Boyhood - Da Infância À Juventude
Média
4,3
1690 notas

196 Críticas do usuário

5
77 críticas
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Bhárbara K.
Bhárbara K.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 31 de dezembro de 2017
FILME PÉSSIMO. ODIEI. NÃO RECOMENDO A NINGUÉM. FINAL RIDICULOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Cleber F.
Cleber F.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de dezembro de 2017
Ao ter lido sobre a crítica especializada, criei uma expectativa sobre o filme, porém foi um filme decepcionante. Muito fraco, personagens não trazem empatia ao telespectador, e em muitos momentos é um filme entediante que não cativa, e se torna chato. Na verdade nada acontece, só demonstra e efemeridade da vida, e o crescimento de um jovem como tantos outros. Talvez a lição do filme é, a vida é efêmera e sem sentido. Por ter filmado por 12 anos, deveria ter saído algo melhor. Mas gosto é de cada um! Minha opinião é que é uma perca de tempo assistiram esse filme.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de maio de 2017
Dentre muitas vertentes do cinema, uma delas é ser uma janela para a vida, e poucos filmes no cinema conseguem fazer isso com tanta perfeição como boyhood, com sua ideia ousada de ser gravado durante 12 anos, ele consegue sucesso em simplesmente retratar a vida, com todas as suas escolhas, erros, acertos, dramas, amores, desilusões, decepções e esperança. Simplesmente contando a historia de uma mãe e seus dois filhos, a trama passa pelos casamentos mal sucedidos da mãe, a busca da rendição do pai biológico, a busca pelos sonhos, a evolução, estagnação e involução de nossos personagens. O roteiro não é megalomaníaco, não é complexo e nem cheio de reviravoltas, é claro que temos muitos espelhos narrativos, e até alguns easter egg que diretor coloca, mas na sua essência ele é simplesmente retratar os passos de um menino, da infância a juventude, sua clareza e simplicidade causam a perfeição em retratar todas as sutilezas da vida, lembra muito o recente “Manchester a beira mar”, e até do polemico “Azul é a cor mais quente” ,“Boyhood” é quase um épico, um épico da vida real. Com uma moral que é submetida a trazer uma mensagem que “tudo tem seu tempo certo na vida”, é uma mensagem bonita, que o filme a legitima, mas de uma maneira completamente natural, sem querer dar lição de moral ou fazer julgamentos. Com uma fotografia sempre clara e câmeras simples que buscam simplesmente mostrar a naturalidade e beleza do comum, temos uma ótima montagem e um ritmo extraordinário, suas quase 3 horas de duração estão mais para 20 minutos, alias, é quase como espionar a vida de alguém por 12 anos, não posso deixar de citar sua afinada trilha sonora, que entre muitas coisas, ajudam a marcar temporalmente a linha do tempo do filme, além de transmitir sentimentos, sejam eles o puro clima de aventura até a melancolia. Em termos de atuações temos muitos desastres e atuações que se perdem completamente com o passar do filme, afinal, não podemos esquecer que os atores da obra a gravaram durante doze anos, mas temos que citar o ator Ellar Coltrane, que durante os doze anos faz uma atuação incrível (uma pena que veremos o ator em sua fase mirim apenas nesta obra), vale uma menção também a Etha Hawke que consegue dar uma evolução perfeita ao seu personagem mas sem perder sua essência, e claro, não posso terminar sem falar do completamente maluco e ousado Richard Linklater, que rodou de maneira escondia a película por doze anos, e fez um trabalho de direção perfeito, ao mostrar como a vida é simples e ao mesmo tempo complicada , e como todas as suas fases tem uma beleza intrica. “Boyhood” com certeza é um filme único, disso não podemos ter duvidas, é incrível como Richard cumpriu com maestria seu objetivo, e como o mesmo é sutil e não brinca com o telespectador, muitos personagens são evoluídos de maneiras intricas, com gestos que não são destacados na tela, Richard consegue alinhar o roteiro ao ritmo perfeitamente e consegue mostrar através de sua câmera a vida.
Stefanie H.
Stefanie H.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de março de 2017
"-Sabe quando dizem ‘aproveite o momento’? Eu não sei, mas acho que é o contrário. É como se o momento nos aproveitasse."
Rodrigo R.
Rodrigo R.

30 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de abril de 2017
A história da vida do garoto Mason desde o inicio de sua infância até o final de sua adolescência. De certa forma muito bem contada através da visão do garoto que vivência o drama de sua Mãe, sua irmã chata, a falta do seu Pai divorciado e acompanhando seu crescimento a distância. Sinceramente achei o roteiro um pouco cansativo mais vale a pena pelas boas atuações.
Lucas M.
Lucas M.

