Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
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281 Críticas do usuário

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Leonardo Dalla Porta
Leonardo Dalla Porta

8 seguidores 28 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de janeiro de 2015
Faltam palavras pra descrever a satisfação ao assistir está obra prima. Assisti mais da metade dos favoritos ao Oscar 2015 e Whiplash é, de longe, meu filme preferido. A história prende do início ao fim, os personagens são cativantes e o roteiro sensacional.
Jonathan G.
Jonathan G.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de janeiro de 2015
Whiplash - Em Busca da Perfeição, é um drama musical que te leva ao céu e logo para o chão.
O jovem Andrew procura se destacar perante a sua geração, e com bastante esforço ele consegue avanços. Sendo reconhecido e convidado por Terence Fletcher para a sua turma de alunos avançados.
O primeiro dia de ensaio acaba sendo um choque, com o tratamento bem rígido de Fletcher.
Assim como a última trilogia do Batman é regida pela idéia de o que não mata fortalece, Whiplash mostrar que é preciso dar lágrimas, sangue e sim, estou falando literalmente, para ser o melhor.
Erico P.
Erico P.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2015
Entrei no cinema esperando apenas ver um filme que tratasse de esforço e treinamento levando a desenvolver talento. Mas vi muito mais que isto: Pressão, desafio, superação, sonho... Simplesmente um grande filme!
Alexandre S.
Alexandre S.

152 seguidores 116 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2015
Quando assisti o trailer de "Wiplash" pensei: "Filme sobre música... parece legal!" Parece não, é excelente! Um filme sobre música, Jazz pra ser mais exato, aonde todo o processo lembra em filme de guerra. J.K. Simmons, que venceu o Globo de Ouro por seu papel de professor, arrebenta. Parece um sargento em filmes de guerra clássicos, como "Nascido para Matar". Miles Teler também confirma que é um dos grandes nomes que estão aparecendo no cinema hollywoodiano, com uma interpretação forte e excepcional ao lado de J.K. Simmons. A questão do professor que está a procura de um grande talento da música e um aluno talentoso que chega a ser arrogante em determinados momentos e que não consegue seguir sua vida sem pensar em ser o melhor, fazem desse filme uma grata surpresa e de encher não só os olhos, como também os ouvidos, pois a trilha sonora é sensacional.
Michael G.
Michael G.

22 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de janeiro de 2015
O Filme mexe com muitas emoções do espectador, tensão, medo, raiva, satisfação! Um mix muito bem distribuído! Cortes perfeitos, takes que captam exatamente o que o filme quer transmitir, trilha sonora incrível, atmosfera cativante que não te deixa respirar direito enquanto assiste. Dose de humor muito bem acertada. Diretor anotado aqui para a listinha pessoal de promissores, Damien Chazelle. As Atuações de J.K Simmons e de Miles Teller estão estupendas! A química entre professor carrasco e aluno dedicado funciona muito bem, tanto nos momentos calmos quanto nos tensos! Corra pro cinema! Filme para ter como referência por muitos anos! Espetacular!
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2015
Jazz. Um estilo musical genuínamente norte-americano que faz parte da própria história do país. Atualmente, claramente, o gênero perdeu um pouco sua força. No século passado, por exemplo, os Estados Unidos foram berço de diversos artistas consagrados ao redor do mundo. Exemplos desses sucessos são Charlie Parker e Ray Charles. Ambos ganharam cinebiografias como "Bird" e "Ray". Para os fãs do jazz, os filmes foram interessantes para conhecer a história dos artistas e seguem um roteiro deveras premeditado. Chegamos então ao ano de 2014, onde somos apresentados a um novo filme sobre o jazz. Porém "Whiplash" traz uma temática totalmente nova e usa da música apenas como um consoante da revelação da verdadeira natureza humana.

