Boyhood - Da Infância À Juventude: Críticas - Página 2
Boyhood - Da Infância À Juventude
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Camilla M.
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3,5
Enviada em 2 de março de 2015
BoyHood acredito que já tenha entrado para a história do cinema pelo tempo de dedicação ao longa tanto dos atores que envelheceram em frente as câmeras quanto ao diretor do longa que (acho) teve a ideia de filmar um filme por 13 ou 12 anos. Não foi a melhor história do mundo mas acredito que quase todo mundo tenha se identificado um pouco com vida dos personagens que acabou por gostar do filme, tanto que é provável que muitos de nós tenha se sentido em família, coisas que aconteceram no longa que podemos nos identifcar e até falarmos "é verdade, eu era muito isso", "é verdade, tinha me esquecido" ou então "é verdade, parece até que é minha máe (ou pai)".
Filme interessante. Vale pelas atuações e estória. Não achei nada de especial, mas ainda assim é um filme bom e que cativa. Não é meu favorito ao Oscar 2015, confira e tire suas próprias conclusões. Aconselho sem muitas expectativas.
quase 3 horas de nada, acabei de assistir no CineLivrariaCultura, só essa evolução de idade do personagem que chama a atenção e os diálogos são bem trabalhados, de resto nada salva, os pais do garoto são atores mea bocas e a vida dele é desinteressante demais, fora que não teve uma infância ruim, não teve uma adolescência ruim, moleque boa pinta que as meninas suspiravam por ele, além disso se acha e é dispersivo, só a ideia do longa é boa, de resto não vi nada demais, fiquei muito decepcionado com o filme, é um BBB de gente que não faz nada demais, fiquei quase 3 horas no cinema que pareceram 6, antes tinha assistido Relatos Selvagens no Caixa Belas Artes, esse sim, um filmaço.
Muito bem recebido pela imprensa por sua produção muito bem elaborada, a galera dos 16 a 24 anos vão se identificar muito com o filme, já que ele mostra uma evolução muito nítida nos personagens, coisas que a gente se espalha quando jovens. Fora isso o filme conta com bom elenco, outros atores simplesmente não tinham vontade de fazer o filme. Mas um bom filme, bom pra caralho
Eh legal pela fotografia do filme você ver os personagens crescendo, mas não tem um enredo chamativo.. eh apenas a história de um menino desde infância até a adolescência sem grandes emoções!
BOYHOOD – O incensado filme de Richard Linklater – que é um diretor bem polêmico, pois é do tipo “ame-o ou deixe-o”, por causa da trilogia “Antes do amanhecer”. Particularmente, gosto do seu estilo simples baseado em diálogos. Mas, neste caso, não vi o roteiro. São apenas momentos da vida de um adolescente e de sua família – a primeira vez, a primeira droga, a escolha da carreira, as brigas com a irmã, a separação dos pais, os padrastos. No fundo, nada acontece. Não há uma linha narrativa a ser seguida. Só o tempo. Nem mesmo os diálogos que notabilizaram seu diretor/roteirista estão presentes! E o mérito, que fez o filme largar na frente em várias premiações, foi o esforço de filmagem, por 12 anos. Isso mesmo, 12 anos, com o mesmo elenco, acompanhando as crianças crescerem aos olhos de todos os espectadores. Em suma, seu mérito é o projeto! Aí você vê 3 horas de filme, de acontecimentos esparsos na vida de uma família, para chegar à conclusão final: que é a melhor fala do filme, na boca de Patrícia Arquette, que lhe valerá o Oscar. O que é a vida, afinal? Você fez o que quis? Você é quem você pensava que seria? O que foram 12 anos? E você sai do cinema pensando na sua vida. Talvez esta seja a razão do sucesso da fita: afinal, somos todos medianos com vidas medianas. Essa sensação de se reconhecer na tela deve ter atraído o público e a crítica.
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