Boyhood - Da Infância À Juventude
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4,3
1690 notas

196 Críticas do usuário

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Victor Hugo P.
Victor Hugo P.

8 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de março de 2015
Em vez de o filme usar atores diferentes decidiu fazer as cenas enquanto os atores foram crescendo o que é meio que a temática do filme o roteiro também foi se moldando aos anos que as cenas foram sendo gravadas o que deu um efeito muito bom. O filme além de ter um roteiro muito bom tambem vem com direção e montagem boas não gostei muito da trilha sonora
Camilla M.
Camilla M.

685 seguidores 253 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de março de 2015
BoyHood acredito que já tenha entrado para a história do cinema pelo tempo de dedicação ao longa tanto dos atores que envelheceram em frente as câmeras quanto ao diretor do longa que (acho) teve a ideia de filmar um filme por 13 ou 12 anos. Não foi a melhor história do mundo mas acredito que quase todo mundo tenha se identificado um pouco com vida dos personagens que acabou por gostar do filme, tanto que é provável que muitos de nós tenha se sentido em família, coisas que aconteceram no longa que podemos nos identifcar e até falarmos "é verdade, eu era muito isso", "é verdade, tinha me esquecido" ou então "é verdade, parece até que é minha máe (ou pai)".
Rafael S.
Rafael S.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de março de 2015
Mostra como as decisões de outras pessoas pode influenciar as suas, seu jeito de ver o mundo. Ótimo filme!
Rodrigo F.
Rodrigo F.

9 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de março de 2015
Faça um teste... Pense no pior filme que você assistiu em toda sua vida. Ok, agora assista Boyhood e em seguida assista aquele filme que você achava que era o pior. Feito? Viu só que aquele filme que você destetava não era tão ruim assim?
Camila S.
Camila S.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de março de 2015
A história não é lá essas coisas, um menino que vive com alguns conflitos familiares, o mais interessante é ver a passagem de tempo com os próprios personagens. Um pouco cansativo.
Rodrigo F.
Rodrigo F.

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de março de 2015
Imagine você sentado na frente da tv por mais de 2 horas e 40 minutos esperando alguma coisa de interessante acontecer, mas essa coisa nunca acontece. Boyhood, o filme mais monotono e sem sentido que já assisti em toda minha vida.
Anna S.
Anna S.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 1 de março de 2015
3 horas falando sobre nada... Personagens insossos... Grande desperdício de tempo...
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Boyhood é um trabalho peculiar para o público geral do cinema. Os filmes do diretor Richard Linklater não costumam alcançar muita gente no país (Boyhood mesmo passou em pouquíssimas salas de cinema), e sempre trazem temáticas inerentes a psique humana. E neste filme ele consegue trazer isso de uma forma cinematograficamente incrível.

O filme nos conta a história de Mason (Ellar Coltrane), um garoto vivendo em uma família desfuncional, entre seus cinco e dezoito anos. E aqui entra o grande destaque do filme, que foi filmado durante esses 13 anos, mostrando todas as mudanças entre os atores e tornando tudo mais verossímil.

É imensamente real a forma como vemos o filme a partir deste ponto, pois ele se torna uma experiência, um mergulho na história que torna a sua aproximação com as personagens muito mais profunda. E isso não só por este fator, mas pela sua combinação com a história que se pretende contar. A família de Mason é cheia de pequenos ou grandes problemas e defeitos, com uma mãe tentando desesperadamente elevar seus filhos para novos caminhos, e que acaba deixando uma trilha de ex-maridos nisso. Eles são um dos pontos altos do filme, representando uma opressão que há para quem é diferente, para as mulheres, um reflexo até mesmo da própria política americana. E isso contrasta com o real pai de Mason, uma das poucas pessoas no filme que realmente entende o garoto, aceita-o, e, novamente levando para a política, é um democrata (a cena onde eles roubam placas do candidato McCain e as trocam por outras de apoio a Obama é uma das melhores do filme).

