Planeta dos Macacos: A Guerra
Média
4,3
3488 notas

66 Críticas do usuário

5
24 críticas
4
22 críticas
3
10 críticas
2
4 críticas
1
2 críticas
0
4 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Salomão M.
Salomão M.

6 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de setembro de 2017
Gostei do filme e só não considero nota cinco devido a boa parte do filme não ter ação. Bom roteiro e algumas cenas parecidas com o " Rambo". A parte comica ficou legal e o macaquinho se vestia como humano agradou a todos na platéia do cinema, muito bom este personagem.
Alexsandro
Alexsandro

22 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de agosto de 2017
A série, Planeta dos Maçados marcou minha infância e a cada novo filme sou surpreendido pela forma precisa de questionar a estupidez humana e pelos olhares incríveis e significativos do César. Gostei muito!
Lucas Borba Massena
Lucas Borba Massena

5 seguidores 31 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de agosto de 2017
Esse filme fez com que a trilogia Planeta dos Macacos se torne uma das melhores trilogias dos últimos anos, filme dramático e minimalista que conta com uma direção excelente e um roteiro muito bom, mesmo com alguns probleminhas que o impedem de ser um filme impecável ainda continua sendo um filmaço que deve ser assistido.
Taiana G.
Taiana G.

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de agosto de 2017
| Crítica

Filme de Matt Reeves vai muito além da promessa de conflito do título

04/08/2017 - 10:22 - Natália Bridi

Ironicamente, Planeta dos Macacos é uma das franquias mais humanas da cultura pop. Sua discussão sensível sobre evolução, intelecto e dominação toca fundo nas falhas da humanidade. A ascensão dos símios e a decadência dos homens leva à reflexão sobre esses erros e a uma torcida sincera contra a própria espécie.

Em Planeta dos Macacos: A Guerra, Matt Reeves conclui o prelúdio para a história do filme de 1968 (baseado no livro do francês Pierre Boulle) com as mesmas urgências dos longas anteriores (A Origem, de 2011, e O Confronto, de 2014). O tom, porém, é diferente, em uma mistura bíblica de conflito e recomeço. É o ápice da evolução de César, mais articulado e calejado pela responsabilidade de proteger o seu bando. Os símios vivem com medo, reféns de um combate que não parece ter data para acabar.

O avanço da tecnologia de captura de performance e da computação gráfica tornam a experiência visceral. É possível ver Andy Serkis nos olhos de César e, ao mesmo tempo, esquecer completamente do elaborado processo necessário para que o personagem ganhe vida. O que se vê é de fato um chimpanzé que ama sua família, precisa guiar um povo e vencer um conflito na busca por uma vida civilizada. Serkis transcende camadas de equipamentos e entrega uma emoção genuína, com um grau de expressão e domínio do corpo impressionantes.

O peso das atuações em Planeta dos Macacos: A Guerra também está no elenco de apoio por captura de performance - o sábio orangotango Maurice (interpretado por Karin Konoval), os guerreiros Rocket e Luca (Terry Notary e Michael Adamthwaite) e o novato Bad Ape (um timing cômico preciso de Steve Zahn) - e no lado humano do conflito: a jovem Nova (Amiah Miller) e o Coronel (Woody Harrelson). A menina representa o retorno a uma condição mais primitiva e inocente (o bom selvagem), enquanto o personagem de Harrelson vai ao coração das trevas encontrar o Coronel Kurtz de Marlon Brando para mostrar a decadência do homem civilizado.

A influência de filmes como Apocalipse Now, A Ponte do Rio Kwai e Os Dez Mandamentos é explícita. Nessa amálgama de gêneros, Reeves, que assina o roteiro com Mark Bomback, conta uma história épica sem cair em maniqueísmos e vai muito além da promessa se guerra do título. O Coronel não é mero vilão na sua oposição a César, assim como o herói não é perfeito ou infalível. O encontro dos dois expõe a natureza complexa que determina a “humanidade” na busca pela sobrevivência. Relações embaladas com imponência pela trilha de Michael Giacchino, que alterna brutalidade e leveza em uma jornada de muitas camadas.

A trama emocional de A Guerra vem acompanhada de sequências de ação grandiosas. Reeves prova que sabe não só como usar todo o espaço da tela, mas posicionar sua câmera de forma a descentralizar o olhar do espectador. Mesmo quando trabalha com bandos, a ação não se torna maçante e nem perde o foco. A câmera acompanha os personagens, sem que a vida se perca em meio a tiros e explosões. O ritmo é construído alternando tocaia e conflito, drama e humor, em uma composição que nunca perde a força - as duas horas e vinte minutos do longa passam voando.

Planeta dos Macacos: A Guerra é uma experiência cinematográfica de qualidade técnica e alcance dramático. É o retorno do cinema clássico em embalagem tecnológica, feito para entreter, mas sem menosprezar seu público. A história de César não vai embora com o rolar dos créditos. 

