Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
3740 notas

284 Críticas do usuário

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Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2015
Um bom filme. Um drama na vida de um rapaz que quer se tornar um brilhante músico. Para isso se submete as duras regras de seu professor. Os atores principais Miles Teller, como Andrew Neyman e J.K. Simmons, como Terence Fletcher, o maestro, estão muito bem. A Direção irretocável. O enredo, simples, direto e objetivo. O tema é música e o filme foi feito todo em cima de músicas instrumental, não como show, mas como aprendizado, principalmente da bateria, instrumento do personagem principal. Vale a pena.
Jamine Q.
Jamine Q.

6 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2015
Muito bom!!! Atuações incriveis! Miles Teller como sempre dando show, ele vai longe! E J.K Simmons maravilhoso me fez ficar em cima do muro sobre gostar ou não do personagem, simplesmente muito bom! Super merecida a indicação ao Oscar!
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
Whiplash apresenta um drama musical sobre um jovem chamado Andrew Neyman, interpretado por Miles Teller (Finalmente 18) que tem como grande desejo se tornar um dos maiores bateristas do mundo. Dentro desse desse filme, onde o roteiro traz também traços autobiográficos pelo próprio diretor, temos maravilhosas atuações. O destaque, sem dúvida, fica com J.K. Simmons, que interpreta o professor super rígido de Neyman. Simmons está impressionante. Com uma atuação impecável, ele entra no páreo para levar o Oscar de uma maneira positiva. Miles Teller também não decepciona. Supera as expectativas e mostra grande talento e dedicação em diversas cenas.
O filme é dirigido por Damien Chazelle que opta por uma direção mais segura, guardando seus solos para o fim do filme. Damien também roteiriza o filme e tem grandes chances de levar o Oscar de "melhor roteiro adaptado".
Whiplash surpreende como ótimas atuações de atores dedicados e também com a audácia de falar abertamente que para a grandeza ser atingida, é necessário esforço e que muitas vezes, empurrões são mais necessários do que tapinhas nas costas.
Ricardo B.
Ricardo B.

25 seguidores 23 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
Eu vou falar logo de cara: esse filme é FANTÁSTICO! Eu tenho ouvido coisas ótimas sobre ele. E eu queria muito, MUITO mesmo assisti-lo. E valeu a pena esperar, porque "Whiplash - Em Busca da Perfeição" me deu tudo que eu esperava. Eu não me senti tão emocionado e tenso com nenhum filme de 2014. E você pode achar que tocar bateria não é nada tenso ou emocionante, mas esse filme fez uma apresentação parecer algo desesperador.

Miles Teller no papel principal, eu nunca achei que diria isso, mas ele está se tornando um ótimo ator. Ele sempre foi aquele mesmo adolescente em todos os filmes que ele fez, mas em "Whiplash - Em Busca da Perfeição" ele dá uma ótima e emocionante performance. E J. K. Simmons... holy shit, ele está em chamas nesse filme! Ele foi, com certeza, o personagem mais desagradável que eu vi em filmes em um bom tempo. Mas ele é aquele tipo de desagradável que a gente não consegue não gostar de ver na frente da câmera, sabe? Porque a performance é incrível, o script dele é incrível, a forma que ele dá vida ao script é incrível. E o personagem dele levanta uma questão muito interessante sobre os seus métodos. Se ele conseguiu do Andrew o resultado que ambos queriam, os métodos dele ainda são questionáveis? Os fins justificam os meios? Fica aí o alimento para a mente.

Além disso, o filme levanta interessantes pensamentos sobre gostar muito de alguma coisa e a dificuldade de expressar o quanto nós gostamos daquilo. E foi isso que fez com que eu me identificasse tanto com o Andrew. Música é a paixão dele, e ele não consegue expressar para a sua família a importância que ela tem na vida dele. Para eles, parece superficial, parece apenas um hobby. E quando eu era pequeno, era difícil expressar o quanto eu gostava de filmes, livros, games e séries. Era difícil expressar o quanto eu preferia estar em um mundo fictício, ao invés de ficar preso na realidade. Era frustrante as pessoas não entenderem que eu assistia o mesmo filme várias vezes pelo simples fato de que, para mim, não era apenas imagens, e sim um lugar especial para o qual eu podia ir e esquecer o tédio da realidade.

E é essa a maior questão que o filme levanta. Hoje em dia, é muito difícil você falar que gosta de algo muito mais do que como uma simples forma de entretenimento. É difícil falar que você gosta de algo como uma forma de arte. As pessoas não aceitam facilmente quando você vê em algo muito mais do que as outras pessoas veriam. As pessoas não aceitam ou acham fútil, superficial e sem noção alguém ser devoto ou fascinado por uma forma de arte.

Voltando ao filme em si, algo que eu gostaria muito de dizer é que "Whiplash - Em Busca da Perfeição" é brilhantemente dirigido. O uso de foco nesse filme é o que torna ele tão emocionante. E a escolha do Miles Teller para o papel do Andrew foi perfeita, porque ele realmente toca bateria desde pequeno. E se outro ator que não soubesse tocar bateria estivesse no lugar dele, o personagem não teria sido tão perfeito. E Damien Chazelle, diretor do filme, fez um ótimo trabalho em fazer com que nós nos apegássemos no Andrew, nos colocássemos no lugar dele, sentíssemos as emoções que ele estava sentindo.

Em muito tempo, eu não me senti tão tenso quanto eu me senti durante as apresentações do Andrew, principalmente a última. E o final desse filme literalmente me deixou sem palavras. Como eu disse, o uso de foco em "Whiplash - Em Busca da Perfeição" é o que o torna tão emocionante. E a última troca de olhares do filme, segundos antes do fim, foi um dos momentos mais satisfatórios que eu já tive em filmes. Em uma simples troca de olhares, o diretor e os atores nos mostram tudo que nós queríamos e esperávamos. A sensação de realização que eu tive naquele momento foi impagável.