O filme acompanha o jovem bateirista Andrew (Miles Teller) que é novato na melhor escola de música do país, o Conservatório Shaffer. Ele começa a fazer parte da orquestra comandada por Fletcher (J. K. Simmons) e lá sofre mais pressão e é incentivado sempre a atingir a perfeição. A primeira cena do filme é um quadro aberto num corredor e vai afunilando até nos apresentar o protagonista. Logo na primeira cena percebemos que o bateirista é empenhado e está se esforçando. Logo de início, Fletcher também aparece rebaixando e humilhando Andrew. Toda essa cena inicial já nos dá o tom que o filme vai tomar. Isso é um acerto muito grande do diretor, pois já estamos conectados na história desde o início.

O roteiro é bem escrito. Pode ser considerado monótono, por tratar apenas da luta de um aluno esforçado contra um professor tirano. Porém, o roteiro toma excelentes decisões que deixam o filme dinâmico. A construção dos personagens é incrível. Andrew, por exemplo, começa como o típico fracassado que não tem confiança em si próprio e aceita muito o que os outros pensam ou mandam. Porém, de acordo com o decorrimento do longa, o personagem vai ganhando personalidade e desafiando algumas coisas que ele nunca faria no início. Isso mostra um roteiro que desenvolve um personagem durante um filme apenas e faz com que o público "se orgulhe" por ele ter passado por todas essas provações e ter evoluído no final. Todo esse trabalho escrito é acentuado pela excelente atuação de Miles Teller que, como seu personagem, começa inseguro, mas vai evoluíndo durante o filme.

Mas, quem realmente merece destaque é o personagem Fletcher. No início o espectador sente um desgosto pelo personagem, até mesmo raiva. Conforme a história se desenvolve entendemos realmente a intenção do maestro. Na verdade ele não é uma pessoa má. Mas como diz num dos diálogos mais profundos do filme seu método de ensino não promove elogios, mas sim críticas que farão com que seu aluno tente superar mais e mais. O fato de seu ensino ter seus imensos defeitos por às vezes chegar a uma tortura emocional é indiscutível. Porém, através de pequenos detalhes do roteiro conseguimos compreender o porquê daquilo, concordando ou não. Esse personagem já foi uma grande sacada para o enredo, porém J. K. Simmons o engrandece mais ainda.

 O ator é o típico coadjuvante que todos conhecem de rosto, mas não sabem seu nome e nem reconhecem sua capacidade artística. Ele participa de grandes sucessos como a trilogia do Homem-Aranha dirigida por Sam Raimi ou pela comédia "Juno". Nesses trabalhos, Simmons não é capaz de desenvolver seu talento, portanto não é muito reconhecido. Todavia, o trabalho em Whiplash merece aplausos. Simmons dá seu próprio toque ao personagem e passa uma emoção por trás daquele homem metódico e extremamente perfeccionista. O ator consegue fácil roubar a cena durante o filme todo e sua atuação durante todo o longa é admirável. O inusitado é ele ser reconhecido por trabalhos como esse, projetos pequenos sem muita perspectiva que demorou pouco para ser gravado, do que em grandes obras Hollywoodianas.Isso reforça a ideia de que muito talento possa estar sendo subjulgado e até mesmo desperdiçado em Los Angeles. Uma prova de que seu atual trabalho merece destaque foi que o ator ganhou merecidamente o prêmio do Globo de Ouro por melhor ator coadjuvante. E o Oscar vem aí...

A direção (assim como o roteiro) é de Damien Chazelle. Ele escreveu o roteiro do filme "Toque de Mestre" anteriormente, mas não tem uma carreira conhecida. Esse é seu grande trabalho. A direção é o destaque. Damien usa de tomadas até mesmo sufocantes para contar a história. Existem cenas que a câmera poderia muito bem ficar parada sem que nada acontecesse. Porém, o diretor faz movimentos velozes com a câmera focando nos olhares dos personagens e isso causa uma tensão impressionante. A cena escrita não era suposta de dar tanta tensão assim, porém com uma direção afiadíssima Damien consegue superar seu próprio roteiro e deixa o filme mais interessante de ser assistido.