Apesar da crítica, eu particularmente gostei do filme. 
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de agosto de 2017
Tomou algumas decisões de roteiros no inicio e fim do filme que não me agradaram, mas no geral, foi tudo bem feito e de uma forma bem digna termina a trilogia.

critica completa no blog parsageeks.blogspot.com.br acessem.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de janeiro de 2018
Embora Reeves derrape ocasionalmente (como nos momentos sentimentais, além de ser menos inspirado que O Confronto), trata-se de um raro blockbuster que desenvolve com complexidade os personagens, suas relações e motivações. Mais lento que o esperado, mas com muita força. O CGI é impressionante. Andy Serkis destrói a porra toda.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de agosto de 2017
Num mercado cinematográfico tão confuso, cheio de remakes, rebots, filmes que servem só pra arrecadar dinheiro, a gente tem uma certeza, a franquia recente de "Planeta dos macacos" não decepciona, é quase um suspiro no meio do ano, o bom blockbuster está chegando, e é quase irônico que um filme sobre macacos em guerra contra os humanos consegue ser a coisa mais natural do cinema nos dias de hoje, e uma das franquias a onde melhores podemos personificar nós e a sociedade, disfarçado de um bom pipocão, com uma captura de movimentos impressionante, boas atuações e um bom roteiro, Matt Reeves termina a trilogia emocionando e encantando o publico e deixando no ar uma sensação de quero mais. O roteiro que até determinado momento parece linear, mas o mesmo se complica ao introduzir elementos antes desconhecidos da franquia, elementos esses que tinham tudo para dar errado, mas acontece o oposto, servem e contribuem para o desenrolar da trama. Contemplem a historia de César (Andy Serkis) e sua trupe de macacos, Gorilas e chimpanzés que após entrarem em confronto com um batalhão comandado por um maldoso coronel (Woody Harrelson), acaba por serem capturados pelo mesmo, o roteiro segue a linearidade, mas como eu já disse, se torna menos imprevisível e tem ramificações muito interessantes, apesar de conter alguns furos. "Planeta dos Macacos-A guerra" não é um historia de mocinhos e vilões, todos ali buscam sobrevivência, até a figura do coronel, ele não age por pura e unica maldade, ele realmente acredita no que faz, e que isso irá salvar a raça humana, e vê não apenas os macacos como ameaça, mas também os humanos infectados, e os macacos em questão, estão ali unica e exclusivamente tentando sobreviver e construir um legado, poderíamos nos personificar em qualquer um dos lados. Tecnicamente o filme conta um uma fotografia lindíssima, mesmo sendo grande parte de CGI, ela é extremamente viva e é quase tocável, temos florestas, água, neve, montanhas, terra, sempre com uma película escura (menos no final que muda para uma película amarela e faz uma referencia a" 2001: Uma odisseia no espaço"), temos também uma ótima edição e mixagem do som, uma montagem que mantem o ritmo do filme contante e instigante mesmo com as duas horas e meia, a onde mal temos diálogos falados, e claro, o ponto alto, a captura de movimentos, é algo completamente assustador e faz o telespectador as vezes perder o foco do filme pra ficar admirando esses detalhes, a tecnologia avançou, cezar ficou melhor, e agora humanizado, ele é assustadoramente incrível. E um dos grandes méritos de Cezar estar incrível no filme é do ator Andy Serkis que faz um trabalho de atuação, que mesmo com toda a tecnologia do mundo, sem o fator humano, Cezar ficaria vazio, e Andy Serkis tem que parar de ganhar citação da academia e começar a ganhar prêmios, e uma indicação ao Oscar pra já!, Outro que está incrível no filme é Woody Harrelson, mesmo sendo carinha conhecida na industria, Woody já tem uma cara de vilão ao natural, e aqui ele é muito bem usado, e quando acaba o filme você fica com vontade de ver mais cenas do coronel, pois tem poucas, alem do mais, todos os outros atores que fizeram os macacos estão ótimos, não há o que falar em termos de atuação. Matt Reeves agora tem um desafio com o novo filme do Batman, mas o diretor já se mostrou um ótimo diretor e sabe usar a tecnologia do cinema ao seu favor, fazendo filmes grandes e comercialmente lucrativos, mas ao mesmo tempo de qualidade. Reeves faz um filme que conta a odisseia dos macacos e quase oculta o elemento "ser-humano", ao menos fisicamente, pois ele nos instiga a nos personificar nesses macacos, é um filme que se utiliza muito da linguagem de sinais, contem poucos diálogos e mesmo assim amarra o publico, é uma historia de ascensão, queda e paz. "Planeta dos Macacos- A guerra" é um adeus, ao menos pelos próximos 10 anos, pois sabemos como é a industria...de qualquer jeito, é um ótimo filme.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de agosto de 2017
Sem dúvidas uma das melhores trilogias já feitas nesses últimos anos. Belo, tocante, e bem feito. Vale muita apena assistir. Recomendo!
Richard X.
Richard X.

5 seguidores 32 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de setembro de 2017
Filmaço, fechou a trilogia com chave de ouro, o melhor filmes dos três.
Nós humanos temos muito a que evoluir ainda, cometemos os mesmos erros grotescos , ridículos, no filme os macacos, estão ficando muito superior a nós mesmos , na capacidade de raciocinar e falar.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 17 de outubro de 2017
O filme consegue não apenas manter o nível de seus antecessores mas também se destaca como o melhor dessa nova fase do universo de Planeta dos Macacos.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa