Boyhood - Da Infância À Juventude
Média
4,3
1690 notas

196 Críticas do usuário

5
77 críticas
4
56 críticas
3
23 críticas
2
19 críticas
1
8 críticas
0
13 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ricardo D.
Ricardo D.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de janeiro de 2015
Não gostei, você fica quase 3 horas esperando alguma coisa acontecer e não acontece nada. A única inovação é o diretor demorar 12 anos para filmar.
Erica C.
Erica C.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de janeiro de 2015
Um filme extenso, nada atrativo, o pior, sem final. Não consigo entender como fazer um filme que o adolescente faz o que quer, quando quer e não tenha nenhuma circunstâncias da vida, como beber a vontade, chegar bêbado em casa, fumar e está tudo bem.....faltar no início da faculdade....sinceramente péssimo exemplo para meu filho! Esperava mais do filme!!!!
Maíra M.
Maíra M.

23 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
Um filme que confirmou minhas péssimas expectativas sobre as indicações ao Oscar deste ano e me fez pensar sobre o que realmente importa em um bom filme. Mesmo sabendo que a resposta sobre isso sempre é relativa, por dizer respeito muito mais a QUEM se importa do que ao QUE importa, me fiz essa pergunta. E me fiz essa mesma pergunta porque, quando assisti a Gravidade, e o filme ganhou o Oscar, e um dos argumentos foi o fato de ter sido filmado em ambiente com zero gravidade, estranhei, repensei o estranhamento e continuo estranhando.

Não estudo cinema (ainda), pelo menos não formalmente, em uma Universidade. Mas me identifico com o cinema porque nele eu posso simplesmente sentir. Isso, pra mim, é um dos pontos-chave em um filme: o que ele me faz sentir e no que ele me faz refletir.

Postas as premissas, contextualizada a análise, devo dizer que o filme é algo extremamente superficial do ponto de vista da sensibilidade. Sua paciência faz uma ginástica enorme pra você aturar as 2 horas e meia vendo passar a vida de uma família composta por mãe, filho e filha (mais um pai ausente que aparece de vez em quando pra se fingir presente).

As personalidades são banais (a do protagonista é tão inerte que eu cheguei a pensar que era uma provocação), a rotina desinteressante é sufocante. Alguns dizem: Ah, mas o que é a vida senão essa rotina desinteressante, essa sucessão dos mesmos erros no "amor" etc?

Bom, acho que não é porque a sua vida é um saco que nós vamos agora querer condenar os filmes ao mesmo insucesso.

Mas você se sustenta ali na cadeira. Afinal “o filme foi filmado ao longo de doze anos, acompanhando o processo de envelhecimento dos personagens”, é um trabalho diferente. Ok. Você se sustenta ali, vendo diálogos banais, enquadramentos banais, pequenos conflitos banais. E só. Era isso?

De um filme, sobretudo com tantas indicações a um prêmio tão aplaudido, espera-se isso? Um formato? Um modo de gravação? Devo respeitar um filme porque “deu trabalho”, porque a gravação durou doze anos ou porque foi filmado em ambiente com zero gravidade, em outras palavras, devo respeitar um filme porque custou caro? A resposta é: sim, desde que seja norte-americano e veicule mensagens com este caráter, já dizia o São Oscar.

Me apropriando das palavras da própria Olívia (interpretada por Patricia Arquette, indicada ao prêmio de melhor atriz secundária), “eu achava que tinha mais”.

O sentimento que eu tive foi: saí de casa para ver um filme no estilo de Corrente do Bem. Aquele que o professor da oitava série passa segmentado pros alunos uma ou duas vezes por semestre. Um pedacinho em cada aula. Pra dizer que usou uma mídia na aula. Pra variar um pouco a “metodologia”. Pra usar a sala de TV da escola. Então o professor tem que escolher um filme: que seja fofinho, com o qual os adolescentes se identifiquem (então tem que ter adolescente no filme), com algum conflito (mas não muito, pra não mostrar “violência”.. uiuiui), e “que passe bons valores”.

E, nessa busca do professor da oitava série por esse produto acabado e ainda com cheirinho de plástico, é na cultura norte-americana que ele vai esbarrar (o filme é quase uma aula sobre o american way of life, seus esportes, sua educação, sua política, suas tradições – ainda posso ver a cena do avô do Mason dando-lhe um rifle de presente de aniversário de 15 anos e ensinando-o a atirar logo em seguida).

Em suma, uma narrativa repetitiva sobre uma história familiar na última década. Um filme bom para um simples entretenimento, com rasas referências contemporâneas, pouco a se refletir e pouco a ser atiçado aos olhos e ouvidos de quem observa.

