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Obra-Prima de filme. Elenco excelente. Planeta dos Macacos: A Guerra foi melhor que seu antecessor Planeta dos Macacos: O Confronto, com uma história muito bem elaborada e envolvente. Novamente, a produção foi espetacular. Vale muito a pena assistir, o filme te prende do início ao fim. Um filme clássico.
Em seu terceiro e último filme na franquia Planeta dos Macacos, o competente diretor Matt Reeves consegue transformar um filme, que tem como base a revolução dos símios, em um embate político-ideológico. Planeta dos Macacos: A Guerra vai tratar de forma humanizada os dramas de seu protagonista Caesar (Andy Serkis), em detrimento de uma guerra que na verdade nem acontece. É o filme mais melancólico dos três. Neste longa acompanhamos Caesar em sua jornada em busca de um lar para sua espécie, sua preocupação maior são os macacos e a sua família, no entanto, ainda é assombrado pelo espírito de seu general koba, que o induz a uma guerra contra o coronel suicida (Woody Harrelson) pela preservação dos macacos. O diretor é extremamente competente em entregar um filme esteticamente bonito e bem filmado, a ajuda da técnica de Motion capture (Captura de Movimentos) é fundamental para dar as expressões necessárias ao seu protagonista e humanizar os macacos, ao mesmo tempo em que desumaniza os humanos. Planeta dos Macacos: A Guerra, apresenta referências claras aos genocídios dos dois últimos séculos em sua narrativa, sua qualidade técnica é assombrosa. É nítido que o roteiro de Mark Bomback traz referências ao Êxodo bíblico, vivenciado por Moisés em sua luta pela retirada dos Hebreus das terras dos Egípcios, e faz de Caesar seu símio libertador. A Guerra é um filme onde macacos são mais humanos que os homens.
Filme bem dirigido e com um roteiro interessante. o melhor filme de 2017 até agora. Vale cada centavo investido num bom cinema!
Num mercado cinematográfico tão confuso, cheio de remakes, rebots, filmes que servem só pra arrecadar dinheiro, a gente tem uma certeza, a franquia recente de "Planeta dos macacos" não decepciona, é quase um suspiro no meio do ano, o bom blockbuster está chegando, e é quase irônico que um filme sobre macacos em guerra contra os humanos consegue ser a coisa mais natural do cinema nos dias de hoje, e uma das franquias a onde melhores podemos personificar nós e a sociedade, disfarçado de um bom pipocão, com uma captura de movimentos impressionante, boas atuações e um bom roteiro, Matt Reeves termina a trilogia emocionando e encantando o publico e deixando no ar uma sensação de quero mais. O roteiro que até determinado momento parece linear, mas o mesmo se complica ao introduzir elementos antes desconhecidos da franquia, elementos esses que tinham tudo para dar errado, mas acontece o oposto, servem e contribuem para o desenrolar da trama. Contemplem a historia de César (Andy Serkis) e sua trupe de macacos, Gorilas e chimpanzés que após entrarem em confronto com um batalhão comandado por um maldoso coronel (Woody Harrelson), acaba por serem capturados pelo mesmo, o roteiro segue a linearidade, mas como eu já disse, se torna menos imprevisível e tem ramificações muito interessantes, apesar de conter alguns furos. "Planeta dos Macacos-A guerra" não é um historia de mocinhos e vilões, todos ali buscam sobrevivência, até a figura do coronel, ele não age por pura e unica maldade, ele realmente acredita no que faz, e que isso irá salvar a raça humana, e vê não apenas os macacos como ameaça, mas também os humanos infectados, e os macacos em questão, estão ali unica e exclusivamente tentando sobreviver e construir um legado, poderíamos nos personificar em qualquer um dos lados. Tecnicamente o filme conta um uma fotografia lindíssima, mesmo sendo grande parte de CGI, ela é extremamente viva e é quase tocável, temos florestas, água, neve, montanhas, terra, sempre com uma película escura (menos no final que muda para uma película amarela e faz uma referencia a" 2001: Uma odisseia no espaço"), temos também uma ótima edição e mixagem do som, uma montagem que mantem o ritmo do filme contante e instigante mesmo com as duas horas e meia, a onde mal temos diálogos falados, e claro, o ponto alto, a captura de movimentos, é algo completamente assustador e faz o telespectador as vezes perder o foco do filme pra ficar admirando esses detalhes, a tecnologia avançou, cezar ficou melhor, e agora humanizado, ele é assustadoramente incrível. E um dos grandes méritos de Cezar estar incrível no filme é do ator Andy Serkis que faz um trabalho de atuação, que mesmo com toda a tecnologia do mundo, sem o fator humano, Cezar ficaria vazio, e Andy Serkis tem que parar de ganhar citação da academia e começar a ganhar prêmios, e uma indicação ao Oscar pra já!, Outro que está incrível no filme é Woody Harrelson, mesmo sendo carinha conhecida na industria, Woody já tem uma cara de vilão ao natural, e aqui ele é muito bem usado, e quando acaba o filme você fica com vontade de ver mais cenas do coronel, pois tem poucas, alem do mais, todos os outros atores que fizeram os macacos estão ótimos, não há o que falar em termos de atuação. Matt Reeves agora tem um desafio com o novo filme do Batman, mas o diretor já se mostrou um ótimo diretor e sabe usar a tecnologia do cinema ao seu favor, fazendo filmes grandes e comercialmente lucrativos, mas ao mesmo tempo de qualidade. Reeves faz um filme que conta a odisseia dos macacos e quase oculta o elemento "ser-humano", ao menos fisicamente, pois ele nos instiga a nos personificar nesses macacos, é um filme que se utiliza muito da linguagem de sinais, contem poucos diálogos e mesmo assim amarra o publico, é uma historia de ascensão, queda e paz. "Planeta dos Macacos- A guerra" é um adeus, ao menos pelos próximos 10 anos, pois sabemos como é a industria...de qualquer jeito, é um ótimo filme.
A saga "Planeta dos macacos- A Guerra", traz passo a passo o verdadeiro confronto entre os humanos e os símios. Esplendorosamente dirigido, produzido e atuado faz o telespectador se envolver de tal forma que no final você se pergunta se está dentro do filme ou fora dele. Imersão total. Andy Serkis, novamente encarnando "Cesar" e Woody Harrelson como um temível e cruel oponente irão compensar cada minuto conferido. Não perca. Maravilhoso.
Humanos e macacos cruzam os caminhos novamente. César (Andy Serkis) e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel (Woody Harrelson). Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito e outros são capturados, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo.
Humanos e macacos cruzam os caminhos novamente. César (Andy Serkis) e seu grupo são forçados a entrar em uma guerra contra um exército de soldados liderados por um impiedoso coronel (Woody Harrelson). Depois que vários macacos perdem suas vidas no conflito e outros são capturados, César luta contra seus instintos e parte em busca de vingança. Dessa jornada, o futuro do planeta poderá estar em jogo.
Uma conclusão muito digna e corajosa para esta maravilhosa trilogia revisionista da franquia Planeta dos Macacos. Os efeitos estão ainda mais impressionantes que nos filmes anteriores, a trama dramática segue brilhantemente desenvolvida, a ação desenfreada de tirar o fôlego...Sem falar nas atuações soberbas, lideradas claro pelo monstro Andy Serkis, que até hoje é tão revoltantemente desprestigiado na indústria! O filme tem uns problemas de ritmo e o final é meio apressado e piegas demais pro meu gosto, considero O Confronto um filme mais bem resolvido, mais redondo. Ainda sim, A Guerra é uma conclusão épica e emocionante para uma trilogia arrebatadora. MUITO BOM!
Mais uma trilogia se encerra. Depois do bem sucedido retorno de Planeta dos Macacos: A
Origem, em 2011, o filme teve outro ótimo filme, Planeta dos Macacos: O Confronto, em 2014.
Agora em 2017, o ciclo se encerra de forma bastante edificante. César está de volta e seu
grupo é forçado a encarar um exército de soldados liderado por um coronel impiedoso e
sanguinário. Não vale a pena dizer muito mais sobre o enredo, que não há como negar, soa
repetitivo. Os efeitos especiais são de encher os olhos mais uma vez. É impressionante como a
aparência dos macacos é realista, e as batalhas e todo parte técnica é simplesmente
extraordinária. Andy Serkis mais uma vez dá vida a um personagem complexo e difícil. César é
o herói nato, em busca de justiça (mais uma vez). Woody Harrelson banca o Woody Harrelson
(como sempre). O filme tem uma narrativa ágil, efeitos espetaculares e uma história que
prende a atenção, mas essa sensação de mais do mesmo meio que cansa. Nada efetivamente
novo, e embora seja um final digno pra bela trilogia, fica aquela insistente sensação de déja vu
e falta de novidade. O filme vale a pena, mas causa a impressão de que não fará falta. Ótimos
momentos, alguns bem emotivos, diálogos muito bem desenvolvidos... e boa sessão pipoca.
Nada mais que isso.
Origem, em 2011, o filme teve outro ótimo filme, Planeta dos Macacos: O Confronto, em 2014.
Agora em 2017, o ciclo se encerra de forma bastante edificante. César está de volta e seu
grupo é forçado a encarar um exército de soldados liderado por um coronel impiedoso e
sanguinário. Não vale a pena dizer muito mais sobre o enredo, que não há como negar, soa
repetitivo. Os efeitos especiais são de encher os olhos mais uma vez. É impressionante como a
aparência dos macacos é realista, e as batalhas e todo parte técnica é simplesmente
extraordinária. Andy Serkis mais uma vez dá vida a um personagem complexo e difícil. César é
o herói nato, em busca de justiça (mais uma vez). Woody Harrelson banca o Woody Harrelson
(como sempre). O filme tem uma narrativa ágil, efeitos espetaculares e uma história que
prende a atenção, mas essa sensação de mais do mesmo meio que cansa. Nada efetivamente
novo, e embora seja um final digno pra bela trilogia, fica aquela insistente sensação de déja vu
e falta de novidade. O filme vale a pena, mas causa a impressão de que não fará falta. Ótimos
momentos, alguns bem emotivos, diálogos muito bem desenvolvidos... e boa sessão pipoca.
Nada mais que isso.
Embora Reeves derrape ocasionalmente (como nos momentos sentimentais, além de ser menos inspirado que O Confronto), trata-se de um raro blockbuster que desenvolve com complexidade os personagens, suas relações e motivações. Mais lento que o esperado, mas com muita força. O CGI é impressionante. Andy Serkis destrói a porra toda.
Tudo ótimo nesse terceiro filme da franquia efeitos especiais, roteiro, história segue com uma boa qualidade assim com seus anteriores e é envolvente.
Gostei muito, tomara que tenhamos um quarto filme e que ele siga a mesma excelente qualidade desse.
Gostei muito, tomara que tenhamos um quarto filme e que ele siga a mesma excelente qualidade desse.
Filme muito bom ,com efeitos especiais muito bons tem uma história interessante é fecha a triologia com chave de Ouro.
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