O único problema que eu tive com o filme foi... nenhum. É muito raro eu falar isso, mas "Whiplash - Em Busca da Perfeição" é, coincidentemente, um filme PERFEITO. Eu não tenho nenhuma reclamação a respeito desse filme, nenhuma mesmo. E é por isso que ele recebe uma muito mais do que merecidíssima nota 5 de 5.
Dhyana A.
Dhyana A.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2015
Maravilhoso P qqr um! Mas P quem gosta de jazz é imperdível!!!!
alexandrecunha
alexandrecunha

53 seguidores 34 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Excelente!
JK Simmons leva o filme com os pés nas costas! Merece todos os prêmios de coadjuvante, não só o Óscar!
Um filme que eu não dava nada e me surpreendeu bastante! Já gostava de jazz e havia esquecido, me fez lembrar o quão bom é esse estilo de música e retomar esse gosto antigo (junto com blues)! Caravan e Whiplash tocados no final sao de arrepiar, não tive como deixar de baixa-las para ouvir no carro.
Parabéns Dave Ghrol por essa obra prima!
Claudio G.
Claudio G.

16 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de janeiro de 2015
Um filme que ousa desde o início, com um ótimo roteiros e atuações muito boas. Mostra que o ser humano para conseguir seu sonho as vezes pode querer passar dos limites. Mas que no final todo o sofrimento e coisas que ele tenha abdicado podem sim valer a pena. Queria que ganhasse o Oscar de melhor filme, mas com certeza não vai rolar. Super recomendo para fãs de música, e mais ainda para os de cinema
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de março de 2015
Atenção com a obsessão pela perfeição

Tem um filme entre os indicados do Oscar que é uma mistura de sentimentos. “Whiplash – Em Busca da Perfeição”, escrito e dirigido pelo jovem Damien Chazelle, de apenas 29 anos, te instiga, te incomoda, te emociona, te encanta, te faz rir, te faz chorar, te angústia... Realmente, “angústia” é a palavra-chave desse que é uma das melhores indicações deste ano. Assim como o nome em português entrega tudo logo de cara, o filme conta a história do baterista Andrew Neyman (Miles Teller), que quer atingir a perfeição e, assim, chegar ao sonho de se tornar um dos maiores músicos de seu tempo. Para isso, consegue uma vaga no mais prestigiado conservatório dos EUA e tenta atrair a atenção do exigente e cruel Terence Fletcher (J.K. Simmons), que comanda uma ótima banda de jazz, berço de grandes profissionais. A disciplina militar de Fletcher (tipo o sargento Hartman, de “Nascido para Matar”) assusta, mas não ao garoto Andrew, que passa a se dedicar aos ensaios de maneira quase autodestrutiva e ter o lado psicológico e emocional bem abalado.

O mais cativante do filme até então é que ele provoca uma cansativa discussão sobre educação e a fronteira entre incentivo e abuso, mas, ao mesmo tempo, traz o melhor do jazz, numa trilha sonora encantadora. Ou seja, ele te angustia e, logo, te acalma. Longos minutos de um solo de bateria não são nada cansativos, pelo contrário, é música de qualidade para os seus ouvidos. E o método do professor bonzão, carregado de frases racistas e homofóbicas, nem fica demasiado aos olhos do espectador, já que ele provoca o riso em várias das ofensas e diminui o peso sobre o preconceito. Dentro desse angustiante (repito e reforço) método, Fletcher chega à frase que faz qualquer um mergulhar na reflexão e vasculhar o interior com razão: “Não há duas palavras mais danosas do que ‘bom trabalho’”. Você sabe, vários gênios só se tornaram gênios porque se esforçaram à exaustão. E o discurso do mestre é que não há nada mais frustrante ou que o force ainda mais a sua zona de conforto do que o elogio simplório de que você “apenas” fez um trabalho bom. O que não deixa de ser verdade. Vivemos, estudamos, crescemos, buscamos o nosso melhor. E precisamos de algo que nos excite, que nos alimente, que nos faça ir adiante. Agora, cuidado: a obsessão pela perfeição fica logo depois da linha tênue que divide o “quero me destacar” do “vou me autodestruir”. E é nessa divisão que você pode acabar se perdendo, se dissolvendo, se estrepando...

É nesse patamar que se encontra a relação de amor e ódio entre Andrew e Fletcher em “Whiplash”. A ambição, a arrogância e a presunção de ambos se misturam ao esforço excessivo e ao talento nato deles. Ou seja, você vê ali uma briga de egos devastadora, mas, ao mesmo tempo, percebe que um precisa do outro, que o trabalho árduo de um é o complemento do vício do outro, e a dinâmica do filme se mostra fantástica. No fim, após uma cena musical estonteante, a reflexão é inevitável (todos os filmes deveriam ser assim, né?!). Na sua interior afetação, é melhor ter a convicção de sua surreal pretensão ou a leve intenção de direção para uma pura inspiração? É só não misturar idealização com ilusão.
rodolfo g.
rodolfo g.

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Ótima construção de personagens, ritmo em todos os sentidos acertado e uma aula de montagem. Perfeito.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2015
Bom filme e atuação estupenda de J.K. Simmons, um roteiro muito bacana e motivador, tendo em vista que focou muito nas cenas físicas na bateria, por isso faltou um pouco mais de desenvolvimento na História! mas tirando isso é um bom filme e concorrerá a melhor filme de 2015, mas ficará apenas com a indicação, pois não estar entre os favoritos, mas salienta-se a bela atuação de J.K Simmons que com certeza ganhará como melhor ator Cuadjuvante!!!
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