Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
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Denise D.
Denise D.

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4,0
Enviada em 13 de fevereiro de 2015
O Diabo Veste Prada do universo do Jazz com um final muito melhor!
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
Whiplash apresenta um drama musical sobre um jovem chamado Andrew Neyman, interpretado por Miles Teller (Finalmente 18) que tem como grande desejo se tornar um dos maiores bateristas do mundo. Dentro desse desse filme, onde o roteiro traz também traços autobiográficos pelo próprio diretor, temos maravilhosas atuações. O destaque, sem dúvida, fica com J.K. Simmons, que interpreta o professor super rígido de Neyman. Simmons está impressionante. Com uma atuação impecável, ele entra no páreo para levar o Oscar de uma maneira positiva. Miles Teller também não decepciona. Supera as expectativas e mostra grande talento e dedicação em diversas cenas.
O filme é dirigido por Damien Chazelle que opta por uma direção mais segura, guardando seus solos para o fim do filme. Damien também roteiriza o filme e tem grandes chances de levar o Oscar de "melhor roteiro adaptado".
Whiplash surpreende como ótimas atuações de atores dedicados e também com a audácia de falar abertamente que para a grandeza ser atingida, é necessário esforço e que muitas vezes, empurrões são mais necessários do que tapinhas nas costas.
alexandrecunha
alexandrecunha

53 seguidores 34 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Excelente!
JK Simmons leva o filme com os pés nas costas! Merece todos os prêmios de coadjuvante, não só o Óscar!
Um filme que eu não dava nada e me surpreendeu bastante! Já gostava de jazz e havia esquecido, me fez lembrar o quão bom é esse estilo de música e retomar esse gosto antigo (junto com blues)! Caravan e Whiplash tocados no final sao de arrepiar, não tive como deixar de baixa-las para ouvir no carro.
Parabéns Dave Ghrol por essa obra prima!
Claudio G.
Claudio G.

16 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de janeiro de 2015
Um filme que ousa desde o início, com um ótimo roteiros e atuações muito boas. Mostra que o ser humano para conseguir seu sonho as vezes pode querer passar dos limites. Mas que no final todo o sofrimento e coisas que ele tenha abdicado podem sim valer a pena. Queria que ganhasse o Oscar de melhor filme, mas com certeza não vai rolar. Super recomendo para fãs de música, e mais ainda para os de cinema
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de março de 2015
Atenção com a obsessão pela perfeição

Tem um filme entre os indicados do Oscar que é uma mistura de sentimentos. “Whiplash – Em Busca da Perfeição”, escrito e dirigido pelo jovem Damien Chazelle, de apenas 29 anos, te instiga, te incomoda, te emociona, te encanta, te faz rir, te faz chorar, te angústia... Realmente, “angústia” é a palavra-chave desse que é uma das melhores indicações deste ano. Assim como o nome em português entrega tudo logo de cara, o filme conta a história do baterista Andrew Neyman (Miles Teller), que quer atingir a perfeição e, assim, chegar ao sonho de se tornar um dos maiores músicos de seu tempo. Para isso, consegue uma vaga no mais prestigiado conservatório dos EUA e tenta atrair a atenção do exigente e cruel Terence Fletcher (J.K. Simmons), que comanda uma ótima banda de jazz, berço de grandes profissionais. A disciplina militar de Fletcher (tipo o sargento Hartman, de “Nascido para Matar”) assusta, mas não ao garoto Andrew, que passa a se dedicar aos ensaios de maneira quase autodestrutiva e ter o lado psicológico e emocional bem abalado.

O mais cativante do filme até então é que ele provoca uma cansativa discussão sobre educação e a fronteira entre incentivo e abuso, mas, ao mesmo tempo, traz o melhor do jazz, numa trilha sonora encantadora. Ou seja, ele te angustia e, logo, te acalma. Longos minutos de um solo de bateria não são nada cansativos, pelo contrário, é música de qualidade para os seus ouvidos. E o método do professor bonzão, carregado de frases racistas e homofóbicas, nem fica demasiado aos olhos do espectador, já que ele provoca o riso em várias das ofensas e diminui o peso sobre o preconceito. Dentro desse angustiante (repito e reforço) método, Fletcher chega à frase que faz qualquer um mergulhar na reflexão e vasculhar o interior com razão: “Não há duas palavras mais danosas do que ‘bom trabalho’”. Você sabe, vários gênios só se tornaram gênios porque se esforçaram à exaustão. E o discurso do mestre é que não há nada mais frustrante ou que o force ainda mais a sua zona de conforto do que o elogio simplório de que você “apenas” fez um trabalho bom. O que não deixa de ser verdade. Vivemos, estudamos, crescemos, buscamos o nosso melhor. E precisamos de algo que nos excite, que nos alimente, que nos faça ir adiante. Agora, cuidado: a obsessão pela perfeição fica logo depois da linha tênue que divide o “quero me destacar” do “vou me autodestruir”. E é nessa divisão que você pode acabar se perdendo, se dissolvendo, se estrepando...

