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Raphael T.
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2,0
Enviada em 27 de agosto de 2014
Meio clichê, filme baseado em debates a favor do teísmo, pouca contestação de parte do ateísmo, apelando na parte em que as pessoas na hora da dor, desespero, doenças, acidentes, acabam sempre recorrendo a deus e deixando de buscar outros meios de buscar esperança.
O filme Deus Não Está Morto é de certo ponto sim, pretensioso. Porém, o tema abordado,a construtiva da historia, o roteiro apresentado, é admirável. Fotografia e direção não apresenta nenhuma novidade, assim como as atuações que são fracas, mas, convincente. Acredito que a questão mais clara que o filme quis abordar é que tanto a ciência quanto a religião sempre terá perguntas a serem respondidas, e que é praticamente impossível chegar a uma opinião, pois, nenhuma historia seja ela religiosa ou não é uma verdade absoluta, sempre levaremos em conta com a nossa opinião e ponto de vista ( assim como estou fazendo com a critica desse filme). Mas, é uma questão de fé, de crença, seja no ponto de vista religioso, como o ponto de vista cientifico. Deus não esta morto, é um filme que vale apena ser visto. Um filme leve que pode ser acompanhado por toda a família.
A crítica de Francisco Russo conseguiu explicar literalmente, e muito bem, tudo o que penso a respeito desse filme. Pela propaganda pensava-se ser um filme instigante, que levaria ao debate sobre a existência de Deus com argumentos interessantes e persuasivos. Porém, o que vemos é um testamento pronto, um dogma a ser seguido. A observação sobre os estereótipos dos personagens, onde os "ateus" são caracterizados como pessoas arrogantes e más, enquanto os "cristãos" são sempre mansos e bondosos, é que faz do filme seu viés tendencioso. Portanto, é falsa essa premissa e assim fica fácil conduzir o pensamento dos "incautos" de que Deus é poderoso e inquestionável. Apesar de respeitar a fé e as escolhas das pessoas, e de estar entre aqueles (minoria) que acreditam em uma energia superior, mas não como nos é apresentada pelos "poderosos" de plantão, deixo apenas uma pergunta: por que Deus insiste em ficar oculto e não se demonstra de forma inequívoca, de forma que todos realmente lhe rendesse respeito e júbilo e, assim, evitar que muitos "espertos" e gananciosos O usem para tirar proveito próprio, a exemplo dessas "seitas" que só pedem dinheiro aos seus fiéis, geralmente pessoas simples e ingênuas. Por que esses mesmos "tementes" a Deus não questionam esses ditadores da palavra de Deus o porquê Ele precisaria de tanto dinheiro, arrecadado diariamente de forma vil, porém travestida de "custo da salvação"? Dizer que quem não "enxerga" Deus é por falta de fé, abre caminho para que muitos dirijam sua "fé" para o oráculo errado !!!!
Um filme intrigante, ao menos pelo cartaz e propaganda. Do ponto de vista cristão, o filme é um prato cheio para ver junto à família. Do ponto de vista ateu, nem tanto. Esperava mais do filme no tocante ao debate na questão de "Deus estar morto ou não", que é proposto no trailer e nas informações de sinopse. Um filme bastante preconceituoso, colocando tudo (ou quase tudo) que não é "cristão" como, no mínimo, incorreto ou errado. Muçulmanos ou estrangeiros de países de outras religiões, podem achar preconceituoso, como eu achei, embora não me enquadre nessas especificações. Quem é cristão, certamente irá se emocionar nas cenas do filme, pois é um tanto profundo nesta questão. No entanto, isso não coloca o filme como um dos melhores.
O debate travado poderia ter uma ótica geral e não um caráter cristão, pois todos os povos, desde as mais remotas eras, cultuam um ente superior. A ótica da religião poderia ser evitada, pois existem pessoas que acreditam na existência de Deus, apesar de não serem cristãs e nem mesmo terem religião. A ótica do conhecimento deveria ser exclusivamente utilizada. O filme é menos científico e mais religioso, tendo inclusive um culto evangélico no final. Recomendo apenas para os espectadores religiosos, nada mais. Geraldo R.R. Costa
A premissa do filme soa interessante nos tempos de hoje, em que predomina o culto aos bens materiais e consumismo exacerbado; entretanto, devido à superficialidade das personagens e uma atuação de filmes da sessão da tarde, Deus NÃO está morto, não arrisca, não inova e muito menos consegue trazer empatia aos debates pseudofilosóficos que tenta mostrar.
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