O longa consegue ser apreciado até por aqueles que não são muito por dentro do jazz. Eu, por exemplo, não sou muito conhecedor. Porém, o longa além de apresentar uma bela história, faz com que o público se interesse pelo gênero. Além disso, apresenta métaforas interessantes como: O que é mais importante: o talento ou a dedicação? A resposta não é dada, mas percebemos que Damien Chazelle possui os dois ao realizar Whiplash. Único, sarcástico, dramático. Uma bela surpresa. O filme apesar de excelente, definitivamente não é uma obra-prima e talvez venha a ser esquecido pelo público geral. Uma pena, pois "Whiplash - Em Busca da Perfeição" mostra que o cinema artístico e o que entretém podem estar interligados em uma só obra.
Mariana S.
Mariana S.

6 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de janeiro de 2015
Envolvente, o filme envolve você na jornada do jovem Andrew Neyman interpretado por Miles Teller, que sonha em ser baterista, quando ele se depara com o maestro Terence Fletcher interpretado por J.K. Simmons, um homem que tem certos métodos incomuns para fazer com que seus músicos sejam perfeitos. O comportamento de Fletcher nós faz pensar sobre limites, até a onde se pode ir em busca da perfeição? Perfeição, sucesso, fama, ser lembrado, se tornar um dos melhores dentro do que fazemos, são ambições humanas, se não for aparente, é pelo menos subjacente, mas está ali, mas esse não seria exatamente o ponto, o ponto seria o que faremos a respeito e como faremos. Os abusos emocionais cometidos por Fletcher sobre Andrew, o levam ao estremo, a pressão colocada sobre ele é gigantesca, e um nível de pressão elevado leva a uma explosão. As brilhantes atuações de J.K. Simmons e Miles Telles, são comoventes, juntamente com o belíssimo roteiro, a magnífica trilha sonora, o filme se torna uma obra de arte, que deve ser apreciada.
Felipe G.
Felipe G.

6 seguidores 23 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2015
A busca pelo sucesso está presente no retrato da personalidade humana. E esse filme traduz bem essa ideia. Os sacrifícios necessários para atingir o topo. Os pesadelos que rondam o caminho de um sonho. Tudo é traduzido em uma narrativa natural e realista,reforçada por uma excelente e consistente direção. Damian Chazelle elabora uma trama decidida, passa uma mensagem interessante e, assim, cria um dos melhores filmes do ano.

O roteiro conta sobre o jovem baterista Andrew que quer se tornar um astro do jazz, um ritmo único que muitas vezes é esquecido nos tempos de hoje. Para isso, Andrew se matricula na melhor escola de música e é chamado para estudar na banda do professor Fletcher, um personagem rígido, firme, sério. Fletcher utiliza métodos questionáveis para ensinar os alunos; ele é violento, debochado e preconceituoso com seus alunos e só acaba as correções quando eles atingem o seu máximo. Isso rende momentos excelentes ao filme, que tem como trunfo a atuação espetacular de um J. K. Simmons totalmente imerso no personagem. Ele funciona bem tanto nas cenas em que o personagem está raivoso e impetuoso quanto nas que está mais calmo e sensível.

Milles Teller faz Andrew, e se mostra um ator versátil e dedicado. A qualidade de sua atuação aumenta de acordo com o andar do filme. Ele cria um personagem muito complexo, que se torna obsessivo em ser o melhor, preferindo prejudicar seu relacionamento amoroso a se dedicar menos ao jazz. Ele começa um rapaz calmo e sensível, e termina um homem mais ambicioso, orgulhoso e firme. O filme assume uma conexão bem pessoal com o espectador. As cenas musicais são claustrofóbicas e intensas, o diretor deixam o espectador no auge da tensão com cortes para os vários componentes da bateria. A trilha sonora é envolvente. Uma experiência audiovisual única e inesquecível.
Arthur A.
Arthur A.

21 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de janeiro de 2015
Sensacional, você vai perdendo o fôlego ao rufar. J. K. Simmons sensacional como sempre.
Matheus M.
Matheus M.

17 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de julho de 2015
Sensacional! Mereceu os oscar's! É um filme que transmite os sentimentos dos personagens e te coloca dentro do filme. Alem do enredo sensacional!
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