7 seguidores 33 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de janeiro de 2017
O Filminho ruim, sem graça, sem sal, sem emoção... é simplesmente uma filmagem do crescimento de duas crianças em tempo real, de tão ruim, não conseguir ver até o final, parei quando o Avô dele deu a espigarda de aniversário pra ela, já estava entediado demais pra aguentar ver até o final, sem falar que essas crianças se tornaram pessímos atores na adolescência, muito fracos... não entendo como esse filme foi pro oscar e ainda ganhou o oscar de melhor atriz coadjuvante, não vi nada de especial. No mais fiquei triste em ver esse filme, pois tinha uma expectativa grande e percebi que perdi 1 hora e meia do meu tempo... realmente lamentável!!!
Mauricio C.
Mauricio C.

10 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de dezembro de 2016
Muito bom e envolve quem está assistindo . porém mostra a adolescência na sua forma mais comum sem muitas novidades na história
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de julho de 2016
Realmente a produção é louvável, mas achei a história chata demais. O ator que interpreta o menino lá é sem expressão nenhuma. Não gostei...
Analice C.
Analice C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de junho de 2016
Esse filme é uma obra genial. O objetivo inicial do projeto foi realmente alcançado: nos fazer refletir sobre o tempo, sobre o que muda e o que fica, e o filme mostra isso de uma maneira tão simples que beira o monótono. Talvez a nossa própria vida tivesse um enredo mais dinâmico que a vida do Mason mas o objetivo do filme não é contar a história dele: é nos levar a uma profunda e bela reflexão sobre o tempo; sobre o passado, o futuro, e principalmente, o agora.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de junho de 2016
Quais os pensamentos das crianças que possuem pais separados? Ficamos nos perguntando o porquê não deu certo, ficamos preocupados com as contas a pagar, ficamos preocupados com a "escala" da guarda e entre outras coisas que nos levam a ficar perdidos em preocupações de nosso interesse, lógico, podemos pensar que todas são para o bem dos pequenos, mas será? Não estaríamos vendo o que é melhor para gente? Não sei dizer e creio que nem eles, mas não é fácil ter uma família sem a existência da mesma. Criar um filho sozinho, seja a mãe ou o pai, é passar por dificuldades únicas e pessoais, se privar do ego para doar se ao máximo à seus herdeiros. Quando eles crescem e tudo o que ocorreu não saiu bem conforme seus planos, o pensamento é de derrota, de tristeza, de erro, mas eu acho que, se realmente fez de tudo ao seu alcance, não precisa se sentir na depressão, seu filho é um humano igual a você, com direito a acertos e erros, por mais que queiras evitar, ele irá passar pelas mesmas coisas ou a maioria delas, seja de uma maneira mais fácil ou mais difícil, ele precisa passar, só assim ele vai conhecer realmente quem são seus pais. Proibir sempre tem que vir com um porquê e o melhor é orientar, pois não tens uma câmera 24 horas ligada nele, ele vai fazer, ele é curioso. Veja, relacionamento são complicados e não só homem/mulher e sim também pais/filhos, são duas pessoas diferentes que podem possuir um mesmo gosto, mas pensam diferente ou pensam iguais com gostos diferentes, nem por isso é o fim do mundo. Quando duas pessoas que se dão bem com todo mundo e resolvem namorar, ficam por anos juntos e todos esperam o casamento e dai a noticia da separação, é porque certas diferenças falaram mais alto e cada um resolveu seguir adiante, com o filhos, a diferença é que tens responsabilidade por eles e apenas mais tarde, ele irá seguir adiante, seguir seu rumo. O importante é a união, felicidade e o amor, acho eu. E depois de 12 anos de filmagem, o diretor e roteirista Richard Linklater nos entrega toda essa complexidade de tal relação, não é igual a minha vida ou a sua, mas sim é a vida do pequeno Mason, o protagonista interpretado pelo ator Ellar Coltrane (estreando nos cinemas com este filme, que começou sua carreira com 6 anos e entregou com 18). No meu ponto de vista, temos um filme como se fosse um seriado que conta 12 dos anos de um personagem em desenvolvimento, você aprende a gostar dele, você sofre com ele, você sorri com ele, você torce por ele e quando o seriado acaba...você sentirá saudades dele! O que levariam 144 meses, apreciamos em menos de 180 minutos (eu nem percebi, pois estava tão ligado). Que belíssimo trabalho de Linklater que soube conduzir todos os atores a sua boa atuação. O título em português quer dizer "infância", um nome certeiro para o enredo. A trilha sonora está perfeita, boas músicas escolhidas e bem inseridas nas cenas! Um trabalho inédito na história cinematográfica e que marcará sua vida com tamanho talento e carisma de todos. Nada extravagante, nada espetacular, tão simples, problemático e incerto como nossa vida...
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