É nesse patamar que se encontra a relação de amor e ódio entre Andrew e Fletcher em “Whiplash”. A ambição, a arrogância e a presunção de ambos se misturam ao esforço excessivo e ao talento nato deles. Ou seja, você vê ali uma briga de egos devastadora, mas, ao mesmo tempo, percebe que um precisa do outro, que o trabalho árduo de um é o complemento do vício do outro, e a dinâmica do filme se mostra fantástica. No fim, após uma cena musical estonteante, a reflexão é inevitável (todos os filmes deveriam ser assim, né?!). Na sua interior afetação, é melhor ter a convicção de sua surreal pretensão ou a leve intenção de direção para uma pura inspiração? É só não misturar idealização com ilusão.
Thiago C.
Thiago C.

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Filmaço. Principalmente para quem é músico. Algumas cenas enroladinhas, mas passa. Final fantástico
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2015
A trilha sonora desesperadora e a montagem vibrante levam ao espectador a angústia do protagonista obcecado pela perfeição, no limite da dor, do suor, do sangue e da solidão. É um retrato pouco lúdico do sucesso, com interpretação vigorosa e verdadeira de J.K.Simmons, que, sem descambar para a caricatura verborrágica, dá humanidade e sentido ao mestre carrasco (especial a cena em que aluno e professor se reencontram num bar, e o primeiro passa a compreender e talvez até aceitar os métodos do segundo).
Junior M.
Junior M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de janeiro de 2015
Com cinco indicações ao Oscar desse ano, Whiplash - Em Busca da Perfeição chegou às telonas dos cinemas brasileiros somente na semana passada (8), e vem deixando boas impressões em seus espectadores. Aliás, o longa é comentado desde o começo do ano passado, quando fora premiado no Sundance Festival.

Em Whiplash, Miles Teller (Project X, The Spectacular Now, Divergent) vive Andrew Neiman, um jovem baterista cujo objetivo é se tornar um grande músico do cenário jazzista. Estudante de um dos conservatórios de música mais conceituados dos EUA, Andrew é enfim selecionado para ser suplente na banda considerada elite da instituição. Tal banda é regida por Terence Fletcher (J.K. Simmons), um professor que não acredita na existência de limites quando o assunto é cobrar de seus alunos a perfeição, utilizando então de métodos nada carinhosos, leia-se, violência verbal e até mesmo física.

O desejo de Neiman de se consagrar, ser uma lenda, acaba se tornando algo descontrolado, a ponto de, por exemplo, um relacionamento se tornar extremamente prejudicial para o seu progresso como músico. Andrew se encontra obsesso, derramando litros de suor e sangue para conseguir a titularidade na banda.

Com roteiro e direção do jovem Damien Chazelle (The Last Exorcism Part II), Whiplash realmente mexe com as emoções e os nervos do público. Chega a ser difícil adquirir um ódio mortal por Fletcher, mesmo sendo ele um tremendo babaca em determinadas situações. O cerne da trama está em nos levar a pensar em até onde se pode exigir de uma pessoa para que ela se aprimore a ponto de ser eternizada.

Elenco extremamente competente, a saber: Miles Teller mostrando a todos que sua carreira vai longe, J.K. Simmons simplesmente fantástico (merecidamente vencedor prêmio de Ator Coadjuvante no Golden Globe) e outras peças já conhecidas, como Paul Reiser e Melissa Benoist. A trilha sonora - sob a responsabilidade de Justin Hurwitz - é impecável e merece total atenção nesse filme: os amantes do Jazz e da boa música agradecem.

Dentre as indicações ao Oscar, Whiplash concorre aos prêmios de Melhor Filme, Ator Coadjuvante, Edição, Roteiro Adaptado e Mixagem de Som.
Andréia M
Andréia M

18 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Filme fantástico. Impressionante é saber que o diretor é praticamente um estreante.
A busca da perfeição na música como razão de existir gerando suas consequências disfuncionais no comportamento das pessoas.
O jazz ainda está ecoando nos meus ouvidos.
Felipe S.
Felipe S.

15 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de janeiro de 2015
Filmaço! A atuação de J.K. Simmons é de cair o queixo!
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