Seria um filme comum, desmerecedor de comentários positivos ou negativos. Não fosse o fato de ter sido filmado ao longo de 12 anos. Não fossem as tantas indicações ao Oscar. Não fosse a rasgação de seda, a meu ver descabida, a esse simples... filme.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2015
A ousadia de filmar com os mesmos atores durante 12 anos para abordar a passagem do tempo não é puro maneirismo ou exibicionismo do diretor, que, ao contrário, aposta na discrição e na simplicidade para mandar o seu recado (vale conferir a bela elipse entre a sequência do padrasto alcoólatra que sai do carro para comprar bebida e a dele escondendo uma garrafa de uísque no armário, quando entre uma e outra imperceptivelmente se passaram alguns anos). O grande personagem é mesmo o tempo, que, entre a Coca-cola e a cerveja, o e-mail e o Facetime, ora é vencido pelo homem (a mãe que resolve fazer faculdade já adulta), ora insiste em se impor perante todos ("Não jogue boliche com as canaletas levantadas. Você não é mais criancinha"), ora vira objeto de questionamento por meio da arte (descoberta do protagonista de que tem vocação para a fotografia, melhor forma de congelar os momentos). O maior acerto do filme é evitar arroubos épicos ou grandes acontecimentos, crente na concepção de que a superação das fases de amadurecimento já vale por si (o abandono da fantasia infantil, a descoberta do sexo e da sexualidade, o engajamento político adolescente, a percepção de que não é necessário ser igual e gostar das mesmas coisas dos amigos). Próximo do clímax, Patricia Arquette, desesperada por ver o filho deixando a casa para ingressar na universidade, resume o que é olhar para trás e perceber que as coisas passam depressa: "Eu pensei que haveria mais". É a síntese perfeita para um filme contido, preocupado apenas em mostrar tudo o que todos vivemos, que é tanto mas parece tão pouco.
Pedro A.
Pedro A.

14 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2015
Precisa-se de muito dedicação e responsabilidade pra gravar um filme durante 12 anos, achei muito interessante quando li a descrição do filme, que foi melhor que eu esperava.
Rafael A.
Rafael A.

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de janeiro de 2015
Stephen King acredita no seguinte: "Eu me interesso por pessoas boas em situações ruins, pessoas comuns em situações extraordinárias". Se ele partir deste princípio para assistir Boyhood irá perder quase três horas de seu tempo. Boyhood foi gravado ao decorrer de 12 anos, narra a trajetória da transformação de um garoto para um jovem aspirante a adulto. Nao se pode aprofundar mais do que isso nos detalhes sem spoilar (contar partes fundamentais) pois o filme não traz uma trama complexa e dramática, não há personagens memoráveis ou situações peculiares e por isso mesmo eu deixo aqui uma dica para quem ainda irá assisti-lo e possa ter uma experiência mais bacana que a minha; não fique esperando algo muito grande ou comovente acontecer, pois não acontecerá, boyhood é simples, envolvente até onde é possivel muito por conta das atuações dos atores que mandam bem, também é carismático assim como é despretensioso. Mas acredito piamente que qualquer um dessa nova geração que tem o hábito de fazer videos à qualquer momento, seja capaz de, após 12 anos filmando os fatos mais importante na vida de seu filho, juntar tudo e editar algo muito parecido com Boyhood. Mas ainda assim vale a pena conferir.
.
Bruno C.
Bruno C.

8 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2015
Chegando ao final de Boyhood realmente não sabia o que sentir, gostei bastante do filme, porém não sabia se esse sentimento derivava do filme em si ou ao tempo necessário para a conclusão do projeto.
Não me entendam mal sem dúvidas achei um bom filme, por sua essência simples e nas coisas que o mesmo me fez pensar quando começaram os créditos e é nesses pensamentos onde encontrei o grande mérito do filme.Apesar de tudo não é um filme para qualquer um, tem um público alvo bem restrito.
Flávia P.
Flávia P.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Filme "morno" com estereótipo bem americano! Mas há quem goste do tema...
Dhyana A.
Dhyana A.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de janeiro de 2015
O filme me frustrou... Esperei as 3 horas de duração por algo que nunca veio.qd acabou, me perguntei: já?!
Talvez isso seja o interessante do filme: a vida real, que não é um filme! Onde nada extraordinário acontece! Mas vale assistir pela fantástica experiência de filmar o mesmo elenco por tantos anos, sem se valer de efeitos especiais cinematográficos.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de dezembro de 2017
Um filme esplendoroso!! roteiro quase perfeito e dirigido em sua total perfeição pelo ótimo Linklater! a história contada em doze anos, tendo em vista que são os mesmos atores, muito cativante e sublime!! um forte concorrente ao óscar !! um filme em sua essência!!!
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa