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Ricardo L.
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3.227 críticas
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5,0
Enviada em 18 de agosto de 2017
Obra prima mundial! Melhor filme até agora, épico e deslumbrante. Roteiro impecável, do inicio ao fim é bem desenvolvido, batalhas de cair o queixo, efeitos especiais incrivelmente perfeitos, A guerra nos passa a sensação de estarmos no mundo paralelo de Inumanos. Parte técnica perfeita, melhor trilha sonora do ano ou tudo que envolve um filme de qualidade, Planeta dos macacos: A guerra é de fato.
Filme repete todos os clichês de dominação social com o Cesar e a sua permanente cara de zangado. Woody Harrelson salva o filme com o seu protagonismo e carisma. Dá muito sono..zzzzzzzzzz
Em Planeta dos Macacos: A Guerra, o terceiro capítulo da franquia de blockbuster aclamada pela crítica, César e seus macacos são forçados a entrar em um conflito mortal com um exército de humanos liderados por um Coronel impiedoso. Depois que os macacos sofrem perdas inimagináveis, César luta com seus instintos mais sombrios e começa sua jornada mítica para vingar sua espécie. Conforme a jornada os coloca frente à frente, César e o Coronel são colocados um contra o outro em uma batalha épica que vai determinar o destino de suas espécies e futuro do planeta.
Com certeza torci mais para os macacos do que para os humanos, em relação ao filme achei que deveria ter sido mais curto ficou muito comprido e cansativo
Bem dramático, mas sem emoção. Creio que essa franquia já esteja esgotada. Imaginei que seria muito além disso, mas é apenas um bom roteiro, sem nada de superior. Mantemos a linha de uma boa produção.
Ao longo de quese 7 anos acompanhamos a jornada do macaco César na construção de uma civilização de símios e a batalha contra os humanos,eis que chegamos ao capítulo final que encerra perfeitamente uma das melhores trilogias do século.O filme se passa alguns anos após a guerra iniciada pelo macaco Koba que se revoltou contra os humanos começando uma guerra sem precedentes onde os símios são liderados por César e os humanos por um impiedoso general.Enquanto no primeiro filme César luta pela igualdade e a revolução dos macacos na sequência ele luta para manter essa sociedade levantada e manter uma estabilidade,e nesse capítulo final ele briga consigo mesmo contra seus extintos.A trilogia também marca um exemplo de como formar um personagem em meio a 3 filmes.A direção mais uma vez é do Matt Reeves que esbanja qualidade ele também escreve o filme e foca muito na calmaria e reflexão dos seus personagens,diferente do filme anterior a ação está menos escancarada e portanto é mais controlada.O diretor dirige tais cenas sem muitos cortes e com uma fluidez muito grande.O roteiro analisa bem questões deixadas em aberto a respeito da humanidade e se mantém em foco diferente do segundo mantendo assim uma regularidade narrativa nos 3 filmes e nos entrega um filme que nos emociona de maneira digna dos filmes passados.O elenco mais uma vez é perfeito: Andy Serkis comanda com uma atuação muito emocional e forte que usa as expressões perfeitamente,a Karin Konoval mais uma vez está excelente como Maurice e o Wood Harrelson faz um bom vilão já o Steve Zahn e a Amiah Miller não fazem muita coisa.A parte técnica é excelente com um CGI perfeito com o ótimo trabalho de performance caption,além dá ótima fotografia e os bons enquadramentos de câmera.Planeta dos Macacos-A Guerra é um pouco cadenciado é emocional mas cativante,uma ótimo desfecho para essa franquia extremamente regular.
Tomou algumas decisões de roteiros no inicio e fim do filme que não me agradaram, mas no geral, foi tudo bem feito e de uma forma bem digna termina a trilogia.
critica completa no blog parsageeks.blogspot.com.br acessem.
Mesma direção e roteiro, melhorou em relação ao filme anterior, mais centrado agora nos macacos. É um filme melhor em relação ao antecessor podendo ser assistido a partir da obra de 2011 sem perder o fio da meada (o segundo filme continua sendo o piorzinho). Dos três filmes a terceira obra e a mais divertida de assistir, filme mais dinâmico. Nesse filme o lado dos macacos aparece como protagonista, não sendo vilanizado como na segunda obra. Cesar lidera a história, alguns personagens engraçados aparecem, um novo integrante falante dos símeos aparece. Um pouco do lado humano e cruel, o despotismo do coronel traidor do exército (interpretado por Woody Harrelson de Jogos Vorazes). Andy Serkis encerra sua participação. O filme encerra o reboot, abrindo espaço para que a continuação mostre o exponecial crescimento intelectual e material da civilização símea até os tempos da obra de 2001.
Nesse terceiro filme a excelência gráfica e a atuação de Andy Serkis ao olhos de César permanecem impecáveis. O elenco mais uma vez é renovado nesse filme e conta com a experiência de Woody Jarrelson e a jovem Amiah Miller para fazer parte do núcleo humano do filme. O interessante nesse filme é que ele não fica preso em seu título "guerra", na verdade vai muito mais além disso. Aqui vemos o César no auge do seu desenvolvimento, com bastante tempo na liderança entre os macacos, mas com as constantes crises e conflitos com humanos que agora aprimoram a sua tecnologia para tentar combater os macacos. A entrada do núcleo humano é algo perfeito, pois aqui encontramos uma criança humana chamada Nova (Amiah Miller) que corresponde a inocente, a "bom selvagem" e por outro lado um coronel linha dura (Woody Harrelson) que nada mais é a representação da decadência do homem "civilizado". Evidentemente que o coronel não é um vilão único e exclusivo contra césar, aqui temos conflitos e problemas que compete aos humanos que interferiu de alguma forma na vida do coronel. A trama desse filme explora bastante o lado emocional principalmente nas relações familiares e de amigos. Mas temos grandes cenas de ações no seu último ato. No geral, vemos nesse filme o retorno de algo clássico abraçado com a tecnologia do cinema para sua época.
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