Isso é só uma parcela da vida do garoto. Ainda temos as suas situações na escola, as constantes mudanças de casas, pais, namoradas, empregos e sonhos… tudo afeta Mason, como realmente deve ser. Vemos inúmeras mudanças no garoto ao decorrer do filme (principalmente em seus estilos visuais), vemos muitas dúvidas surgirem, especialmente quando nos aproximamos de seu final, e muitas pessoas indo e vindo da vida dele.

Isso porque o filme se propõe a nos deixar perguntas, mas nunca respostas. Boyhood é uma pintura levemente realista da nossa vida, da nossa luta pela auto-descoberta, pelo futuro. E que maneira melhor de representar isso do que nos deixando apenas perguntas? No final do filme, o personagem se pergunta o que será do futuro dele, filosofa sobre a vida, as dúvidas, mas não chega a nada maior. Porque é assim que funciona, é assim que seguimos em frente, com perguntas e mais perguntas, raramente com respostas claras.

Boyhood é uma experiência. Algo que trará perguntas, dúvidas, emoções e o fará pensar por um bom tempo. É a vida de Mason, mas, com pequenas mudanças, poderia ser facilmente a de um de nós.
Felipe Oliveira
Felipe Oliveira

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2015
Quando eu li sobre “Boyhood”, não sabia o que esperar de um filme que demorou 12 anos para ser finalizado. Mas havia um objetivo curioso, acompanhar o crescimento e amadurecimento do personagem Mason.
Depois de pouco mais de 20 minutos de filme, eu me dei conta que o filme não tem estória. E isso, é o que me surpreendeu no filme. O filme mostrou que não precisa criar nada tão dramático para te prender e te envolver no enredo. Nada como uma família com uma vida de paz, seguida de uma reviravolta que desfaz tudo e por fim, um final feliz.
Tudo acontece espontaneamente, os personagens vivem circunstâncias como qualquer pessoa. O filme cativa aos poucos, você assiste por curiosidade e está ali, acompanhando o crescimento de Mason.
É algo diferente de tudo que já vi. Ver ele mudando. Os seus traços, personalidade, pensamentos, sentimentos, vivendo seu primeiro amor e se descobrindo nos seus objetivos. E confesso que, em alguns momentos do filme me peguei sorrindo, e depois de algum tempo nem percebi o tempo passar.
O elenco não poderia ser melhor, Ellar Coltrane já tinha talento desde que começou a sua atuação nesse filme. O diálogo entre os personagens não é forçado e nem apelativo para um fim dramático, e sim natural. A relação entre pai e filho é intensa em alguns momentos, uma ótima atuação de Ethan Hawke e Ellar Coltrane. Sem falar da atuação de Patricia Arquette como Olivia, sua personagem como mãe. A personagem de Sam (Lorelei Linklater), irmã de Mason, deixou a desejar depois da infância. Parecia não estar muito à vontade nas cenas, não havia emoção, você percebe o esforço dela para se sair convincente na atuação, enfim sua personagem era sempre mal humorada e insatisfeita.
Muitos podem conceituar esse filme como fraco, sem pé e nem cabeça, “2h45min” de perda de tempo. Isso porque não souberam apreciar uma obra tão original como “Boyhood”, é difícil aparecer um roteiro tão bem elaborado como esse. Hoje dia, vemos filmes (gêneros em geral) com enredo previsíveis, forçados, com finais sem sentido e que só alcançam péssimas críticas pelo trabalho.
”Boyhood” não me decepcionou, eu não fazia ideia do que poderia vim depois de 12 anos de trabalho, mas o que foi apresentado foi algo maravilhoso e que me surpreendeu em tudo.
danicarreis
danicarreis

46 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Trata-se de uma obra que deve entrar para a galeria dos clássicos do cinema mundial! Uma história de um garoto comum... Um projeto muito ambicioso, muito arriscado - filmado durante 12 anos, acompanhando o crescimento do protagonista e o amadurecimento dos coadjuvantes - que encanta e emociona justamente pela simplicidade... No meu entender, uma obra-prima!
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