Whiplash - Em Busca da Perfeição: Recentes críticas
Whiplash - Em Busca da Perfeição
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5,0
Enviada em 7 de junho de 2026
Cansei só de ver as cenas da bateria kkk
Andrew Neiman (Miles Teller) é um jovem baterista que ingressa no prestigioso Shaffer Conservatory de Nova York, onde é recrutado pelo lendário — e temido — maestro Terence Fletcher (. Simmons) para a banda de elite da escola. O que se segue é uma relação de obsessão mútua, abuso e perfeccionismo que destrói e reconstrói o protagonista.
Qual é o preço do sucesso? O que vale a pena fazer ou sacrificar para ser um músico ou um artista de sucesso lembrado pelas gerações que virão? Ter sucesso não é fácil. É algo que muitos buscam. Um objetivo frequente entre muitos artistas. Mas isso cobra seu preço. Em Whiplash, um garoto caça o sucesso na música tocando bateria em uma das maiores bandas de jazz do mundo. Ele pratica sem tréguas. Essa ideia o consome a ponto de machucá-lo e de fazê-lo sangrar (literalmente). Uma ideia fixa que o deixa fissurado, um desejo autodestrutivo, um projeto e uma ânsia perigosos. Vale mesmo a pena? Whiplash questiona nossos limites e nossas obsessões mais viscerais e descontroladas. Em uma das cenas, é mencionado que grandes artistas morrem cedo bêbados e dopados. O conceito de sucesso é magistralmente debatido e abordado. E, ao que parece, é isso que o protagonista quer. Ele não se importa de sofrer e morrer jovem praticamente sem nada desde que isso o alce a um tipo peculiar de sucesso que o coloque na história (não é como uma simples fama que quase sempre só dura seus 15 minutos). Ele está determinado, fissurado, obcecado. E nada o impedirá. Em Whiplash, nossas ânsias mais extremas são postas em cheque de um jeito brilhante. Afinal, artistas como Billie Eilish chegaram ao topo do mundo sem se entregar a essa busca ensandecida. O descontrole autodestrutivo é o tema aqui, nos fazendo questionar o que realmente importa enquanto caminhamos por essa Terra. Várias cenas são emblemáticas a ponto de nos emocionar, mas nada supera a cena final, o clímax da história, com aquela exibição de bateria extraordinária. Nenhum epílogo se faz necessário. Depois do que o baterista demonstra, nós seguramente podemos afirmar: o destino dele está selado. Mais um que nos deixa aos 27. Tudo pelo show que deve continuar. Deve haver um caminho melhor.
Cativante, filme que você não sente a hora passar, a obsessão pela perfeição faz os dois personagens perderem a cabeça e que atuação dos dois mas o JK Simmons mereceu demais o Oscar que ganhou
Whiplash entrega tudo ao nos mostrar a árdua e insistente jornada em busca da perfeição, validação profissional, determinação e todos os prós e contras que aparecem nesse caminho. Quanto vale a pena se desgastar física e emocionalmente em busca de um objetivo? O filme mostra muito bem o quanto precisamos nos sacrificar em busca daquilo que mais almejamos na vida, independente do que vai nos custar, seja relações familiares, romances e até mesmo, tempo. Para os obstinados, é fácil comprar a briga de Andrew e entender o porque de estar se submetendo a situações degradantes e abusivas provocadas pelo seu professor, Terence Fletcher, que tenta colocar a todo momento o talento do aluno em prova, assim como seus esforços e objetivos. A dinâmica entre os dois caminha de forma perfeita para emoldurar a mensagem que o filme quer nos trazer, é possível alcançar o "perfeito", mas a que preço? O filme consegue te prender do inicio ao fim, crescendo gradativamente, assim como vamos acompanhando gradativamente o desgaste de Andrew para se tornar o baterista principal da banda. O final consegue entregar mais ainda, nos dando aquele gostinho de satisfação e validação que ele tanto procurava, não por parte de outros, mas por ele mesmo. Filmaço!!!!
Whiplash: em busca da perfeição é um drama que contou com a direção e roteiro de Damien Chazelle. O filme recebeu 5 indicações ao Oscar 2015:melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhor mixagem de som, melhor montagem e melhor ator coadjuvante ( Simmons)- vencendo as 3 últimas categorias mencionadas. Na trama, acompanhamos, Andrew (Miles Teller) que sonha em ser um grande baterista da sua geração. Estudante de uma escola de música, Andrew chama atenção de Fletcher ( Simmons), um impiedoso e exigente professor, que é mestre em Jazz. Aos poucos Fletcher começa a passar dos limites com Andrew e transforma o sonho do seu aluno em um risco a sua saúde mental. Sem perder tempo, a narrativa já nos coloca de frente a situação problema do filme: Andrew entra como substituto temporário na bateria da banda de Fletcher. Aqui temos uma excepcional atuação de Simmons, revelando um sujeito exigente, que não mede ação e palavras para cobrar dos seus alunos. Isto é, Fletcher é assim com todos os seus alunos. EM busca do seu sonho, Andrew acaba fazendo de tudo para impressionar o seu mestre, o filme talvez tenha perdido a chance de se apoiar mais na saúde e desgaste mental do jovem do que na física (foi a quem mais deram atenção). O som do filme foi algo que nos chama atenção, pois mesmo para um leigo em música se percebia os erros e acertos dos instrumentos (em especial da bateria). Além de uma montagem impressionante nos trazendo detalhes como timbre, suor, sangue, olhares, a direção usou bastante esse jogo de linguagem. O Jazz serviu apenas como um pano de fundo, o filme na verdade não é um musical, mas serve como uma metáfora atualizada sobre as condições performáticas em que os individuais procuram buscar o seu sucesso. Não se importando com os outros, muito menos para si, se autoexplorando e cobrando o tempo todo, até nos momentos de descanso. Abrindo mão de outras partes importantes da sua vida, como de amigos ou relacionamentos. É um filme que está ainda bastante atual.
Um filme que te prende logo no começo,ambientação é ótima,trilha sonora tbm,um filme (para mim) sem nenhum problema,o drama muito bem feito,atuação esplêndida.
A trama a princípio te assusta, as situações parecem inverossímeis — onde já se viu um professor esbofetear seu aluno repetidas vezes e nada acontecer com o infrator? Mas as situações vão se sucedendo em um crescendo em que questões subjetivas como até onde ir para conseguir alcançar seus sonhos e escolhas que irão mudar o seu futuro escalonam até um embate incrível entre mestre e estudante. Nada é relativizado nesta obra chocante e instigante.
Filme sensacional, muito motivacional. O filme mostra um baterista muito esforçado que sonha em ser grande, mas acaba tendo vários desafios no meio do caminho. spoiler: Na sua trajetória como músico ele perde uma grande mulher e acaba destruindo o seu psicológico, por causa de seu professor que abusava do psicológico de seus alunos. Mas no final do filme o baterista consegue se vingar de seu professor e faz um grande espetáculo, mostrando para as pessoas o seu talento.
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