Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
3740 notas

284 Críticas do usuário

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Renato A.
Renato A.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Ótimo filme. Uma história sobe perseverança e desafio de limites.
1flaviomachado
1flaviomachado

7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Melhor filme de 2014. Melhor entre os 8 indicados ao Oscar. Não é somente sobre música ou Jazz. Se fosse só isso já seria um filmaço. Mas é tb um dos melhores filmes sobre foco e superação dos últimos anos.
Olho em Sundance, lá sim eles sabem escolher.
Shannon S.
Shannon S.

14 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Andrew Neiman é um baterista de jazz que, como todos nós, anseia o reconhecimento, quer deixar sua marca no mundo.
Wiplash é denso, intenso; um ensaio sobre a vontade.
É uma história escrita com sangue, suor e lágrimas onde a vontade impera sobre o limite, um limite ténue de uma vida dedicada à perfeição.
Diogo R.
Diogo R.

20 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
"Whiplash - em busca da perfeição" é ótimo, uma rara obra que cumpre o que promete (ignoremos o subtítulo desnecessário, praticamente um spoiler). Miles Teller cumpre com destreza a proposta - jovem de talento, tem muito para mostrar ainda -, mas é J. K. Simmons quem quase carrega o filme nas costas, abusando de uma personagem rica (um professor agressivo, física e verbalmente, de tão perfeccionista) e de um roteiro muito bom. Tecnicamente, tudo é bem executado, sem brilhantismo, mas com qualidade. Destaque para a edição e a mixagem de som, elementos técnicos que se destacaram a ponto de receberem indicação ao Oscar. Aliás, concorre também a melhor filme, como homenagem pela exposição crua de uma reflexão necessária: até que ponto vale a pena abdicar dos prazeres comuns em prol de uma posição de destaque? A bem da verdade, são várias as reflexões possíveis - exemplos: os fins justificam os meios?; é possível atingir a perfeição?; objetivos são atingidos apenas com sofrimento? É aqui que reside o que "Whiplash" tem de maravilhoso e garantiu também a indicação a melhor roteiro adaptado - roteiro que é composto até mesmo de um plot twist, referente ao grand finale, digno dos melhores. O bom filme é o que se expande, o que sai da tela e deixa o espectador refletindo - além, é claro, de entreter. Melhor dizendo, cinema de qualidade é o que cria expectativas antes de assistir ao filme, entretém (fascina, emociona, comove, surpreende, alucina, diverte, encanta etc.) durante sua exibição e permite a reflexão após ser assistido. Cinema de qualidade mexe com o espectador. E isso "Whiplash" soube fazer. Mérito especial para J. K. Simmons, que, com uma personagem densa, complexa e interessante, desempenhou uma interpretação sensacional (tanto que concorre ao Oscar) e é a grande estrela. É Simmons quem provoca a maioria das emoções. E o conjunto da obra, as reflexões. Bom se todos os filmes fossem assim.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Com uma direção impecável de Damien Chazelle e atuação de tirar o fôlego de J.K. Simmons, o filme encanta e prende a atenção do telespectador desde o início. Narra a batalha do ser humano em busca da perfeição , seus pecados, ilusões, quedas e barreiras. Serve como inspiração e exemplo demonstrando os excessos e persistência que muitas vezes nos leva a ascensão ou a própria queda. Trilha sonora soberba e envolvente. Aconselho a todos!
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Caraca que filme espetacular!Indicado merecidamente a um dos melhores filmes do ano do oscar,Eu sinceramente espero que ele ganhe,Ele é perfeito do inicio ao fim,Eu mesmo que não sou muito fã de musica adorei!Qualquer um pode gostar!
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Como não estamos habituados ao jazz não há o encantamento mágico muito rápido. Mas a medida em que o filme avança vai juntando tudo. Muito bom
leandroreslac
leandroreslac

34 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Não achei tãaaaaao espetacular como todos estão falando não... Claro, é um bom filme, em vários aspectos, mas achei o roteiro meio "reto" (não achei outra palavra pra expressar melhor)... como se o filme fosse só o meio de uma historia. Sem contar que é carregado de clichês. Mas fora isso é um filme muito bom. Elenco, fotografia, edição e mixagem de som nota 10
Chrissie
Chrissie

