deus ou você morre.
Não acho que um filme como este precise de muitas palavras para ser analisado. Julgando somente o filme em si, a produção é somente razoável. Nota 2/5. Julgando a intenção do roteiro, é um filme para ser colocado na mesma prateleira em que se colocam aqueles filmes de estórias bíblicas de qualidade razoável, feitos para ser exibidos em igrejas, colégios religiosos, na sessão da tarde ou na Rede Record. Bem longe da prateleira dos filmes com de temática religiosa que são realmente bons, como Ben Hur. Não é um filme que faça um debate honesto, com alguma profundidade filosófica sobre a existência de Deus. Não espere um debate intelectualmente interessante. É somente um filme feito para inflar o orgulho de cristãos, onde estes são retratados como pessoas melhores e outros, não cristãos e ateus, retratados como ressentidos, intolerantes e perdidos. Li algumas críticas positivas dizendo que o filme é recomendado para ateus e antiteístas. Só se for para reforçar suas opiniões...
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