Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
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285 Críticas do usuário

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Hugo C.
Hugo C.

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5,0
Enviada em 10 de abril de 2015
um otimo filme em todos os pontos ! provavelmente irei velo novamente
Samuel O.
Samuel O.

13 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de maio de 2015
Melhor filme de todos, espetacular, maravilhoso, uma obra prima
Marcio A.
Marcio A.

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5,0
Enviada em 12 de março de 2015
Música perfeita.
Atuação empolgante de J.K. Simmons.
Celso Martins M.
Celso Martins M.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2015
grande atuação do j.k.Simmons como professor (levou o Oscar), filme mostra a ambição do jovem baterista em ser o melhor da sua geração, não importando o limite psicológico e físico. tenso, mas arrebatador.
Bruno C.
Bruno C.

20 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2015
PQP!!! Sensacional................................................
Jarbas P.
Jarbas P.

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de março de 2015
O filme realmente é muito bom. Apesar do bom roteiro o que realmente impressiona é a beleza da trilha sonora e as sensacionais atuações de Miller e J K Simpson. Os dois mostram personagens que vão ao extremo em busca da perfeição, atravessando obstáculos, barreiras, e desafiando a si mesmos. Você se sente naquele mundo da música. Excelente filme! Pra quem gosta de Jazz então...imperdível.
Gui Souza
Gui Souza

10 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2015
Escolher a música como profissão não é fácil. Você não só tem de enfrentar a percepção que as pessoas normalmente têm, de que música não é um real caminho profissional, como também precisa treinar e estudar muito. Músicos tendem a estudar ao menos oito horas por dia, conhecendo cada nota que seu instrumento musical pode lhes dar, qual o limite dele. E é nesse ponto que Whiplash achou sua história.

O filme acompanha o jovem Andrew (Miles Teller), novato no conservatório Schaffer, que forma os melhores músicos dos EUA, e sua busca pela perfeição na bateria. Essa busca faz com que ele entre para a banda do músico Fletcher (J. K. Simmons), que acredita que bons artistas não se fazem com encorajamentos ou palavras bonitas, mas sim com humilhação e sofrimento.

Parece algo estranho e extremo, principalmente ao ver como Fletcher trata Andrew, mas basta uma pesquisa entre músicos para saber que essa visão de ensino não é tão anormal quanto parece. A busca pela perfeição leva as pessoas a extremos, e isso o filme mostra com maestria. As cenas envolvendo a dupla Fletcher e Andrew trazem uma carga pesadíssima, com o primeiro humilhando o garoto de diversas formas, sejam verbais ou físicas. E Andrew responde tudo à altura, seja discutindo ou treinando até seus dedos sangrarem, literalmente. O filme consegue mostrar perfeitamente que essa busca não é saudável, mas é um caminho trilhado por muitos.

Para dar forma a tudo isso, o filme não economiza em atuação e direção. Aluno e professor são praticamente as únicas personagens que realmente ocupam a tela, e a dupla Miles Teller e J. K. Simmons conseguem segurar a barra perfeitamente. O segundo rouba a cena em diversos momentos, ora como um professor enlouquecido, ora como algo um pouco mais humano e amargurado com a vida. Miles Teller também está estupendo em sua personagem, ainda mais por que o ator sabe realmente tocar bateria, tornando tudo que faz muito mais real. Quando os dois atores estão em tela juntos, é difícil não mergulhar completamente no filme, sentindo o que Andrew sente ao tocar até não conseguir mais mover as mãos, ou se sentindo mínimo perante o ódio proferido por Fletcher.

Na direção, o cuidado com o visual é extremo. As cenas que envolvem a banda tocando são incríveis, detalhadas, com foco em cada instrumento, em cada dedo movendo uma corda ou apertando alguma tecla, e a bateria, dona do filme, recebe todo o cuidado do mundo. Vemos Andrew tocando até seu limite, com seu suor se misturando aos instrumentos e ao sangue em cenas detalhadas, cheias de planos fechados e sempre nos levando ao limite da tensão, imaginando até quando a personagem aguentará tocar.

Além disso, toda a trilha sonora envolvendo o jazz em Whiplash é sensacional. Como faz parte da história do filme, a música recebe um cuidado especial ali, sendo extremamente presente e forte, lembrando-nos que ela também é importante e tornando a experiência de ver o filme nos cinemas em algo muito mais profundo. Não tenha dúvidas de que você acabará o filme com o jazz em sua cabeça.

Whiplash é para além de um filme sobre música ou jazz. É um filme sobre limites. Sobre ao que somos capazes de nos submeter em busca da perfeição, de como somos capazes de aceitar diversas coisas, apenas para poder melhorar. Segundo ele, grandes nomes não são formados com conversas amigáveis, mas sim com dor e revolta. Pode não ser uma mensagem bonita, mas pode muito bem ser real.
Joabe S.
Joabe S.

10 seguidores 21 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de março de 2015
Um dos melhores filmes que assisti nos últimos anos.
Excelente!
Realmente digno das premiações que recebeu.
Leandro M.
Leandro M.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2015
Espetacular a atuação de Miles Teller. O solo de bateria arrepia. Já a atuação de J.K. Simmons, sem comentários. De tão boa sua atuação, ganhou o Oscar da Academia de Melhor Ator.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2015
Tenho que admitir que, fazia parte da comunidade do Orkut: “tenho mania de batucar em tudo.” De longe, já na primeira cena, me identifico com o filme, talvez por causa de um velho sonho e desejo de tocar bateria ou pelo fato de não falar da mística e simbólica guitarra, instrumento mais amável. Então, me apresso em dizer que sou suspeito a falar desse filme.

Assim como o titulo, que deixa bem claro sobre o que se trata, as primeiras cenas vêm dando a deixa de como vai se decorrer o filme, de forma alucinante e emblemática.

A alucinante bateria de Andrew e o mistério por traz do impetuoso professor, Terence Fletcher, permeiam a trama. Os métodos do professor, nada ortodoxo, e a crescente obsessão do aluno em se tornar um grande músico, é o combustível para te deixar ligado do inicio ao fim, e não é clichê.

Mas, longe do que parece, a trama não se limita a esses assuntos, aumentando sua complicação e nos faz repensar conceitos atuais, como: o que realmente é necessário fazer para ter sucesso na música? Até onde a rigidez do ensino é benéfica? Falando de ensino, o que é politicamente incorreto?

E a melhor de todas: Bom trabalho? Elogiar ou falar a verdade?

Tenho que admitir que, sobre essa última pergunta, minha resposta se divide.

Por isso digo, esse filme te prende drasticamente. Essas questões se apresentam de forma simples e natural, principalmente, a última questão se mostra já quase no final do filme e você não entende qual caminho a diretora vai escolher, e sua escolha vai te surpreender.

Então, não só olhe esse filme, sinta e escute.
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