21 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2015
Whiplash- Em Busca da Perfeição. O título brasileiro já entregou mastigado. Um jovem de 19 anos tentando ser o melhor. É uma história que todos já vimos, de alguém que quer se destacar, e se dedica muito pra conseguir. Os diálogos do filme também são assim, mastigados. E isso foi o que me encantou. Não é aquele drama enrolado, que te obriga a pensar o que realmente os personagens estão dizendo, sentindo e/ou pensando. No filme, o que é pra ser visto é visto e o que é pra ser ouvido é ouvido, e tudo muito bem. A atuação é muito boa, principalmente do J.K. Simmons, (merece sim o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante),e logo deixa claro que ele é o pé no saco da história, assim como a do Milles Teller deixa claro que o personagem realmente é bom, realmente quer aquilo, e realmente esta suando, ou sangrando. É um filme simples feito por quem sabe fazer, e ainda sim te surpreende, da primeira a última cena.
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de fevereiro de 2015
Ao Mestre com Carinho

Whiplash inicia a maratona de análises aos indicados ao Oscar do Pitacos Cinematográficos. O longa concorre a 5 categorias: melhor filme, melhor ator coadjuvante (J.K. Simmons) e roteiro adaptado, além de 2 categorias técnicas, edição e mixagem sonora.

No filme, Andrew (Miles Teller), um jovem baterista estudante de música sonha em ser o maior músico de jazz de todos os tempos, e encontra um rígido professor, Fletcher (J.K. Simmons) que pressiona seus alunos a ultrapassarem seus limites em busca da perfeição.

Rígido professor, aliás, é um eufemismo. Fletcher por vezes parece ser a essência do mal, abusando de seus alunos com ofensas, grosserias e humilhações. No entanto, o roteirista/diretor se esforça em não estereotipar sua personagem, mostrando, em alguns momentos, Fletcher sendo simpático e afetuoso, numa clara mensagem de que ele não é o capeta encarnado, mas apenas um ser humano comum, com seus defeitos e qualidades.

Andrew, por seu lado, é um jovem bastante introvertido e antissocial. Não se preocupa em ter amigos ou namorada, seu único objetivo é ser o maior baterista de todos os tempos, e está disposto a tudo para conseguir isso. Até mesmo aguentar toda a dor física necessária nas longas horas de treino com as baquetas e a dor psicológica da constante pressão exercida por Fletcher. Tal obsessão fica muito próxima ao fanatismo.

O clima de tensão percorre todo o filme. O espectador se sente incomodado com a situação por que passa Andrew. Certamente todos ser perguntarão o porquê dele não jogar tudo pro alto. Mas é justamente a sua obstinação que conduz o filme. Seu sonho de ser lembrado o faz enfrentar todos os desafios. Não que isso seja considerado louvável ou execrável. Em uma excelente cena do filme Andrew está em um jantar de família e quem é tido em mais alta estima são seus primos, um que é jogador de futebol americano em um time de 3ª divisão universitária e outro que conseguiu um emprego na ONU, sendo que ele, mesmo se destacando na melhor escola de música do mundo, é desprezado.

Enfim, o tal sonho de grandeza de Andrew, mesmo que bem sucedido, não o fará ser um herói aclamado por multidões, mas somente admirado pelos poucos entendidos em jazz.

Os atores principais entregam atuações muito intensas e conseguem fugir do estereótipo. Fletcher não é somente maldade e Andrew não é somente obstinação. Além disso, é surpreendente saber que Miles Teller realmente tocou a bateria em altíssimo nível em todas as cenas, apesar de ter um dublê. Em algumas das cenas o sangue que ele espirra na bateria é real. Tom Cruise se pendurando nos prédios parece brincadeira perto disso. E em breve eles será o protagonista na nova versão do Quarteto Fantástico. Podemos estar vendo o nascimento de um futuro astro. E o veterano J.K. Simmons merece com louvor sua indicação ao prêmio de melhor ator coadjuvante.

A direção também é bem conduzida, tirando o máximo da simplicidade dos cenários, em um filme cujo orçamento ficou em modestos 3 milhões de dólares (para comparação, Êxodo custou 140 milhões). E a edição contribui para manter o ritmo na métrica adequada durante todo o tempo, estabelecendo uma ótima ligação com a trilha sonora.

Assim, o filme que tira o espectador de seu lugar de conforto, traz uma boa história em que cada um pode buscar suas lições, é bem dirigido e apresenta grandes atuações. Mais digno de Oscar do que várias produções medianas que levaram o prêmio nos últimos anos, como O Discurso do Rei.
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